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IPVA: boletos vencem nesta sexta para placas com final 1 no Rio; veja datas

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Boletos do IPVA 2021 vencem nesta sexta para veículos com placa de final 1 no estado do Rio
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Boletos do IPVA 2021 vencem nesta sexta para veículos com placa de final 1 no estado do Rio

Os donos de veículos licenciados no Estado do Rio de Janeiro com final de placa 1 devem pagar a primeira parcela ou a cota única do  Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) 2021 nesta sexta-feira (22). Os proprietários podem escolher entre quitar o valor de forma integral, com desconto de 3%, ou parcelar a dívida em três vezes.

O imposto deve ser pago por meio da Guia de Regularização de Débitos (GRD), que está disponível para impressão no portal da Secretaria estadual de Fazenda ( fazenda.rj.gov.br/ipva ) e no site do Banco Bradesco ( www.bradesco.com.br ). Para imprimir a cobrança, é preciso informar o número do Registro Nacional de Veículos Automotores ( Renavam ).

Confira abaixo o calendário de pagamento do imposto para todos os finais de placa:

Primeira parcela ou cota única com desconto

  • Placa com final 0 – 21/1;
  • Placa com final 1 – 22/1;
  • Placa com final 2 – 25/1;
  • Placa com final 3 – 26/1;
  • Placa com final 4 – 27/1;
  • Placa com final 5 – 28/1;
  • Placa com final 6 – 29/1;
  • Placa com final 7 – 1°/2;
  • Placa com final 8 – 2/2; e
  • Placa com final 9 – 3/2.
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Segunda parcela

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  • Placa com final 0 – 22/2;
  • Placa com final 1 – 23/2;
  • Placa com final 2 – 24/2;
  • Placa com final 3 – 25/2;
  • Placa com final 4 – 26/2;
  • Placa com final 5 – 1º/3;
  • Placa com final 6 – 2/3;
  • Placa com final 7 – 3/3;
  • Placa com final 8 – 4/3; e
  • Placa com final 9 – 5/3.

Terceira parcela

  • Placa com final 0 – 24/3;
  • Placa com final 1 – 25/3;
  • Placa com final 2 – 26/3;
  • Placa com final 3 – 29/3;
  • Placa com final 4 – 30/3;
  • Placa com final 5 – 5/4;
  • Placa com final 6 – 6/4;
  • Placa com final 7 – 7/4;
  • Placa com final 8 – 8/4; e
  • Placa com final 9 – 9/4.

Cronograma de licenciamento anual

O Detran-RJ também já divulgou o calendário de licenciamento anual (sem vistoria) para os veículos registrados no estado do Rio. O prazo foi estendido em 2021 porque o órgão ainda está licendiando automóveis que ficaram com a regularização pendente em 2020, em razão da pandemia.

O prazo máximo para os motoristas pagarem a taxa e emitirem o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV) 2021 obedecerá ao seguinte cronograma:

  • Finais de placa 1 e 2 – Até 30/09/2021;
  • Finais de placa 3, 4 e 5 – Até 31/10/2021;
  • Finais de placa 6, 7 e 8 – Até 30/11/2021; e
  • Finais de placa 9 e 0 – Até 31/12/2021.
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Taxa do Detran-RJ

Para ter o CRLV anual — que a partir deste ano estará disponível somente em versão digital —, basta pagar a Guia de Recolhimento de Taxas (GRT) do Detran-RJ, no valor de R$ 219,37. Esta deve ser quitada de uma única vez. A emissão também é feita pelo site do Bradesco .

Dentro deste valor estão embutidas duas cobranças: o valor referente ao licenciamento anual (R$ 156,69) e o montante relativo à emissão do CRLV (R$ 62,68).

Vale destacar, no entanto, que não é preciso estar com o IPVA 2021 pago para obter o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV) junto ao Detran-RJ, que comprova a situação regular do carro. Também não é exigido o pagamento de multas para a liberação do documento.

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Renda média no Brasil foi de R$ 1.380 em 2020; confira os maiores rendimentos

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Renda média no Brasil foi de R$ 1.380 em 2020, com Distrito Federal e São Paulo tendo as maiores médias
Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Renda média no Brasil foi de R$ 1.380 em 2020, com Distrito Federal e São Paulo tendo as maiores médias

Com a pandemia de Covid-19 e a crise econômica, a renda média per capita no Brasil caiu no ano passado, ficando em R$ 1.380, segundo divulgou nesta sexta-feira (26) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2019, antes da pandemia, o rendimento médio domiciliar foi de R$ 1.439.  O desemprego, por sua vez, subiu, atingindo a taxa de 13,5% em 2020 — o pior resultado da atual série histórica do instituto, iniciada em 2012. Em 2019, a taxa média fora de 11,9%.

Entre as unidades federativas, o Distrito Federal e São Paulo foram os estados com maior rendimento médio no país: de R$ 2.475 e de R$ 1.814, respectivamente. A terceira maior renda foi registrada no Rio Grande do Sul, de R$ 1.759. No Rio de Janeiro, a renda média ficou em R$ 1.723, segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – Contínua (Pnad Contínua).

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Dados mostram que, com impacto da queda de renda durante a pandemia , 14% dos brasileiros que não eram considerados pobres em 2019 estão nesta situação em 2021.

Além do Maranhão , que teve a menor renda domiliciar (R$ 676), em outros 12 estados, a renda média foi inferior ao valor do salário mínimo vigente em 2020, que era de R$ 1.045. São eles: Acre, Amazonas, Roraima, Pará, Amapá, Piauí, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia.

De acordo com o IBGE , os rendimentos domiciliares são obtidos pela soma dos rendimentos do trabalho e de outras fontes recebidos por cada morador no mês de referência da pesquisa, dividido pelo total de residentes da unidade. A conta inclui pensionistas, domésticos e familiares.

Confira a renda per capita no Brasil em 2020 por estado

  • Média nacional   —   R$ 1.380;
  • Distrito Federal  —  R$ 2.475;
  • São Paulo  — R$ 1.814;
  • Rio Grande do Sul — R$ 1.759;
  • Rio de Janeiro — R$ 1.723;
  • Santa Catarina — R$ 1.632;
  • Paraná — R$ 1.508;
  • Mato Grosso do Sul — R$ 1.488;
  • Mato Grosso — R$ 1.401;
  • Espírito Santo — R$ 1.347;
  • Minas Gerais — R$ 1.314;
  • Goiás — R$ 1.258;
  • Rondônia — R$ 1.169;
  • Rio Grande do Norte — R$ 1.077;
  • Tocantins — R$ 1.060;
  • Ceará — R$ 1.028;
  • Sergipe — R$ 1.028;
  • Roraima — R$ 983;
  • Bahia — R$ 965;
  • Acre — R$ 917;
  • Pernambuco — R$ 897;
  • Amapá — R$ 893;
  • Paraíba — R$ 892;
  • Pará — R$ 883;
  • Piauí — R$ 859;
  • Amazonas — R$ 852;
  • Alagoas — R$ 796; e
  • Maranhão — R$ 676.
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