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Jeep lança picape Gladiator em versão única Rubicon, com irreverência

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Jeep Gladiator virá apenas na versão Rubicon, equipada com  motor V6 de 3,6 litros de 284 cv de potência
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Jeep Gladiator virá apenas na versão Rubicon, equipada com motor V6 de 3,6 litros de 284 cv de potência

Com o mercado de picapes de um modo geral em ascensão, a Jeep lança a sua representante Gladiator. Como a própria marca faz questão de destacar, trata-se de um “veículo diferente de tudo o que você já viu”.

A começar pelo interessante sistema de retirada das portas e do escamoteamento do para-brisa que possibilita maior liberdade, principalmente aos jipeiros que apreciam encarar as trilhas mais desafiadoras.

Disponível em versão única – pelo menos até ver como o mercado vai reagir – Rubicon , a picape está equipada com motor Pentastar  V6 aspirado de 3,6 litros que rende 284 cv a 6.400 rpm e torque de 35,4 kgfm a 4.100 rpm, que funciona com câmbio automático, de 8 marchas.

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Ao contrário do Wrangler , o qual este modelo deriva, o 2.0 turbo não está disponível nem mesmo nos EUA, justificado pela proposta de capacidade de reboque da picape. 

O desenho lembra bastante ao do Wrangler, bem característico dos icônicos carros da Jeep com para-lamas frontais sobressalentes, faróis redondos e lanternas sobressaltadas, que dá um certo ar de robustez ao veículo.

A proposta da picape inclui tração integral com diferenciais Dana 44 na dianteira e traseira com bloqueio mecânico, caixa de transferência central que possibilida mudar para os modelos 4×2, 4×4 automático, 4×4 50/50 e o 4×4 reduzido, com uma caixa de redução de 4:1. 

Na parte interna, o Gladiator conta com tecnologia como tela de 8,4″ com espelhamento Apple CarPlay e Android Auto, painel com dois mostradores analógicos e tela de 7″ central, igual ao do Wrangler .

Ainda falando na parte interna, uma curiosidade é o assoalho totalmente lavável onde é possível escoar toda a água por meio de uma válvula. Além disso, a parte superior é a prova de respingos.

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Ou seja, é um veículo apto a encarar qualquer desafio na terra, areia ou lama e por falar nisso, o utilitário tem ângulo de entrada de 43º, enquanto que o de saída de 26º e pode subir rampas de até 20º, com altura mínima do solo de 27 cm sem raspar a parte do assoalho.

Fonte: IG CARROS

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Carros elétricos: direitos sempre são acompanhados de deveres

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Não adianta querermos mais carregadores se não cuidamos daqueles que já existem
Andreas160578/Pixabay

Não adianta querermos mais carregadores se não cuidamos daqueles que já existem

Fala, galera. Beleza? Essa semana quero trazer uma reflexão aos usuários de veículos elétricos, principalmente os de ponto de recarga pública.

Em textos anteriores, apontei a falta de legislação sobre incentivos para o desenvolvimento da mobilidade elétrica, desde a aquisição até a ampliação de oferta de pontos de carregamento. Todos queremos direitos, mas quando pensaremos nos deveres?

Até meados de 2020, a comunidade  eletrificada era reduzida em relação ao tamanho atual. Era simples identificar o proprietário de um veículo elétrico que não estava tendo uma conduta adequada e, dessa forma, dar um pequeno toque sobre como se comportar para termos a  melhor convivência em nossos raros locais de carregamento.

Com a ampliação da frota de veículos elétricos, principalmente de aluguel, a comunidade cresceu também, mas os vínculos com todos os usuários se tornou um desafio maior. Sendo assim, as orientações se tornaram mais difíceis.

Vejo que a oferta de locais com possibilidades de carregamento grátis sem a adequada orientação criou alguns sentimentos de direitos sem comprometimento algum. O direito pelo simples direito. Não quero que os comércios tenham receio de instalar os carregadores em seus estabelecimentos. Entretanto, as regras de uso precisam ser coesas, de fácil visualização e objetivas.

Dessa forma, gostaria de aproveitar a coluna para atingir o maior número de usuários e trazer uma reflexão.

IPVA: Alguns Estados trazem isenção ou desconto para IPVA em veículos elétricos. Lógico que eu amaria que a isenção fosse ampliada para todos os Estados, mas não é assim que funciona. Visto que trata-se de um imposto com regras definidas por cada Estado, fica mais complicado. Entretanto, emplacar seu veículo em outro Estado é considerado evasão de divisas. Melhor seria criarmos pressões junto ao poder público para exigir das autoridades de cada região que se posicionem sobre o assunto.

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Pontos de Carregamento: Queremos mais pontos de carregamento, principalmente de uso coletivo. Mas isso exige uma atitude coletiva. Não é porque você está usando o carregador que ele te pertence. O carregador está lá para atender a todos. Não “abandone” seu carro no local mais tempo que o necessário. Outras pessoas também desejam usar. Aliás, é bem provável que o equipamento pertença a uma empresa. Logo, ela detém o direito de definir regras para uso.

Tarifa de Carregamento: Uma das formas de incentivarmos a ampliação de pontos de recarga é os transformando em serviço. E serviço significa tarifa. Neste caso, temos deveres de ambas as partes. O proprietário do local tem o dever de oferecer um serviço de qualidade e garantia de manutenção, e o usuário tem o dever de preservar o local e pagar pelo serviço.

Gostaria de trazer ênfase na questão da tarifa do serviço de recarga. Vejo muitos usuários exigindo isso, exigindo aquilo, querendo sempre mais. Mas, como disse antes, não existe almoço grátis.

Não há como ampliar a oferta de serviço sem investimento. E investimento não é caridade. Nenhuma empresa gastará dinheiro sem visualizar retorno. Nem mesmo o Estado pode fazer um aporte financeiro sem visualizar um retorno na qualidade de vida da população.

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Se alguma empresa instalar um carregador com tarifa e você considerar injusto a cobrança, em vez de promover comentários negativos e simples críticas, busque o diálogo e demonstre que o valor cobrado está fora do que pode ser considerado adequado.

Muitos carregadores foram instalados após batalhas internas e longo período para convencimento até a aprovação e liberação de recurso para aquisição do equipamento. A partir do momento que uma empresa observar que um ponto de carregamento pode trazer mais dores de cabeça do que benefícios, com certeza a ação mais provável a ser  adotada é o endurecimento das regras de uso e até a retirada do carregador.

Não sou contra lutarmos pelos nossos direitos, mas isso deve ser feito por meio do debate de ideias e argumentos. Temos a oportunidade de construirmos algo muito bom. Façamos isso baseado no diálogo. O caminho que temos para trilhar é longo e cheio de obstáculos. Não precisamos colocar mais dificuldades ainda.

Tenha em mente que a conquista de direitos é uma convenção acompanhada de deveres. Esteja preparando para cumprir a sua parte do combinado.

Então, meu caro leitor, deixo um apelo para que compreenda: precisamos construir a mobilidade elétrica no Brasil, mas para alcançarmos o nosso objetivo é preciso criar uma base sustentável e sólida por meio da boa convivência entre empresas e clientes, e também entre os próprios usuários.

Mais uma vez digo: todo direito acarreta deveres e, como diria o sábio contemporâneo, grandes poderes trazem grande responsabilidade (Tio Ben).

Até mais…

Fonte: IG CARROS

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