Política Nacional

Jogada para “escanteio”: Ex de Bolsonaro não será suplente de Romário

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Rogéria Bolsonaro não vai mais ser suplente de Romário
Reprodução/redes sociais

Rogéria Bolsonaro não vai mais ser suplente de Romário


O PL desistiu de emplacar a ex-mulher do presidente Jair Bolsonaro, Rogéria Bolsonaro, como primeira suplente na campanha de Romário ao Senado pelo Rio. A decisão foi comunicada pelo primogênito do presidente e de Rogéria, o senador Flávio Bolsonaro, ao diretório regional do partido, na manhã desta quarta-feira, quando realiza-se a convenção da legenda. No lugar dela, Bruno Bonetti será o primeiro suplente. Ainda não se sabe quem ocupará a segunda vaga.

Rogéria optou por não ser suplente e será a coordenadora de campanha do deputado estadual pelo Rio, Anderson Moraes (PL), com quem já trabalhava como assessora. Bonetti é considerado um “homem de confiança” do presidente regional do partido, Altineu Côrtes, que foi um dos fiadores do nome de Romário no partido, quando defendia-se políticos para a vaga ao Congresso. Caberá a Altinêu, portanto, a definição da segunda suplência.

Nos bastidores do partido, fala-se em  um acordo que pode fazer do primeiro suplente um senador imediato e explica a briga por este posto: caso Bolsonaro seja reeleito, Romário deve ser convidado para ocupar um ministério, deixando a vaga com o suplente imediato.


O nome de Rogéria para primeira suplente foi proposto ao partido por Flávio, que além de garantir à família uma vaga no congresso, buscava dirimir as contestações da militância bolsonarista à candidatura de Romário. Mãe de Flávio, Carlos e Eduardo Bolsonaro, Rogéria seria uma espécie de “chancela” da família ao nome do ex-jogador de futebol.

Apoiada pelo clã Bolsonaro para a vaga, o nome dela não seria contestado dentro do partido e passaria na frente de outros nomes. No entanto, a própria Rogéria comunicou a Flávio que não pretendia aderir aos planos da família.

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Fonte: IG Política

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Política Nacional

Delator da Lava-Jato, Paulo Roberto Costa, morre aos 68 anos

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Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras
Reprodução: agência senado – 13/08/2022

Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras

Morreu na tarde deste sábado, aos 68 anos, o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa. A informação foi confirmada ao GLOBO por familiares de Costa. A causa da morte não foi divulgada.

O engenheiro ficou nacionalmente conhecido por ter sido preso no âmbito da operação Lava-Jato, em 2014, e por ter sido delator de supostos esquemas de corrupção na estatal.

Em acordo de delação premiada firmado com o Ministério Público Federal, Costa revelou esquemas de enriquecimento ilícito que beneficiavam políticos. Delatou, entre outros, o ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral e a ex-governadora do Maranhão Roseana Sarney. Citou, ainda, nomes como o ex-senador Romero Jucá e o senador e atual ministro da Casa Civil Ciro Nogueira. Todos negaram as acusações à época.

Na ocasião da assinatura do acordo, Costa renunciou a cerca de US$ 23 milhões mantidos em contas na Suíça, à época bloqueados, além de mais US$ 2,3 milhões em Cayman. Na época, o ex-diretor devolveu R$ 79 milhões à Petrobras. Os prejuízos com os esquemas de corrupção foram calculados na ocasião em R$ 1,3 bilhão.

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Fonte: IG Política

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