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Lua Cheia em Aquário: agir para o coletivo

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João Bidu

Lua Cheia em Aquário: agir para o coletivo
Lúcia Agostinho

Lua Cheia em Aquário: agir para o coletivo

Nesta sexta-feira, 23 de julho, às 23h36, a Lua chega na fase Cheia, em Aquário. A Lua Cheia traz forças de consolidação de objetivos, mostrando que é momento de colheita daquilo que estamos plantando neste ciclo. 

Esta é a fase de você analisar quais são os frutos que você está colhendo. Eles são positivos? São exatamente o que você plantou? E, ainda, se não percebe que está colhendo frutos, é importante ter consciência de que, muito provavelmente, você deixou de plantar.

A Lua Cheia acontecendo em Aquário, o signo das relações sociais, indica que é preciso refletir sobre o quanto, em seus objetivos, você está levando em consideração necessidades que não são apenas suas, mas que também são de todos, pois isto é o que, efetivamente, traz maiores resultados.

É necessário também perceber o quanto as pessoas com quem se relaciona socialmente são positivas para a sua jornada.

A Lua Cheia estará em um aspecto de oportunidade com Vênus em Virgem, chamado quincunce. Este aspecto nos mostra que, quanto mais gentis e prestativos somos com as pessoas ao nosso redor, usando esta prestatividade a favor do coletivo, maiores serão também os nossos resultados. Os melhores resultados são aqueles que favorecem a todos.

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Banho para a Lua Cheia em Aquário

Esta Lua Cheia favorece as nossas relações sociais e também os nossos projetos. Então, que tal fazer um banho de ervas para intensificar ainda mais estas energias positivas e concretizar nossos desejos?

Você vai precisar de:

  • 3 galhos de alecrim para atrair energias positivas
  • 3 galhos de manjericão para conexão com a nossa fé
  • 7 cravos da índia para atrair os desejos

Você viu?

Aqueça cerca de 1 litro de água e, antes de ferver, desligue o fogo. Coloque as ervas e deixe abafar até ficar em temperatura agradável. Faça o banho do pescoço para baixo.

Texto: Lucia Agostinho

Instagram: @lucia_agostinho

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Fonte: IG Mulher

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6 dicas para o seu cão e gato terem uma boa relação!

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6 dicas para o seu cão e gato terem uma boa relação!
Reprodução: Alto Astral

6 dicas para o seu cão e gato terem uma boa relação!

Nem sempre é fácil escolher entre cachorros e gatos, assim há quem opte por ter os dois e criá-los juntos. No entanto, a rivalidade entre as espécies é histórica, servindo até mesmo de pano de fundo para filmes, como o longa infantil ‘Como Cães e Gatos’, de 2001.

Dessa forma, muitos pais de pets sentem certo receio na hora de introduzir um gatinho em um ambiente já dominado por um cão, e vice-versa. Afinal, tal mudança é carregada por diversas dúvidas, muito embasadas nas diferenças entre as espécies, como: será que eles podem realmente conviver juntos? Será que o processo é trabalhoso? Será que teremos muitas brigas em casa?

Assim, para entender melhor sobre o assunto e ajudar você que está passando (ou pretende passar) por essa mudança, o Alto Astral conversou com a veterinária especialista em Bem-Estar Animal Rosangela Ribeiro Gebara.

Para ela, as duas espécies podem viver juntas, sim! Além de estabelecerem laços afetivos, cães e gatos podem brincar, dormir e comer juntos.

Contudo, assim como os seres humanos, alguns cachorros e gatos, quando juntos, apenas se toleram, já que levam estilos de vida distintos e, por isso, seguem algumas regras. “Os gatos circulam no habitat gostam de dominar o ambiente, e os cães, quando invadem essa intimidade, podem irritar o gato”, explica Rosangela, que também é membro da Comissão Técnica de Bem-Estar Animal do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo

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Assim, para aqueles donos de cachorros e gatos que estão com dificuldade em se adaptarem facilmente, listamos 6 dicas que podem ajudar seu cão e gato viverem em harmonia . Confira abaixo:

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  • Apresente eles pouco a pouco, não force a amizade! Uma boa opção é começar a interação através de uma porta de vidro, por exemplo, ou seja, uma barreira que possibilite com que eles se enxerguem e se sintam acolhidos pelo tutor;
  • Sirva alimentos apetitosos aos dois, todos os dias quando eles estiverem lado a lado;
  • Se não tiver um portãozinho, mantenha o cachorro na coleira e o gato do outro lado da sala;
  • Deixe-os cheirar um ao outro com calma, falando palavras doces e num tom ameno. Sentir o cheiro um do outro é muito importante na apresentação de cães e gatos;
  • Sempre que estiverem juntos, faça muito carinho em ambos e ofereça guloseimas para ambos – eles devem associar o carinho e guloseima ao fato de estarem um com o outro;
  • Observe bem os dois animais em busca de sinais de alerta. A linguagem corporal deles diz muito também. Sinais como pelo eriçado, rosnar, latir e arranhar, dizem que é hora da distração e separação, antes que haja estresse ou brigas.

Vale ressaltar que se o seu cão ou gato for muito bravo, estressado ou até mesmo se tiver algum histórico de ataque a outros animais, vale procurar a ajuda de um profissional em comportamento animal ou adestrador experiente com esse tipo de socialização.

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Todavia, a veterinária comenta que, apesar do processo não ser necessariamente fácil, vale o esforço. “São raríssimos os casos em que os animais não se acostumam de jeito nenhum, vale a pena tentar sempre com segurança. Muitas vezes os cães e gatos desenvolvem uma amizade verdadeira e fazem companhia um ao outro”, observa.

Por fim, Rosangela destaca ainda que mesmo no caso daqueles que se dão bem e conseguem ser amigos, são necessários alguns cuidados, como lembrar de deixar a comida do gato em um local alto para que somente ele tenha acesso e o cão não coma toda a ração dele, ou vice-versa, isolando a comida do cachorro. Isso porque as rações têm finalidades e índices calóricos diferentes para ambas as espécies.

Além disso, mantenha a vacinação dos seus bichinhos em dia e consulte sempre um médico veterinário.

Fonte: Rosangela Ribeiro Gebara, membro da Comissão Técnica de Bem-Estar Animal do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo (CRMV-SP), é graduada em Medicina Veterinária e mestre Ciências de Animais pela Universidade de São Paulo e especialista em Bem-Estar Animal (Cambridge e-Learning Institute) e Bioética (USP). Gerencia programas da World Animal Protection com foco em animais de companhia e em situações de desastres.

Fonte: IG Mulher

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