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LNF: Carlos Barbosa vence de virada o Atlântico fora de casa

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Em Erechim (RS), neste domingo (18), o Carlos Barbosa venceu o Atlântico por 5 a 2 dentro do ginásio do adversário, o caldeirão do Galo, jogo transmitido ao vivo da TV Brasil,. As duas equipes estão classificadas às oitavas de final da Liga Nacional de Futsal (LNF), mas o vencedor do clássico gaúcho chegou a 20 pontos e subiu para a vice-liderança do Grupo B. O líder da chave é o Joinvile, porém tem três jogos a menos. Já o Atlântico segue com 16 pontos, na quarta colocação do grupo.

O primeiro tempo da partida começou com o domínio dos donos da casa. Aos três minutos, Silva abriu o marcador. O Carlos Barbosa reagiu, mas parava nas milagrosas defesas do goleiro Jackson. Apesar da pressão dos visitantes, quem voltou a marcar foi o Atlântico com a canhota de Dil, de falta, aos 18. Foi também numa cobrança de tiro livre, cobrado no canto esquerdo, que Fernando diminuiu para a Laranja Mecânica.

Na segunda etapa, o Carlos Barbosa voltou com tudo. Logo aos dois minutos, Pedro Rei empatou a partida. A virada viria em seguida, com Lê aos cinco minutos, após mais um chute que contou com um desvio para superar o arqueiro do Atlântico. No desespero, o Galo apelou para o goleiro linha (quando o goleiro assume a função de jogador). A tática não deu certo. Pedro Rei fez mais um, o quinto dele no campeonato. No segundo final do jogo, Lê marcou mais uma vez, acertando um chute de longa distância, selando a vitória emocionante do Carlos Barbosa.

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“Jogo difícil, clássico. A gente veio pra recuperar os pontos que eles tiraram da gente. Agora, é manter a mesma garra e atitude contra o Blumenau, antes entrar no playoff com essa mesma força”, avaliou Lê ao final do duelo.

Esta foi a segunda vez que os times rivais se enfrentaram este ano na LNF. Em 1º de setembro, o Atlântico levou a melhor, vencendo o Laranja Mecânica por 4 a 2, em Carlos Barbosa (RS). 

Edição: Cláudia Sores Rodrigues

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EUA e Reino Unido denunciam Rússia por ciberataques contra Olimpíada

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O Reino Unido e os Estados Unidos condenaram nesta segunda-feira (19) o que chamaram de ciberataques que teriam sido orquestrados por agentes de serviços de espionagem russos, incluindo tentativas de atingir os Jogos Olímpicos de Tóquio.

Autoridades britânicas e norte-americanas afirmaram que os ataques foram conduzidos pela Unidade 74455 da agência de espionagem militar russa GRU, também conhecida como Centro Principal de Tecnologias Especiais. O Departamento de Justiça dos EUA afirmou que seis membros da unidade tiveram papéis importantes nos ataques contra alvos que variaram desde a Organização para a Proibição de Armas Químicas às eleições de 2017 na França. As acusações envolvem quatro anos de atividades entre 2015 e 2019.

As autoridades dos EUA não comentaram se o momento da revelação, há poucas semanas da eleição nos Estados Unidos, foi escolhido para alertar sobre a atividade de grupos de hackers apoiados por governos estrangeiros. Já autoridades britânicas afirmaram que os hackers do GRU também conduziram operações de “ciber reconhecimento” contra os organizadores dos Jogos Olímpicos de Tóquio, que seriam realizados neste ano, mas acabaram sendo adiado para 2021 por causa da pandemia do novo coronavírus (covid-19).

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As autoridades britânicas se recusaram a dar mais detalhes sobre os ataques ou a afirmar se foram bem sucedidos, mas disseram que tinham como alvo os organizadores das Olimpíadas, fornecedores e patrocinadores. O secretário do Exterior do Reino Unido, Dominic Raab, afirmou que as “ações do GRU contra as Olimpíadas são cínicas e imprudentes. Condenamos elas nos termos mais fortes possíveis”.

O vice-diretor da polícia federal dos EUA (FBI) David Bowdich afirmou: “O FBI repetidamente tem alertado que a Rússia é um adversário altamente capaz em ciberataques e a informação revelada neste indiciamento ilustra como as atividades cibernéticas da Rússia são invasivas e destrutivas”.

Em dezembro de 2019, a  Rússia foi banida dos Jogos Olímpicos por quatro anos por causa de acusações de doping de seus atletas.

As autoridades britânicas e norte-americanas afirmaram nesta segunda-feira (19) que os hackers russos se envolveram em outros ataques, como o que comprometeu sistemas de computadores dos Jogos de Inverno em 2018, durante a cerimônia de abertura na Coreia do Sul. Este ataque comprometeu centenas de computadores, derrubou acesso à internet e interrompeu as transmissões de mídia.

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