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Instituições de Longa Permanência de Idosos registram 123 novos casos de Covid-19 e dois óbitos

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O monitoramento realizado desde abril de 2020 pelo Centro de Apoio Cível e de Defesa da Cidadania (CACC) do Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES) constatou um total de 2.529 diagnósticos positivos para Covid-19 em Instituições de Longa Permanência de Idosos (ILPIs) localizadas no Estado. Conforme o boletim mais recente, de 11 de julho de 2022, verificou-se 123 novos casos de contaminação entre residentes e funcionários das instituições em relação ao boletim anterior, finalizado no dia 13 de junho.

O quadro geral de idosos residentes contaminados passou para 1.419 casos, com 72 novos diagnósticos contabilizados nas instituições de Guaçuí (25), Afonso Cláudio (17), Castelo (10), Cachoeiro de Itapemirim (8), Muqui (3), Alfredo Chaves (2), Linhares (2), Serra (2), Vitória (2) e Vila Velha (1). O total de registros da doença entre trabalhadores das ILPIs passou para 1.110 casos, com 51 novos diagnósticos relatados em Castelo (8), Cachoeiro de Itapemirim (6), Jerônimo Monteiro (5), Serra (5), Muqui (4), Vitória (4), Alfredo Chaves (3), Guaçuí (3), Vila Velha (3), Irupi (2), Linhares (2), São Gabriel da Palha (2), São José do Calçado (2), Aracruz (1) e Mimoso do Sul (1). O quadro de óbitos também sofreu alteração com dois novos registros, sendo um em Castelo e um Cachoeiro de Itapemirim, totalizando 162 casos.

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Os números apresentados no relatório correspondem à somatória apurada pelo CACC desde a primeira consolidação semanal de dados, em 24 de abril de 2020, até a mais recente, de 13 de junho deste ano.

O Ministério Público disponibilizou o painel de BI que consolida os dados da Covid-19 nas pessoas idosas do Espírito Santo, nas ILPIs, bem como da vacinação nessa faixa etária nos municípios capixabas. O painel pode ser acessado no endereço https://www.mpes.mp.br/ilpicovid.html.

Veja o relatório.

Fonte: Ministério Público do ES

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MPES ratifica tese que acusa mulher de assassinar filho recém-nascido com golpe de tesoura no peito

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O Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES), por meio da Promotoria de Justiça Criminal de Vitória, com os promotores de Justiça que atuam no júri da Capital, em entrevista coletiva à imprensa na quarta-feira (10/08), ratificou a tese de acusação e esclareceu pontos da denúncia contra Michelle Ribeiro Passos, acusada de assassinar o filho recém-nascido, imediatamente após o parto, com um golpe de tesoura. O crime foi na madrugada de 2 de junho de 2015, na residência da vítima, no bairro Itararé, em Vitória. O julgamento estava marcado para segunda-feira (15/08), no Fórum de Vitória. No entanto, por conta da desistência da defesa da ré, o júri foi remarcado inicialmente para o dia 2 de setembro.

Conforme a denúncia, a ré estava sozinha quando deu à luz o bebê no banheiro de casa. Logo após o nascimento, cometeu o crime. As investigações apontaram que Michelle matou a criança porque o companheiro dela não desejava ter mais filhos. O golpe de tesoura atingiu o coração do recém-nascido, que morreu na hora. Ela justificou que não desconfiou da gravidez, pois estava acima do peso, e só soube da criança quando ela nasceu. No entanto, para esconder a gravidez do marido, falsificou dois exames, que tiveram resultado positivo.

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No entendimento do Ministério Público, há provas e indícios suficientes nos autos do processo para a condenação no crime de homicídio qualificado e no de falsificação de documento, em razão das alterações feitas nos exames laboratoriais que comprovavam a gravidez. “No plenário, esse vai ser o nosso papel: proteger a vida e a integridade da sociedade. Trata-se de um crime muito grave. Se você procurar uma palavra no dicionário para definir a crueldade e a gravidade do que aconteceu naquele dia, você não conseguirá encontrar. Um bebê, recém-nascido, indefeso, saudável, teve a brevíssima vida ceifada”, ressaltou.

Os promotores de Justiça do MPES que atuam junto ao Tribunal do Júri de Vitória lamentam o adiamento do julgamento da ré Michelle Ribeiro Passos. Embora o adiamento tenha amparo legal, o MPES entende que a sociedade cobra a realização de justiça quanto a esse crime bárbaro ocorrido em 2015.

Fonte: Ministério Público do ES

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