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Mãe de Trump, ao contrário do que ele diz, era imigrante pobre

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De acordo com um levantamento feito pelo jornal Washington Post , o presidente americano Donald Trump teria mentido ou distrocido a verdade exatas 16.241 vezes em três anos de governo. Os dados de 2020 ainda estão sendo computados.

Sobre sua mãe, que era escocesa, Trump sempre contou à imprensa que ela decidiu ficar permanentemente nos EUA após “turistar” por lá e voltar uma segunda vez para se casar com seu pai. Só que, passados 90 anos desde que dona Mary Anne MacLeod desembarcou na terra do Tio Sam, a versão dada pelos historiadores (e comprovada por documentos do século passado) é outra, para não dizer completamente diferente.

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Mãe de Trump era imigrante pobre


Sem grana nem pretendentes

Mary era natural de um vilarejo na ilha de Lewis, na Escócia, considerado no passado como “imundo” e “miserável” por genealogistas. Ela morava ali em uma casa humilde e tinha uma família numerosa – além dos pais, nove irmãos, sendo que era a caçula. Todos os locais viviam sobretudo da pesca e do que produziam no campo, mas, passada a Primeira Guerra, a economia da ilha ficou arrasada e as principais fontes de renda já não davam conta de sustentar a todos.

Para piorar a situação de Mary, que assim como outras jovens da época pretendia se casar, a maioria dos homens do vilarejo havia morrido em decorrência da guerra. Foi quando ela e as demais perceberam que só mudariam de vida se largassem tudo para trás e imigrassem para um lugar melhor. E a América do Norte (Canadá e Estados Unidos) representava isso naquele momento.

Depois que três irmãs suas partiram para os EUA, Mary, que tinha 18 anos, tomou coragem e também se mandou. Primeiro ela viajou para Glasgow, a maior cidade da Escócia, e na região portuária pegou o navio RMS Transylvania com destino a Nova York, onde desembarcou em maio de 1930. Sua entrada consta em registros da ONG Fundação Estátua da Liberdade – Ilha de Ellis, que arquivou dados de mais de 50 milhões de desembarcados, entre 1892 e 1957.



Se “fez” na América

Embora tivesse viajado em uma cabine compartilhada de segunda classe, o que aponta que não chegou à América em extrema pobreza como a maioria dos imigrantes da terceira classe, Mary precisou batalhar para sobreviver. Em sua ficha de entrada consta que ela era doméstica, ou seja, que tinha experiência de trabalho em casa e que pretendia se tornar cidadã americana e permanecer definitivamente nos EUA, que já faziam uma “filtragem” entre os acolhidos.

No bolso, Mary levava $ 50 dólares (que era o mínimo exigido por lei) e foi direto morar com sua irmã mais velha, Christina, nos arredores de Manhattan. Seu passo seguinte foi arranjar emprego e, como os EUA entraram um ano antes na Grande Depressão, um período longo de recessão econômica que atingiu o mundo todo, precisou se contentar com o que havia de disponível naquele momento. Por quatro anos foi empregada doméstica e babá de família rica.

Em 1934, ela viajou de volta à Escócia para rever a família e, ao retornar para os EUA, informou às autoridades de que morava em Nova York e apresentou uma permissão de reentrada no país. Porém, ela só obteve a naturalização americana em 1942, seis anos após ter casado com Fred Trump, que conheceu em uma festa. Casada, Mary virou dona de casa, ajudante nos negócios imobiliários do marido e voluntária de causas sociais. Teve cinco filhos e morreu aos 88 anos.

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Quanto à Escócia…

É possível contar nos dedos os parentes maternos de Trump que ainda residem na ilha de Lewis, mas, apesar de estar distante mais de 6 mil quilômetros dos EUA, o presidente americano ainda tem alguma conexão com o lugar.

O nome “Donald”, por exemplo, é escocês e popular por lá. Seu bisavô também se chamava assim e os Donalds são tão numerosos na ilha que, para não haver confusão, precisam ser diferenciados pelos sobrenomes. O cabelo alaranjando é outra marca dos nativos, tanto que o tataravô de Trump, Alasdair MacLeod, tinha o apelido de “Ruadh”, que significa “vermelho”.

Porém, Trump é persona non grata em Lewis. Ao contrário de sua irmã, Maryanne, que ajuda e visitou a ilha diversas vezes, o presidente é visto pela maioria da população como um homem interesseiro e de modos incompatíveis com os valores de vida local. Trump só daria as caras na Escócia – e muito raramente na ilha – para conseguir apoio para negócios polêmicos, como o campo de golfe que abriu em 2012 em uma área de dunas de 4 mil anos que acabou destruída.

Fontes: Site do Museu Nacional de Imigração da Ilha de Ellis e livros “The Trumps: Three Generations of Builders and a Presidential Candidate”; “Never Enough: Donald Trump and the Pursuit of Success” e “Trump Nation: The Art of Being The Donald”.
Fonte: IG GENTE

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Personalidades incentivam campanha de doação para bebê com doença rara

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Gui Martini
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Gui Martini


O que Susana Vieira, Gabriela Pugliesi, Ivan Parente, Totia Meireles, Rafael Cortez, Camilla Camargo, Marianna Armellini, Armando Babaioff, Xamã e Tania Mara têm em comum? A empatia como palavra de ordem! Isso porque eles vêm fazendo bom uso da fama para olhar para o outro. Neste caso, o pequeno Guilherme Martini, de apenas um ano e dez meses, que se descobriu aos quatro meses de vida portador da atrofia muscular espinhal (AME) tipo 1, uma doença rara, degenerativa e que interfere na capacidade do corpo de produzir uma proteína essencial para a sobrevivência dos neurônios motores, responsáveis pelos gestos voluntários vitais simples do corpo, como respirar, engolir e se mover.

Flyer da campanha do Gui Martini
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Flyer da campanha do Gui Martini


Hoje em dia, o tratamento padrão é feito com o Spinraza, recém-incorporado pelo Sistema Único de Saúde (SUS), mas os familiares do bebê da turística Campos do Jordão, na Serra da Mantiqueira paulista, correm contra o tempo para a conquista do Zolgensma, que custa cerca de US$ 2 milhões, o equivalente a mais de R$ 10 milhões. Não à toa, abriram no Instagram o perfil @ajudeguimartini e iniciaram uma campanha social, que vem se alastrando pelo país e reunindo voluntários. Estes compartilham, diariamente, publicações, dados para doações, realizam rifas e sorteios e se dedicam a contar um pouco da história do Gui, que tem menos de 60 dias para conseguir o medicamento. O remédio é considerado o mais caro do mundo e pode ser obtido de forma particular ou judicial. Ainda que pareça clichê, a frase “fazer o bem faz bem” é pura verdade quando se trata de querer ajudar quem realmente precisa.

Bolo e guaraná

Roberta Miranda
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Roberta Miranda


Sempre ativa nas redes sociais, Roberta Miranda está às voltas com a sua próxima live show, que acontecerá nesta segunda, dia 28, a partir das 20h, no YouTube. Trata-se de “28.9”, que é a junção da data e do mês em que completa mais um ano de vida. Mas outro detalhe que também chama atenção é o repertório, que, além dos clássicos que marcaram a sua trajetória, como “Majestade, o Sabiá”, “Vá com Deus” e “Meu Dengo”, abrirá espaço para “Malandragem”, sucesso na voz de Cássia Eller, e “Chuva de Prata” e “Balancê”, ambas interpretadas por Gal Costa. “Sempre passei meu aniversário no palco. Neste ano, infelizmente, não poderei comemorar como de costume, mas não poderia deixar de estar com meus fãs, mesmo que de forma virtual. No meu Twitter, Facebook e Instagram choveram pedidos para uma transmissão temática, e, por isso, vamos atender”, afirmou a estrela sertaneja antes de ressaltar: “Nossa festa está garantida”.

Tá com tudo e não está prosa!

Mitt Yamada
Divulgação/Edu Alpendre

Mitt Yamada


Após estrelar, ao lado de Aretha Oliveira, Jean Visconti e Mony Gester, o espetáculo “Vamos?”, que ficou em cartaz de outubro de 2019 a janeiro de 2020, Mitt Yamada está aproveitando a quarentena para tocar alguns projetos. Um deles retrata o momento que estamos passando e é desenvolvido em conjunto com as não menos talentosas Brendha Haddad e Mony Gester. Trata-se de um audiovisual com os ingredientes emocionais para se fazer um viral. “Mais do que um clipe, estamos criando um curta-metragem”, destacou.

Engana-se, porém, quem pensa que as novidades param por aí! O ator, cantor e compositor paraense também começou a dar expediente na retomada das gravações da novela “Amor de Mãe”, da Globo. “É o meu primeiro trabalho na TV e estou muito feliz com essa oportunidade”, vibrou, antes de ressaltar que o clima na emissora é o melhor possível. Por fim, mas não menos importante, Mitt está em fase de pré-produção de um musical todo inspirado na obra da banda de rock Legião Urbana.

Contenção de despesas 

Longe do vídeo há um bom tempo, uma atriz, que já atuou em diversas produções da Globo, resolveu colocar seu luxuoso apartamento paulistano à venda. Um dos motivos é a crise pandêmica que assola o país e o mundo. Só para se ter uma ideia: o condomínio do prédio onde ela mora está por volta de R$ 10 mil. Ah, e detalhe: sem serviços ou itens de lazer que dispensem a sua necessidade de sair de casa. Somam-se a isso despesas com funcionários. Para piorar? O mês não passa, voa! E o dia 10 está logo aí!

Conta Bandeira 

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• Apesar da crise sanitária em todo mundo, a solidariedade não pode parar. Que o diga o casal Yurgan e Anne Barret, que está à frente do projeto “Y Rosa”. A quinta edição da iniciativa, gratuita e programada para acontecer de 19 a 25 de outubro, no Yurgan Tattoo Studio, no Shopping Barra World, na zona oeste carioca, faz a reconstrução de aréola em 3D em mulheres que enfrentaram câncer de mama, ressignificando a dor e resgatando a autoestima delas. “A cada reconstrução, a cada história compartilhada nos emocionamos e nos curamos juntos. Aprendi com o ‘Y Rosa’ o quanto podemos encontrar na arte um processo de expressão, transformação e recuperação”, enfatizou Yurgan, um dos top 10 tatuadores do Rio de Janeiro, que já atendeu celebridades, como Viviane Araújo, Antônia Fontenelle, Mari Saad, Bianca Andrade e Aline Riscado.

• No programa “De Papo com Amanda Françozo” desta quarta-feira (23), às 21h15, na TV Aparecida, o entrevistado é um dos palestrantes e escritores mais lidos no Brasil e no exterior, com mais de 25 títulos publicados: Cesar Romão. Não por acaso, ele promete contar como herdou a veia literária, relembrar os três livros que escreveu e foram um fracasso de vendas, e ainda citar o seu primeiro best-seller “A Semente de Deus”, lançado na década de 1990. Fora isso, ressaltar o quanto as pessoas podem oferecer o seu melhor e mostrar a sua força diante dos desafios, além, é claro, de discorrer sobre estrutura familiar, relacionamento entre homem e mulher, perdas, conquistas e fé. Vale a pena conferir!

• Para quem acha que a vida dos influenciadores digitais é só luxo e badalação, ledo engano. Um exemplo disso é Jon Vlogs, que tem mais de 3,6 milhões de seguidores no Instagram e mais de 6,3 milhões de inscritos no YouTube. Ele contou que passou por um período difícil e, por isso, ficou cinco meses afastado das redes sociais. “Tomei essa decisão para colocar a cabeça no lugar e reorganizar alguns projetos. Enquanto estive distante contei com o apoio dos meus fãs. Aliás, foi através deles e da música que renovei os ânimos, superei a fase ruim e voltei com tudo”, explicou. Por falar nisso, o álbum “Here I Go” está saindo do forno, com canções cheias de mensagens positivas e de superação, produzidas durante esse período off-line. Já o single, que leva o mesmo nome do EP, foi lançado nesta terça, dia 22, data em que completou 21 anos.

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• Não são somente os adultos que “bombam” na web, não! Entre os casos mais famosos está o das gêmeas Melissa e Nicole, de 12 anos, que mergulharam nesse mundo por meio da mãe, a empresária e publicitária Camila Jakubovic, criadora do “Planeta das Gêmeas”. O canal é um dos maiores no segmento infantojuvenil do Brasil no YouTube e possui mais de 13,5 milhões de inscritos e mais de 3,5 bilhões de visualizações, tudo graças ao talento das meninas, que cantam, dançam, representam e aprontam muito em frente às câmeras. O sucesso é tão grande que elas acabam de lançar o quarto livro, “Planeta das Gêmeas — Os Segredos de Melissa e Nicole”, pela Editora Astral Cultural. “É mais uma forma de elas criarem mais um vínculo com os fãs”, falou Camila, em contato com a coluna.

• Além do confinamento na décima segunda temporada do reality show “A Fazenda”, da RecordTV, os peões Lucas Maciel, o Lucas Selfie, Juliano Ceglia e Raíssa Barbosa têm outro detalhe em comum: o mesmo cirurgião-dentista. No caso, o experiente Alexandre Morita, da Clínica Morita Marques, localizada no Jardim Paulista, na zona sul de São Paulo. Enquanto a ex-vice-Miss Bumbum se rendeu à “moda do bocão”, recorrendo ao procedimento de aumento de volume dos lábios, Lucas, que ganhou fama no quadro Selfie com Desconhecidos, do extinto programa “Pânico na Band”, da Band, optou pelo clareamento nos dentes. Já Ceglia, que é jornalista, apresentador e atleta, garantiu a manutenção da autoestima mediante a estética dental. Por fim, mas não menos importante, Ale Morita está comemorando mais um ano de vida nesta quarta-feira, dia 23. Então, feliz aniversário, doutor!

• A ficção científica do gênero steampunk se encontra com os clássicos da literatura brasileira em “A Todo Vapor”, adaptação audiovisual do projeto spin-off de Enéias Tavares que, depois de virar livro, quadrinhos e até jogo de cartas, estreou no último dia 7 na plataforma de streaming Amazon Prime. A produção independente traz em seu enredo diversos protagonistas de Gonçalves Dias, Machado de Assis, José de Alencar, entre outros célebres escritores, para contar a saga de um casal de detetives solucionando mistérios no Brasil do início do século XX. Além de Pedro Passari, o elenco ainda conta com Luiz Carlos Bahia, Thais Barbeiro, Pamela Otero, Antônio Destro, Paulo Balteiro, Claudio Bruno, Bruna Aiiso, Alessandro Imperador e Yoram Blaschkauer. “A história é muito bacana. Transformar os personagens da literatura brasileira em super-heróis e misturá-los com a estética steampunk acredito ser o grande trunfo da série”, confidenciou Passari.

Fonte: IG GENTE

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