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Jubileu da Faesa é celebrado na Assembleia

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Os 50 anos da Faesa foram celebrados em sessão solene realizada na Assembleia Legislativa do Espírito Santo, na noite de quarta-feira (22). O proponente da solenidade, deputado Dr. Emílio Mameri (PSDB), entregou uma placa comemorativa ao reitor da instituição, Alexandre Nunes Theodoro.

Além da placa, foram distribuídos 33 certificados a pessoas que marcaram a história do centro universitário, além de comenda à pró-reitora da Faesa, Carla Letícia Alvarenga.

A homenageada foi condecorada com a Comenda Loren Reno, dedicada a personalidades que se destacam em diversas áreas, dentre elas, a educação. “Ser Faesa é viver a educação com a clara missão de promover o desenvolvimento social por meio do conhecimento, com olhar dedicado ao desenvolvimento das pessoas, com a responsabilidade de formar profissionais diferenciados, preparados para o mercado de trabalho e para serem elementos de transformação da sociedade”, afirmou.

Pioneirismo

O proponente da solenidade destacou o pioneirismo da instituição, lembrando os seus fundadores. “O exemplo visionário do Dr. Antário e da dona Waldeth de oferecer curso superior particular para quem trabalhava durante o dia e queria transformar a vida e a carreira, mas não tinha opção. O único espaço para formação superior na época era a Ufes. Aqui, a Faesa favoreceu e ainda favorece a concretização de muitos sonhos”, destacou o parlamentar.

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Mameri também falou sobre a valorização do ser humano. “A Faesa atua na área da educação. E quem atua com educação, como eu atuei por mais de 40 anos, sabe que o legado chega a ser incalculável. São muitas vidas transformadas. A empresa precisa e deve cuidar dos números, mas como uma empresa que optou por ser uma instituição de educação, o cuidado tem como foco as pessoas. No caso da Faesa, desde o ensino infantil até a pós-graduação, além dos demais negócios do grupo”, complementou.

Também homenageado na solenidade, o reitor da Faesa, Alexandre Nunes Theodoro, deu destaque à equipe de trabalho do centro universitário. “Essa equipe extraordinária é responsável por todas as nossas conquistas. Só nós sabemos os desafios diários que enfrentamos. Muitos integrantes da equipe passam mais tempo na Faesa do que com as suas famílias. Toda essa dedicação e compromisso com o nosso propósito nos une como uma família, a Família Faesa, que luta lado a lado todos os dias, dividindo desafios e vitórias”, apontou.

O gestor falou sobre o segredo para atravessar meio século se dedicando à educação. “A resposta para a minha pergunta de como chegar aos 50 anos com o mesmo propósito, está no nosso maior capital: as pessoas que construíram suas histórias a partir da Faesa: equipe, alunos, egressos e parceiros de mercado. E baseado nessa resposta, não tenho dúvida de que estamos prontos para mais 50 anos”, concluiu.

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Homenageado com a placa 

  • Alexandre Nunes Theodoro

Homenageada com a Comenda Loren Reno

  • Carla Letícia Alvarenga Leite

Homenageados com certificado

  • Alessandra Monteiro Pattuzzo Caetano
  • Alexandre Nunes Theodoro
  • Amanda Kazik Repossi
  • Antário Alexandre Theodoro Neto
  • Antonio de Melo Cabral
  • Carine da Silva Cardoso
  • Caroline de Paula Corrêa Bezerra
  • Daniel Bruno Piva Theodoro
  • Daniela Cardozo Theodoro
  • Darcy Carlos de Souza
  • Denise Franzotti Togneri
  • Denise Maria Chane
  • Edileuza Maria da Silva Domingos Ferreira
  • Erthelvio Nunes Junior
  • Gleimarcia Barcelos Pereira
  • Guilherme Alexandre Nunes Theodoro
  • Henrique Alexandre Cardozo Theodoro
  • José Alexandre Nunes Theodoro
  • Karla Stefani Teixeira Martins
  • Lourival Antonio Cristofoletti
  • Maely Coelho Filho
  • Marciane Jahring 
  • Maria Rita Soares Miguel
  • Marilene Lemos Mattos
  • Maristela Cola Santolin
  • Maurílio José Martins
  • Rober Marcone Rosi
  • Rogério Muniz Salume
  • Sayury Silva de Otoni
  • Sirlene Motta de Carvalho
  • Tânia Regina Pothin
  • Vitor Nunes Rosa
  • Wilson Seibel

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Política

Deputados comentam PEC “Kamizake”

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A sessão ordinária da Assembleia Legislativa (Ales) desta segunda-feira (4), no Plenário Dirceu Cardoso, contou com dois pronunciamentos dos parlamentares sobre projeto que tramita no Congresso Nacional e que eleva o teto dos gastos do governo federal ainda nestes últimos seis meses de 2022.
 
A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 1/2022, apresentada por dezenas de senadores, e que tramita no Congresso, foi tema dos discursos dos deputados Sergio Majeski (PSDB) e Iriny Lopes (PT). A iniciativa institui medidas como aumento do vale-gás para R$ 120 e do valor do Auxílio Brasil de R$ 400 para R$ 600, além da criação de auxílio de R$ 1 mil para caminhoneiros autônomos. Já aprovada no Senado, a proposta está agora em tramitação na Câmara Federal.

A iniciativa, conhecida como PEC Kamikaze, deve exigir do governo federal o desembolso de bilhões de reais e os custos, segundo analistas, devem ser transferidos para o próximo governo.

Fotos da sessão ordinária

Ao comentar o assunto, Majeski considerou o projeto meramente eleitoreiro, pois, na avaliação do deputado, não há recursos para cobrir tais gastos que, fatalmente, deverão recair sobre o próximo governo. “A gente viu na semana passada a redução dos combustíveis, reduzindo o ICMS dos estados, o que por si só já é um problema porque nenhum estado no Brasil tem folga. Todos estão na margem entre aquilo que arrecadam e o que gastam. Sendo que alguns já estão praticamente falidos, como Minas Gerais. A redução do ICMS, da forma como foi feita, incide diretamente na redução dos investimentos em duas áreas: educação e saúde. Essas medidas têm uma conotação mais eleitoral do que efetivamente de preocupação de resolver um problema”, apontou Majeski.

O parlamentar alertou que a chamada PEC “Kamikaze” deve gerar gasto bilionário para o governo federal. “Muito provavelmente, o governo federal não tem R$ 41 bilhões de reais sobrando para o Auxílio Brasil e para os caminhoneiros. A PEC ainda possibilita que o governo federal altere a qualquer momento o teto de gastos, e isto faltando três meses para as eleições. Se você faz um gasto até 31 de dezembro, isso vai ser jogado para o ano que vem. O próximo governo que entrar é que vai ter que lidar com a situação. E quem vai pagar essa conta? As mesmas pessoas que acham que estão sendo beneficiadas hoje. Quem paga é a sociedade, sobretudo os mais pobres”, criticou o deputado.
 
Quem também teceu comentários sobre a proposta foi a deputada Iriny Lopes (PT). “Nós estamos num processo eleitoral duríssimo. O que se disputa no Brasil hoje é a barbárie e a civilização. Obviamente, que o chamado pacote da boa vontade é uma declaração pública da falência da economia brasileira. Se não tivéssemos uma inflação desenfreada, maior dos últimos 26 anos, se não tivéssemos os preços dos combustíveis sendo determinados pela bolsa de valores e por dólares, a nossa economia não estaria desse jeito”, observou.

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Quilombolas

A deputada Iriny Lopes (PT) pediu apuração rigorosa sobre denúncias feitas por quilombolas de Sapê do Norte, em São Mateus, que teriam sido alvo de violência física praticada por seguranças da empresa Suzano, além de ameaça de avançar sobre o grupo com tratores.

“O Espírito Santo é sempre marcado pela violência. É sempre marcado pela intolerância contra negros, contra negras, contra o pobre, contra mulheres. Nós temos que acabar com isso, nós temos que ser outro tipo de estado. Não podemos ser um estado privatizado, onde empresas, sejam elas quais forem, possam ter a sua segurança determinando para onde e o que pode ser feito ou não pelos nossos cidadãos. O Ministério Público federal e estadual já receberam a denúncia e já levamos para a Defensoria Pública e encaminhamos à Comissão de Direitos Humanos da Casa”, registrou Iriny.

Violência no estado

Bahiense comentou os principais resultados do Anuário Brasileiro da Segurança Pública 2022, publicado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, no que diz respeito ao Espírito Santo. Os dados se referem ao ano de 2021.
 
“Os suicídios de policiais foram três. Nós precisamos cuidar da saúde de nossos policiais. É uma quantidade muito grande de policiais que perderam suas vidas dessa forma. Todos eram militares, o que é lamentável. Pessoas desaparecidas, 1.758, foi um aumento de 7,8% em relação a 2020. Muitos que desaparecem são adolescentes, uma média de quatro ao dia. As meninas adolescentes desaparecem mais, se juntam aos jovens do tráfico e acabam desaparecendo”, apontou.

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Bahiense ainda destacou dados referentes a roubos e furtos de celulares, que coloca o Espírito Santo na quinta posição quanto a esse tipo de delito no Brasil. O deputado ainda chamou atenção para as 12.107 medidas protetivas distribuídas no estado e casos de violência doméstica. “Temos uma alta concentração de violência contra a mulher no Espírito Santo, e não é à toa que foram registrados 38 feminicídio somente no ano passado. Foram 46 mil chamadas de violência doméstica. Isto quer dizer que são registradas 126 denúncias por dia, ou seja, cinco por hora”.

Os casos de violência sexual também foram apontados no discurso. Conforme o deputado, ocorreram 1.447 casos no ano passado, sendo 335 com vítimas maiores de idade e 1.062 vulneráveis. Bahiense concluiu apontando que foram registrados 299 partos de crianças de 10 a 14 anos ao longo de 2021.

Fonte: Assembléia Legislativa do ES

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