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Instalações de apps de streaming têm aumento de 113% na América Latina

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Aplicativos de streaming fazem sucesso
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Aplicativos de streaming fazem sucesso

Aplicativos de streaming tiveram um aumento de 113% no número de instalações na América Latina no primeiro trimestre de 2022, em comparação com o mesmo período do ano anterior, de acordo com o relatório The State of App Marketing for Subscription Apps, da Liftoff.

O levantamento levou em consideração apenas as instalações realizadas no sistema operacional iOS, da Appple. Globalmente, o aumento foi de 13%, o que mostra que a América Latina tem sido um mercado mais promissor para o streaming do que o restante do mundo.

Além do aumento nas instalações, os usuários da região são fazem uso bastante frequente dos serviços. No Brasil, 75% das pessoas acessam plataformas de streaming todos os dias, de acordo com um levantamento da Roku.

Recentemente, as plataformas têm desenvolvido novos modelos de negócios para alavancarem os lucros em meio ao sucesso dos serviços. A Netflix e a Disney+, por exemplo, já trabalham em novos modelos de assinatura mais baratos e que mostram anúncios.

“Este é um segmento que está em alta e as marcas podem encontrar oportunidades de engajar seus clientes por meio de anúncios personalizados, acompanhando os padrões de comportamento dos consumidores”, analisa Renata Altemari, Leading Direct da Liftoff no Brasil.


Fonte: IG TECNOLOGIA

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YouTube proíbe vídeos que neguem ou banalizem facada em Bolsonaro

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Jair Bolsonaro foi esfaqueado em 2018
Reprodução/Twitter

Jair Bolsonaro foi esfaqueado em 2018

O YouTube afirmou nesta quarta-feira (10) que alterou sua política de combate ao discurso de ódio, passando a proibir a publicação e circulação de vídeos que neguem ou banalizem a facada sofrida pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) em Juiz de Fora (MG) em 2018.

“Nossa política de discurso de ódio proíbe conteúdo que negue, banalize ou minimize eventos históricos violentos, incluindo o esfaqueamento de Jair Bolsonaro. O discurso de ódio não é permitido no YouTube, e removeremos material sobre o esfaqueamento de Jair Bolsonaro que viole esta política se não fornecer contexto educacional, documental, científico ou artístico no vídeo ou áudio”, afirma a plataforma, em nota enviada ao portal iG.

Nesta quarta-feira, alguns vídeos enquadrados na política foram deletados pelo YouTube. Mas esta não foi a única regra alterada pela plataforma. Agora, também são proibidos vídeos que aleguem fraude nas eleições de 2014 – antes, a medida valia apenas para o pleito de 2018. Diante disso, a live de Bolsonaro com embaixadores publicada em 18 de julho foi deletada pelo YouTube  nesta quarta, já que nela o presidente afirmou que houve fraude nas eleições de 2014, informação que é falsa.

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A medida vem após o YouTube afirmar que não removeria o vídeo e em meio a um histórico de baixa moderação de conteúdo quando o assunto são os vídeos publicados no canal do presidente.  Reportagem do portal iG revelou que a plataforma demora em média nove meses para punir o canal de Bolsonaro e deletar vídeos nos quais ele desinforma.

A demora é um dos motivos pelos quais o canal de Bolsonaro segue no ar, já que a quantidade de vídeos excluídos poderia fazer com que ele fosse banido da plataforma.

A exclusão desta quarta-feira, por exemplo, não gera uma punição ao canal do presidente, já que o vídeo foi excluído com base em uma regra que ainda não existia quando a transmissão foi feita.


Fonte: IG TECNOLOGIA

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