Política Nacional

Irmão de petista assassinado é recebido por Bolsonaro no Planalto

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Marcelo Arruda durante o aniversário com tema do PT
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Marcelo Arruda durante o aniversário com tema do PT


O presidente Jair Bolsonaro recebeu na tarde desta quarta-feira o irmão do guarda municipal Marcelo Arruda, petista assassinado durante sua festa de aniversário por um apoiador do presidente. José Arruda chegou ao Palácio do Planalto acompanhado do deputado federal Otoni de Paula (MDB – RJ), que mediou o encontro.

Marcelo Arruda foi assassinado durante a sua festa de aniversário com a temática do PT , em sua casa em Foz do Iguaçu (PR). Ele foi candidato a vice-prefeito na chapa do partido de 2020 e era militante da legenda. O tema da comemoração teria sido o motivo para um simpatizante de Jair Bolsonaro interromper o evento e atirar contra Arruda, acusa o partido.

Em entrevista à colunista Bela Megale, Pâmela Suellen Silva, viúva de Marcelo, disse que vê uso político de tragédia por Bolsonaro. Disse, também, que o presidente procurou apenas parte da família, que apoia o presidente.

“Acredito que Bolsonaro está preocupado com a repercussão política, porque, tanto no vídeo que fez no cercadinho como no que conversa com os irmãos do Marcelo, Bolsonaro diz que estão tentando colocar a culpa nele”, afirmou Pâmela à coluna.

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Durante a conversa que teve com os dois irmãos, Bolsonaro disse que a imprensa e a esquerda têm procurado jogar a culpa do caso sobre ele.

“Possivelmente, estão preocupados só com a própria imagem”, comentou Pâmela.


Ao GLOBO, José Arruda já defendeu o presidente e afirmou que ele não “aceita” violências como a que aconteceu com seu irmão.

“Ele não aceita esse tipo de coisa, essa violência. As pessoas estão usando o nome dele, e ele não aceita esse tipo de atitude”.

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Fonte: IG Política

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Política Nacional

Delator da Lava-Jato, Paulo Roberto Costa, morre aos 68 anos

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Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras
Reprodução: agência senado – 13/08/2022

Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras

Morreu na tarde deste sábado, aos 68 anos, o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa. A informação foi confirmada ao GLOBO por familiares de Costa. A causa da morte não foi divulgada.

O engenheiro ficou nacionalmente conhecido por ter sido preso no âmbito da operação Lava-Jato, em 2014, e por ter sido delator de supostos esquemas de corrupção na estatal.

Em acordo de delação premiada firmado com o Ministério Público Federal, Costa revelou esquemas de enriquecimento ilícito que beneficiavam políticos. Delatou, entre outros, o ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral e a ex-governadora do Maranhão Roseana Sarney. Citou, ainda, nomes como o ex-senador Romero Jucá e o senador e atual ministro da Casa Civil Ciro Nogueira. Todos negaram as acusações à época.

Na ocasião da assinatura do acordo, Costa renunciou a cerca de US$ 23 milhões mantidos em contas na Suíça, à época bloqueados, além de mais US$ 2,3 milhões em Cayman. Na época, o ex-diretor devolveu R$ 79 milhões à Petrobras. Os prejuízos com os esquemas de corrupção foram calculados na ocasião em R$ 1,3 bilhão.

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Fonte: IG Política

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