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IRPF: 3º lote de restituição terá correção de 2,02% com base na Selic

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IRPF: 3º lote de restituição terá correção de 2,02% com base na Selic
Marcello Casal JrAgência Brasil – 21/03/2019

IRPF: 3º lote de restituição terá correção de 2,02% com base na Selic

O terceiro lote de restituição do Imposto de Renda 2022 terá correção de 2,02% com base na taxa básica de juros da economia, a Selic. Atualmente, a Selic está em 13,25% ao ano.  Isso significa que aqueles que têm restituição a receber terão ganhos maiores.  O segundo lote, pago no dia 30 de junho, teve correção de 1%.

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A Receita Federal liberou nesta sexta-feira (22) a consulta ao terceiro lote de restituição.  Os valores serão depositados no dia 29 de julho na conta informada pelo contribuinte na declaração. Neste ano, também é possível receber o dinheiro via Pix, desde que a chave seja o número do CPF do declarante.

Cerca de 5,2 milhões de brasileiros serão contemplados, totalizando RS 6,3 bilhões pagos. Desse total, R$ 285,3 milhões serão reservados aos contribuintes com prioridade legal, sendo 9,4 mil idosos acima de 80 anos, 62,9 mil contribuintes entre 60 e 79 anos, 6,3 mil com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave e 29,5 mil cidadãos cuja maior fonte de renda seja o magistério.

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Também serão contemplados 5,1 milhões de contribuintes não prioritários que entregaram a declaração até o dia 03 de maio.

Como consultar

Para saber se a restituição está disponível, o contribuinte deve acessar a página da Receita na internet (www.gov.br/receitafederal), clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, em “Consultar a Restituição”.

Também é possível consultá-la por meio do Portal e-CAC. Veja o passo a passo:

  • Acesse o Portal e-CAC e vá em “Entrar com gov.br”;
  • Em seguida, informe o CPF e clique em “Continuar”;
  • Digite a senha e vá em “Entrar”;
  • Em “Serviços em destaque”, clique em “Meu Imposto de Renda (Extrato da Dirpf)”.

Cai na malha fina, e agora?

Quando você envia a sua declaração do Imposto de Renda, ela passa por uma análise pelos sistemas da Receita Federal e é comparada com outras informações disponibilizadas por terceiros, que também devem prestar contas ao Fisco. Caso as informações apresentadas sejam incompatíveis, o contribuinte cai na chamada malha fina.

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Para saber se sua declaração caiu na malha, você pode acessar o e-CAC, selecionar a opção “Meu Imposto de Renda (Extrato da DIRPF)”, e na aba “Processamento”, escolher o item “Pendências de Malha”. Lá também é possível saber o motivo pelo qual a sua declaração foi retida. Veja como reverter a situação:

  • Acesse o programa do Imposto de Renda;
  • Vá no “R”, à esquerda, ou clique duas vezes sobre a declaração enviada;
  • Em “Identificação do contribuinte”, informe tratar de uma declaração retificadora e insira o número do recibo do Imposto de Renda original;
  • Corrija as informações necessárias;
  • Clique em “Verificar pendências”;
  • Corrija o que for necessário e vá em “Entregar declaração”;
  • Informe os dados solicitados e transmita a declaração;
  • Salve e/ou imprima o documento ou o recibo.

Fonte: IG ECONOMIA

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Auxílio de R$ 1 mil será pago a 245 mil taxistas, diz MTP

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Pagamento do benefício começa nesta terça-feira (16)
Redação

Pagamento do benefício começa nesta terça-feira (16)

O Ministério do Trabalho e Previdência informou que 245.213 taxistas terão direito ao benefício de R$ 1 mil. A Caixa Econômica Federal começa a fazer o pagamento de duas parcelas de uma só vez, referente a julho e agosto, a partir dessa terça-feira (16).

Serão beneficiadas nessa primeira etapa de pagamento motoristas incluídos nos cadastros enviados pelas prefeituras ao governo federal. De um total de 300.771 taxistas incluídos nesses cadastros, 49.515 foram considerados inelegíveis.

O benefício será pago a taxistas com registros válidos nas prefeituras até maio de 2022.

Até agora 3.700 prefeituras enviaram os cadastros dos motoristas ao Ministério do Trabalho. As prefeituras que não conseguiram cumprir o prazo ainda poderão enviar os dados para cruzamento de dados e autorização do pagamento.

Como o governo federal não dispõe de cadastros desses profissionais, o pagamento do benefício depende das informações das prefeituras.

O benefício consta da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) Eleitoral, que ampliou os programas sociais do governo, às vésperas das eleições. Para os taxistas, foram liberados no total R$ 2 bilhões.

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O ministro do Trabalho, José Carlos Oliveira, alertou que o número de parcelas para a categoria vai depender do total de beneficiários. Se chegar a 331 mil motoristas, eles terão direito a seis parcelas de R$ 1 mil, explicou.

Oliveira assegurou que o pagamento será retroativo, mas somente para cadastros enviados pelas prefeituras até 20 de agosto. Neste caso, o pagamento está previsto para 11 de setembro. Depois desse prazo, não haverá retroatividade.

Pagamento para caminhoneiros começou no dia 09 de agosto O governo começou a pagar o benefício de R$ 1 mil em duas parcelas de uma só vez para 190.861 transportadores autônomos de carga no dia 09 deste mês. Diferentemente dos taxistas, serão utilizados dados da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

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De um total de 848.333 motoristas com registro na ANTT até maio de 2022, 592.829 foram considerados elegíveis, mas somente estão sendo beneficiados na primeira rodada de pagamento profissionais em atividade, ou seja, transportaram carga nos últimos seis meses.

Quem ficou de fora, poderá fazer a autodeclaração no portal Emprega Brasil ou no aplicativo Carteira de Trabalho Digital. Os dados serão cruzados pela empresa processadora do governo Dataprev.

O prazo para fazer a autodeclaração vai de 15 a 29 de agosto para receber as duas parcelas de uma só vez. O pagamento está previsto para 06 de setembro.

A PEC estabeleceu que os caminhoneiros terão direito a seis parcelas de R$ 1mil. Entre os critérios para a concessão do benefício, o Ministério do Trabalho fixou limite de renda média mensal de até 10 salários mínimos para profissionais com carteira assinada.

Além disso, o pagamento será vedado em casos de CPF irregular junto à Receita Federal e para beneficiários do INSS.


Fonte: IG ECONOMIA

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