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Maia afirma que fim do isolamento é pressão da Bolsa

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O presidente da Câmara , Rodrigo Maia ( DEM-RJ ), declarou em reunião com governadores , nesta quarta-feira (25), que é preciso “equilibrar vidas e empregos”.

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Além disso, Maia orientou aos gestores sairem do debate sobre a necessidade de isolamento social, como sugerido por Jair Bolsonaro . De acordo com o presidente da Câmara , o debate interessa apenas aos investidores da Bolsa de Valores .

Rodrigo Maia
Luis Macedo/Câmara dos Deputados – 10.7.19

Rodrigo Maia

” Temos que sair desse enfrentamento, sobre sair ou não do isolamento. Isso nada mais é do que a pressão de milhares de pessoas que aplicaram seu recursos na Bolsa , acreditaram no sonho da prosperidade da Bolsa a 150 mil pontos, ela está a 70 mil por vários problemas”, afirmou Maia .

“Eles são assim, eles vivem de estatísticas, todos nós que fazemos política vivemos das vidas. E é isso que temos que saber equilibrar. As vidas e os empregos. Estamos aqui para ajudar”, completou o presidente da Câmara .

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Maia também afirmou que o secretário do Tesouro , Mansueto Almeida , se comprometeu em enviar, na quinta (26), sugestões ao texto que tramita na Câmara , que permitirá aos estados realizarem cortes de despesas com pessoal.

“Eu disse a eles que se o governo não mandasse, o Congresso iria legislar para ter uma solução para esse assunto”, afirmou Maia .

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“Fica parecendo que eles estão esticando a corda exatamente para obrigar a sociedade ir pra rua e ficar em estado de maior pânico em relação aos próximos passos”, completou.

Por último, Maia afirmou que o Congresso irá tentar elevar a renda mínima dos informais , prometida pelo governo nesta quarta (25), de R$ 300.

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Economia

Brasil é uma potência, mas no saneamento está na época medieval, diz secretário

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Brasil Econômico

Secretário de Saneamento Pedro Maranhão durante entrevista ao portal iG
Reprodução/Youtube/Portal iG

Secretário de Saneamento Pedro Maranhão durante entrevista ao portal iG

O secretário de Saneamento do ministério do Desenvolvimento Regional, Pedro Maranhão, disse em entrevista ao portal iG nesta terça-feira (22) que o Brasil é uma grande potência, mas que, na área do saneamento básico , “está na época medieval”. “Nós temos crianças com tablets usando tecnologia 5G, mas quando elas abrem a porta de casa voltam para a época medieval”, afirmou o secretário em durante live do Brasil Econômico .

Segundo Maranhão, o governo federal tem enfrentado uma característica cultural no País da falta de interesse de investimento na área. “Obra enterrada não dá voto. Essa é uma máxima daqui. Então o prefeito, o deputado, o gestor, o governador, eles preferiam fazer uma obra que desse visibilidade. Uma ponte, uma praça ou um show. E realmente o saneamento ficou para trás”, disse.

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Por conta disso, o secretário afirma que uma das estratégias criadas foi a implantação do Marco Regulatório do Saneamento,  aprovado no Congresso Nacional e sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) com o objetivo de universalizar o acesso ao saneamento básico até 2033, podendo ser prorrogado ainda até 2040.

“O Estado perdeu a capacidade de investimento e nós estamos abrindo para quem tem dinheiro para fazer isso. O marco dá mais previsibilidade e segurança jurídica para que as empresas invistam no Brasil”, explica Maranhão.

Após a sua aprovação, o marco regulatório foi alvo de muitas críticas, sendo acusado de uma ferramenta para a privatização da água, um bem que, de acordo com esses críticos, deveria ser público. Para Maranhão, no entanto, não houve uma boa compreensão do que o novo marco propunha e o assunto se tornou “ideologizado”.

“Eu costumo dizer que o marco não veio para privatizar. Ele veio para universalizar. Tem gente querendo ideologizar essa decisão. Nós estamos abrindo oportunidade para quem tem dinheiro investir. Vai ter muita PPP (Parceria Público-Privada), concessão e privatização”, afirmou o secretário.

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Como resultado da implantação do marco, Maranhão avalia que o setor do saneamento já está maduro para receber recursos. “Isso já começou a virar conversa de mesa de bar, conversa de mesa de jantar. A sociedade despertou para a importância do saneamento. E é muito bom que isso aconteça”, disse.

Recuperação da economia

Maranhão também acredita que o marco vai ter papel importante na retomada da economia em meio à pandemia da Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2).

“Isso vai ocorrer porque os investimentos vão chegar e o setor do saneamento tem uma cadeia produtiva muito grande, que vem desde o cavador de vala. Sem falar nos benefícios que isso vai trazer para as áreas da Saúde e do Meio Ambiente”, afirmou.

“Aliás, eu não sei porque somos tão criticados. Nossas questões ambientais estão mais bem resolvidas que em outros países. Nós temos a matriz energética mais limpa do mundo. É uma coisa meio maluca”, completou o secretário.

Confira a entrevista na íntegra:

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