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Lei Beto Caliman para diretor (a) de escolas é promulgada em Anchieta

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Um avanço na democracia de Anchieta. Lei Beto Caliman para eleições diretas para diretor (a) e vice-diretor (a) é promulgada pelos vereadores anchietenses, está semana. Agora a partir do próximo ano escolar os alunos vão eleger quem comandara os destinos dos colégios. O objetivo da Lei Beto Caliman é dar vez, voz e voto aos alunos. Além de permitir aos professores (as), de fazer democracia plena nas escolas.

Para se chegar a um final feliz, levou mais de um ano, com inúmeras reuniões com o magistério, pais, alunos, vereadores e demais. Para Beto Caliman (PSD), foi uma vitória de todos: “ A escola é uma extensão de nossas famílias. Nada mais justo do que levarmos a democracia até todos os distritos da Terra do Santo Padre. Com os pais, podendo conhecer quem vai comandar a escola onde seus filhos passam boa parte de seu tempo”.

 

Entenda como se chegou a Lei Beto Caliman

 

Inúmeras discussões, debates e defesa da democracia na rede municipal de ensino foram feitas. O Projeto de Lei 45/2019 que determina ELEIÇÕES ESCOLARES PARA DIRETOR (a), E VICE- DIRETOR (a), de autoria de Beto Caliman se transformou na Lei 1423/2020. Ficando popularmente conhecida como Lei Beto Caliman.

Sendo este um momento histórico para a educação, mesmo a Lei sendo promulgada pela Câmara, o que lhe dá a força de Lei. Como não houve veto do prefeito, a lei foi aprovada pelos vereadores. Seguiu o passo a passo do tramite desta Lei.

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Para Beto sua ação foi um compromisso com as professoras (es), pais e alunos, servidores das escolas e demais: “ Ser vereador comprometido com o povo tem que ter trabalho comprovado e aprovado. Com muita humildade apresento mais esta colaboração que pude dar, agradeço a todos (as) que contribuíram”.

 

Professores elogiam Lei Beto Caliman

Para dezenas de professoras (es), a Lei Beto Caliman para se eleger diretamente diretoras (es), e vice-diretor (a), foi um ato que entra para a história da Terra do Rio Benevente. Pois já havia muitos debates no chamado “chão das escolas”, que onde os problemas alusivos ao dia a dia escolar são conversados. Uma delas Alexandra Teixeira Florentino mais conhecida como “Professora Branca”, declarou que: “ Beto tirou nota dez e passou de ano, como o melhor aluno da cidade”, para se usar um temo bem colegial: “ Quem mais entende dos problemas e soluções das escolas, são os alunos e professores. Agora eles comandaram de fato e de direito os destinos dos colégios. Temos muito a agradecer ao vereador por tornar a Lei Beto Caliman uma realidade, para através do voto direto elegermos quem comandar as instituições de ensino de nossa terra”.

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Alunos e responsáveis reagem positivamente

Já centenas de alunos e alunas se manifestaram favoráveis a Lei Beto Caliman. Umas delas Talita Rodrigues de 15 anos que estuda no colégio Amarilis Fernandes Garcia disse: “ Achei ótima a Lei Beto Caliman pois assim nos mesmos escolheremos quem vai comandar os destinos da escola”. Já Guilherme Simões Neves de 15 anos declarou: “ É uma boa, pois podemos pleitear na época da eleição, um representante dos alunos no conselho escolar. Para podermos fazer eventos como grupo de teatro, esportes e demais”. Por sua vez Ladejene Santos Portela, mãe de Mamuelly Santos Portela de 15 anos, que é aluna da escola Élcio Garcia do Balneário de Ubu, destacou que na eleição vai pleitear um tema: “Sempre quis opinar sobre a merenda, pois defendo que a comida servida as 9:00 seja bem leve, com pouco carboidrato. Adorei a Lei”.

 

Entenda a Lei Beto Caliman

Tem direito a voto os alunos com mais de 16 anos, que giram em torno de três mil e quinhentos, professores efetivos, comissionados e designação temporária (Dts), responsáveis pelos alunos. Pode se candidatar professores (a), efetivos. Os demais itens da Lei Beto Caliman podem ser pesquisados no faceboock Beto Caliman Quinteiro ou no site da Câmara Municipal de Anchieta.

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Política

Deputada repercute dados sobre fome no ES

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Nos pronunciamentos da sessão ordinária híbrida desta terça-feira (22), a deputada Janete de Sá (PMN) destacou dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que apontam 10,3 milhões de pessoas morando em domicílios com insegurança alimentar grave. Os números integram a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2017-2018: Análise da Segurança Alimentar no Brasil. “É um contingente altíssimo de pessoas vivendo na miséria e com fome, e o cenário é pior em famílias chefiadas por mulheres e entre negros”, destacou a parlamentar.

De acordo com a deputada, o estudo indica que no Espírito Santo são 47 mil domicílios com insegurança alimentar grave, 85 mil moderada e 293 mil com conceito leve, um total de 425 mil domicílios que sofrem de algum tipo de insuficiência nutricional. “Ali está se falando de domicílio. Se multiplicarmos por uma média de três pessoas em cada lar, percebemos o drama de milhares de capixabas, sendo 141 mil vivendo com fome, o que tende a agravar com a pandemia”, ressaltou.

Dessa forma, Janete de Sá justificou a importância da regulamentação da Lei 11.137/2020. A norma de iniciativa da parlamentar visa fomentar a organização e modernização da produção e melhorar o escoamento dos produtos da agricultura familiar. “Vai estimular a produção dos pequenos agricultores, e favorecer a aquisição desses produtos pelos órgãos públicos, principalmente para hospitais, presídios, escolas e outras entidades. Ao regulamentar a lei vamos ajudar um setor econômico primordial no Estado e ajudar a diminuir essa tragédia que assola famílias capixabas”, concluiu.

Educação e economia

Já o deputado Enivaldo dos Anjos (PSD) elogiou o desempenho do Estado nos setores da economia e da educação. “Mesmo com todas as dificuldades que vários estados na nação têm passado com a pandemia, o Espírito Santo vem se destacando nas finanças públicas, no desempenho da educação e na área da saúde. Percebemos que estamos preparados para o pós-pandemia”, avaliou o parlamentar.

Segundo Enivaldo, nosso estado, antes o “patinho feio” da região Sudeste, vai avançar de forma mais forte na atração de investimentos e geração de empregos, por ter mostrado eficiência e competência. “Se não fosse uma gestão pública organizada e competente, seria um primo pobre. Mas, hoje podemos nos orgulhar, e devemos fazer mídia nacional desse aspecto”, exaltou.

Julgamento do STF

Continuando o assunto levantado na tribuna durante a sessão de segunda-feira (21), o deputado Sergio Majeski (PSB) se mostrou indignado com o pedido de cancelamento, por parte do governo do Estado, do julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 5691.

A ação é originária de denúncia feita pelo parlamentar sobre o descumprimento do Artigo 212 da Constituição Federal que estabelece que 25% da receita corrente líquida deverá ser aplicada em despesas de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino (MDE). “Acredito que a ministra Rosa Weber não vai cair nessa manobra, uma tentativa de enganar a relatora da ação. É uma afronta à inteligência e à capacidade de interpretação dos ministros do STF”, protestou.

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Violência contra a mulher

Os 14 anos da vigência da Lei Maria da Penha neste dia 22 de setembro foram lembrados pela deputada Raquel Lessa (Pros). “É considerada uma das três melhores legislações do mundo no enfrentamento à violência contra as mulheres. Contribuiu para uma diminuição de cerca de 10% na taxa de homicídios contra mulheres. Temos que comemorar”, destacou em sua fala.

A deputada lembrou, ainda, que a denúncia pode ser feita em qualquer delegacia ou pelo telefone 180, de forma anônima e gratuita. “Vamos nos conscientizar, conscientizar quem está à nossa volta, criar filhas que saibam se defender, criar filhos que saibam tratar as mulheres com respeito, paciência e carinho”, aconselhou.

A deputada Janete de Sá parabenizou a fala e lembrou que a Procuradoria Especial da Mulher na Assembleia Legislativa, que funciona no Espaço Cidadão, não está funcionando para atendimento presencial devido à pandemia, mas mantém atendimento pelo telefone (27) 3182-2246 e pelo e-mail [email protected] “Estamos dando as orientações necessárias para cada caso. É um ambiente acolhedor, que protege as mulheres, que faz legislação no sentido de fortalecer as mulheres do Espírito Santo”, acrescentou.

Violência contra crianças

Já o deputado Pr. Marcos Mansur (PSDB) pediu atenção à violência infantil: “Em 2019, no Brasil, foram quase 87 mil denúncias de violações de direitos de crianças e adolescentes, pelo Disque 100. E em 63% dos casos apurados, os abusos são cometidos pelos cuidadores, parentes próximos”. O parlamentar ressaltou que vai pedir celeridade a um projeto de lei em tramitação, que dispõe sobre a criação dos programas ‘Criança Consciente’ e ‘Adolescente Consciente’, ambos de prevenção a violência e abusos.

Setor de eventos

O deputado Torino Marques (PSL), que presidiu toda a sessão, falou sobre a regulamentação do socorro financeiro do governo federal para o segmento de cultura do Estado. De acordo com o parlamentar, o valor será repassado pela Secretaria de Estado da Cultura e de modo retroativo. “Vem um pouco tarde, mas vai ajudar. Sabemos que o setor de eventos será provavelmente o último a voltar ao normal, pois vive essencialmente de aglomerações, de público. É angustiante”, manifestou. O deputado colocou o gabinete da Comissão de Cultura e Comunicação à disposição dos artistas, para ajudar e esclarecer o que for necessário.

Setembro Amarelo

O mês de prevenção ao suicídio voltou a ser pauta na tribuna, desta vez no pronunciamento do deputado Dr. Rafael Favatto (Patri). “Precisamos quebrar o tabu e falar de duas questões importantes: depressão e suicídio. Especialistas afirmam que a depressão será a nova pandemia e hoje nós temos o cenário propício para o adoecimento, com isolamento social, medo de ser infectado pelo vírus, as questões econômicas e sociais, medo de morrer. Com isso devemos nos preocupar com o aumento de casos de suicídio também”, ressaltou.

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O deputado explicou que o suicídio tem etapas: a ideia, o planejamento e, depois, a ação. “Se as pessoas falarem sobre o sofrimento, isso pode trazer alívio e conforto. Quem quiser, pode ligar para o Centro de Valorização da Vida (CVV), que atende voluntária e gratuitamente, sob total sigilo, pelo telefone 188. Temos que olhar com carinho e cuidado para o próximo”, alertou.

Ordem do Dia

Mais uma vez não houve análise dos vetos e dos projetos que fazem parte da Ordem do Dia. O presidente da Comissão de Justiça, deputado Gandini (Cidadania), manteve o prazo regimental solicitado na sessão ordinária híbrida de ontem (21). Assim, a pauta continuou trancada. Entretanto, ele prometeu liberar os pareceres a respeito dos vetos governamentais na sessão desta quarta-feira (23).

Dentre os vetos aguardando análise está o referente ao Projeto de Lei (PL) 713/2019, do Delegado Lorenzo Pazolini (Republicanos), que proíbe cláusula de fidelização nos contratos de prestação de serviços. Outras três iniciativas vetadas tratam da pandemia do novo coronavírus e seus efeitos no Estado.

O PL 389/2020, de Bruno Lamas (PSB), dispensa a apresentação de pedido médico para a realização de exames sorológicos de Covid-19; o PL 378/2020, de Sergio Majeski (PSB), estabelece como obrigatório o teste da Covid-19 nas amostras de sangue de doadores e o PL 358/2020, de Carlos Von (Avante), garante aos estudantes da área médica a conclusão de seus estágios curriculares obrigatórios em meio à pandemia.

Novos projetos

Quatro novas proposições foram lidas no Expediente para simples despacho e começaram a tramitar na Casa. Uma delas é o PL 496/2020, do Executivo, que dispõe sobre a aplicação, no âmbito do Estado, das ações emergenciais destinadas ao setor cultural instituídas pela Lei Federal 14.017/2020. A matéria deve passar pelas comissões de Justiça, Cultura e Finanças.

O PL 499/2020, do Coronel Alexandre Quintino (PSL), acrescenta item ao Anexo I da Lei 10.974/2019, conferindo ao município de Itapemirim o título de “Capital Estadual do Atum”. A proposição vai ser avaliada pela Comissão de Justiça.

As outras duas propostas são de autoria de Bruno Lamas (PSB). O PL 500/2020 institui o Fundo de Modernização do Tribunal de Contas do Espírito Santo (FMTCE/ES). O projeto vai ser analisado pelos colegiados de Justiça, Cidadania, Infraestrutura e Finanças.

Já o Projeto de Resolução (PR) 16/2020 altera a nomenclatura da Seção II, do Capítulo XI, do Título VII e acrescenta o artigo 269-A, passando a vigorar com a nomenclatura, “da Tribuna Popular e da Tribuna Acadêmica”, ambos da Resolução 2.700/2009 (Regimento Interno). A iniciativa vai tramitar pelas comissões de Justiça, Cidadania, Educação, Finanças e pela Mesa Diretora. 

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