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Lula, Marina e Alcolumbre: veja nomes da política que lamentam morte de Maradona

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Maradona e Chavez
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A morte de Diego Maradona foi confirmada nesta quarta (25) pelo jornal argentino Clarín


Nesta quarta-feira (25), o jornal argentino Clarín confirmou a morte de  Diego Maradona , apontado como o maior jogador da história do futebol argentino e dos principais da história .  A repercussão tomou conta das redes sociais, inclusive entre nomes da política, como o ex-presidente Lula.

O ex-presidente Lula  usou seu perfil do Twitter para tecer elogios a Maradona e agradecer por “toda sua solidariedade com as causas populares e com o povo brasileiro”. “Maradona jamais será esquecido”, escreveu.

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Marina Silva , política filiada à Rede Sustentabilidade, expressou suas condolências aos familiares e fãs de Maradona em rede social: “O mundo do futebol está em luto hoje. Perdeu um dos seus grandes talentos, o jogador argentino Diego Armando Maradona. Que Deus conforte seus familiares, toda a sua legião de fãs e admiradores do seu habilidoso futebol.”



Em seu perfil do Twitter, o candidato à Prefeitura de São Paulo, Guilherme Boulos , agradeceu o craque pelas conquistas. “Hoje perdemos Maradona, o “mais humano dos deuses”, nas palavras de Galeano. Obrigado por tudo, gênio!”, disse.

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O governador de São Paulo, João Doria , afirmou receber o falecimento com tristeza. “Recebo com pesar mais uma triste notícia: a morte de Diego Maradona, maior jogador da história do futebol argentino e uma das maiores estrelas do esporte no mundo. Meus sentimentos aos familiares e amigos”, escreveu.



O Senador pelo Amapá,  Davi Alcolumbre, lembrou a conquista de Maradona como campeão mundial em 1986 e afirmou que a morte do jogador “deixa toda a Argentina e o futebol mundial de luto”.




*Esta matéria está em atualização



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46% dos brasileiros acham que Doria combate a pandemia melhor que Bolsonaro

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Aprovação de Doria é maior que a de Bolsonaro
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Aprovação de Doria é maior que a de Bolsonaro

46% dos brasileiros consideram que o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), faz mais contra a pandemia de Covid-19 do que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Os dados são do Datafolha, que realizou pesquisa nacional entre os dias 20 e 21 de janeiro.

Do outro lado, 28% dos entrevistados acham que Bolsonaro combateu melhor a pandemia do que Doria; 13% não souberam responder; 11% disseram que nenhum deles se empenhou o suficiente; e 2% acreditam que ambos combateram a crise .

Os dados são homogêneos em todas as regiões do Brasil, mas mudam quando o assunto é o cuidado em relação à pandemia . Tanto os que têm medo do vírus quanto os tomam mais cuidados preferem Doria a Bolsonaro.

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Entre os brasileiros que se dizem com “muito medo” do novo coronavírus (Sars-Cov-2), 57% acreditam que Doria fez um trabalho melhor, contra 19% que preferem Bolsonaro. Já entre quem diz não temer a pandemia, 46% acham que o presidente faz um trabalho melhor, contra 24% que apoiam o trabalho do governador .

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Seguindo a mesma lógica, quem segue uma vida normal durante a pandemia acredita que Bolsonaro age melhor que Doria: 46% contra 28%. Já dentre os isolados, 57% acham que Doria lida melhor com a crise de saúde, contra 22% que seguem apoiando Bolsonaro.

Presidente mal valiado

Em relação à última pesquisa, feita no início de dezembro, cresceu de 42% para 48% o número de brasileiros que acham o desempenho de Bolsonaro ruim ou péssimo no que diz respeito ao combate à pandemia . 26% aprovam o trabalho do presidente em relação ao tema (em dezembro, eram 30%).

Apesar da má avaliação , o presidente não é considerado culpado pelas quase 220 mil mortes de Covid-19 no país por 47% dos brasileiros – em dezembro, eram 52%. 39% acreditam que Bolsonaro é um dos culpados, mas não o principal; 11% apontam ele como o único responsável.

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