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LG anuncia novos fones de ouvidos autoesterelizantes com cancelamento de ruído

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Redação Olhar Digital

LG anuncia nova geração de fones autoesterilizantes com cancelamento de ruído

A LG continua apostando na tecnologia de fones sem fios autoesterilizantes . A empresa atualizou a linha Tone Free, que conta com um case de recarga que também emite luz UV para eliminar micro-organismos, com o modelo FN7, que conta com cancelamento ativo de ruído para abafar o barulho externo.


Os fones da LG contam com três microfones que captam o som externo; a partir daí, o equipamento é capaz de emitir a frequência oposta para os canais auditivos do usuário, abafando os ruídos sem precisar aumentar demais o volume. A LG promete que sua tecnologia consegue anular os sons externos “quase completamente”.

O uso da função tem seu ponto negativo, no entanto. A LG diz que, enquanto o cancelamento ativo está desligado, os fones contam com uma autonomia de 7 horas de uso; quando o recurso está ligado, no entanto, a autonomia cai para 5 horas.

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O case com luz UV também funciona como carregador, como é a regra para qualquer fone de ouvido dessa modalidade totalmente sem fios. Quando a caixinha é incluída na equação, o total de horas de uso sobe para 15 horas com o cancelamento de ruído e 21 horas sem, o que significa que ela comporta duas cargas completas. O acessório também conta com um LED externo para monitorar o nível de bateria.

Em relação ao áudio, a LG destaca que o fone foi produzido em parceria com a companhia de áudio Meridian, que tem colocado seu nome nos produtos de áudio da coreana, para “recriar um palco sonoro realista que simula a experiência de ouvir alto-falantes reais enquanto entrega vocais com qualidade perfeita”, diz a empresa.

O FN7 começou a ser vendido na Coreia do Sul pelo preço sugerido de 219 mil wons coreanos, que equivalem a cerca de R$ 1.100. A LG diz que o produto será distribuído também no restante da Ásia, na Europa e na América do Norte até o fim do ano. Ainda não há previsão para o Brasil.

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Facebook e Instagram vão remover fake news sobre vacinas da COVID-19

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Victor Hugo Silva

Facebook e Instagram vão remover fake news sobre vacinas da COVID-19

O avanço de alguns países  rumo a campanhas de vacinação contra a COVID-19 levou o Facebook a anunciar ações que serão tomadas sobre fake news relacionadas ao tema. A empresa afirmou que, nas próximas semanas, começará a remover posts com alegações falsas sobre vacinas. A medida também vale para o Instagram.

Em comunicado, o Facebook afirmou que a decisão de remover fake news sobre o novo coronavírus faz parte de sua política de impedir a desinformação que pode causar danos físicos aos usuários . Com o anúncio, a companhia promete excluir afirmações falsas sobre segurança, eficácia, componentes e efeitos colaterais das vacinas.

Isso inclui as acusações falsas de que as vacinas seriam usadas para implantar microchips na população ou de que teriam componentes que não são listados oficialmente. Os posts também serão removidos se promoverem teorias da conspiração sabidamente falsas como a de pessoas que estariam sendo usadas sem seu consentimento para testes da eficácia das vacinas.

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O Facebook informou ainda que, mesmo depois de implementar as medidas, vai receber a orientação de autoridades de saúde pública para continuar atualizando a lista de afirmações que serão removidas à medida em que novos fatos sobre a COVID-19 forem descobertos.

Facebook combate fake news com Google e Twitter

Este não é o primeiro posicionamento do Facebook para combater as fake news sobre vacinas. Em novembro, a empresa se uniu com Google e Twitter , além de agências de checagem de fatos e órgãos governamentais, em uma iniciativa para combater a desinformação relacionada a este assunto.

Organizada pela Full Fact , entidade que atua contra informações falsas, a ação pretende se antecipar a uma onda de fake news em meio ao avanço do desenvolvimento das vacinas contra o novo coronavírus. O Facebook já proíbe anúncios com discurso anti-vacina e o YouTube exibe avisos com fatos sobre vacinas da COVID-19.

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