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Já rodamos com a Honda Africa Twin com câmbio do tipo DCT

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Na terra, a vantagem é da Africa Twin com câmbio manual pelo o que notamos durante a avaliação da moto
Gabriel Marazzi

Na terra, a vantagem é da Africa Twin com câmbio manual pelo o que notamos durante a avaliação da moto

A Honda CRF 1100L Africa Twin  já foi mostrada aqui em várias ocasiões. No seu lançamento, há cinco anos, em uma apresentação estática. Logo depois, rodando com ela. Em 2019, vimos a nova Africa Twin 2020 , também em uma apresentação estática em Tiradentes, MG, durante o Bike Fest. Em seguida, rodamos com a nova motocicleta na Chapada dos Guimarães.

No fim do ano passado, em uma antecipação da substituta da CRF 1000L, a CRF 1100L, fizemos um workshop do câmbio DCT , que seria a grande novidade da nova Africa Twin. Nessa ocasião, esse câmbio pôde ser experimentado em uma antiga versão experimental da Africa Twin 1000L.

Por último, a Honda CRF 1100L Africa Twin foi emiuçada em uma live pela internet, quando mostramos, com detalhes, todas as características da nova motocicleta. Faltava apenas experimentar todas as quatro versões da nova Africa Twin 1100, com DCT e com embreagem convencional , nas versões de entrada e na top, Adventure Sports. E foi o que fizemos ontem.

No asfalto, a Africa Twin tem muita estabilidade. A versão Adventure Sports tem faróis direcionais
Gabriel Marazzi

No asfalto, a Africa Twin tem muita estabilidade. A versão Adventure Sports tem faróis direcionais

Para não ser repetitivo, vejam aqui a descrição detalhada das diferenças entre elas e o que mudou em relação à 1000L , para entender como a pilotagem da big trail mudou.

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O roteiro de experimentação das novas Honda CRF 1100L Africa Twin incluía rodovias, estradas vicinais, estradas secundárias e caminhos de terra. Na auto-estrada, qualquer uma das quatro oferece total prazer de pilotagem, pois, ao acelerar, o ronco mais encorpado do motor de maior cilindrada parece empurrar com vontade a motocicleta. A posição de pilotagem é ótima, com opções de alturas de bancos e com o pára-brisa regulável na versão Adventure Sports.

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A da esquerda é uma Adventure Sports e a da direita é a Africa Twin de entrada
Gabriel Marazzi

A da esquerda é uma Adventure Sports e a da direita é a Africa Twin de entrada

Nas estradinhas viradas, as sequências de curvas são a pedida certa para a estabilidade da motocicleta , principalmente as de menores raios. O novo IMU de seis eixos controla as funções da motocicleta em curvas, acelerações e desacelerações.

Na terra, definitivamente o melhor câmbio é o convencional, com embreagem manual. O DCT até que poderia ser utlizado no modo manual, mas o controle que pode ser feito no manete de embreagem ainda é decisivo para o melhor desempenho no fora de estrada.

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Todas as versões estão mais leves e mais fáceis de serem controladas, mesmo a Adventure Sports, que tem maior altura do banco e o tanque de combustível tem maior capacidade. Na versão de entrada, é mais fácil pilotar em pé, para maior equlíbrio em solos acidentados, já que o tanque de combustível é mais estreito.

A Honda CRF 1100L Africa Twin de entrada, com câmbio convencional ou DCT, está disponível nas cores vermelha ou preto, custando respectivamente R$ 70.490 e R$ 77.490 , enquanto que a Adventure Sports só está disponível nas cores azul e branca e custa, respectivamente, R$ 90.490 e R$ 97.490.

O tanque menor facilita a posição de pilotar em pé, para terrenos de pouca aderência
Gabriel Marazzi

O tanque menor facilita a posição de pilotar em pé, para terrenos de pouca aderência


Fonte: IG CARROS

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Russo de 23 anos cria carro elétrico movido a energia solar

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Nikita Poddubnov passeando com o 'Dark Phase' em um dia ensolarado para testar sua invenção
Divulgação

Nikita Poddubnov passeando com o ‘Dark Phase’ em um dia ensolarado para testar sua invenção

Um rapaz russo de 23 anos viralizou na internet após criar um carro movido a energia solar utilizando materiais reciclados e com nível interessante de conectividade. A invenção inusitada de Nikita Poddubnov será colocada à prova em uma ousada viagem para a China. 

Pela galeria abaixo, você pode ver que o projeto de Nikita não esconde sua bizarrice. O ‘Dark Phase’ custou o equivalente a R$ 14 mil para ser produzido, com motores elétricos simples e rodas de scooters chineses.

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O Dark Phase pesa apenas 150 kg e tem painéis solares de 200 watts em todas as superfícies. Quando não está ensolarado, Nikita precisa carregá-lo na tomada, como qualquer outro v eículo elétrico

Segundo Nikita, o modelo tem autonomia para rodar por seis horas em velocidades até 30 km/h. O rapaz ainda chegou a desenvolver um aplicativo de celular para comandar algumas funções do carro remotamente, como acender as luzes. 

Todo o trabalho está sendo documentado com fotos e vídeos. Ainda levará certo tempo até que o Dark Phase esteja em plenas condições de viajar para a Ásia Central , mas Nikita está confiante em seu projeto. O modelo provavelmente terá que ser homologado para circular nas ruas sem comprometer a segurança do condutor e de terceiros. 

Enquanto grandes fabricantes de automóveis revelam inovações da indústria no Motor Show de Munique (Alemanha), um rapaz de apenas 23 anos fabricou um automóvel elétrico conectado com abastecimento solar. De fato, a Rússia é um lugar inusitado. 

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Fonte: IG CARROS

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