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Instagram é acusado de roubar dados biométricos; usuários podem ser indenizados

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Instagram teria roubado dados biométricos dos usuários


Uma ação judicial protocolada nesta segunda-feira (10) no tribunal de Redwood City, na Califórnia, Estados Unidos, acusa o Facebook de obter lucro com a coleta e armazenamento indevido de dados biométricos de mais de 100 milhões de usuários do Instagram .

De acordo com a Bloomberg, o documento diz que a prática viola uma lei de privacidade do estado de Illinois, que veta a coleta não autorizada de dados biométricos. Os autores argumentam que o Facebook passou a informar a coleta das informações aos usuários somente no início deste ano.

A legislação de Illinois determina que a companhia pode ser forçada a pagar US$ 1 mil (R$ 5,46 mil) por cada violação – ou até US$ 5 mil (R$ 27,3 mil) se for julgado que a empresa agiu de forma imprudente ou intencional. O Facebook ainda não se pronunciou sobre o caso, diz o Bloomberg.

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Em julho, a gigante de tecnologia apresentou uma oferta de US$ 650 milhões (R$ 3,55 bilhões) para encerrar outra ação judicial, protocolada em 2015, em Illinois, sobre o uso indevido dos dados biométricos de usuários da rede social Facebook.

Neste caso, a empresa foi processada devido ao recurso que fornecia sugestões de marcação de usuários em fotos carregadas na plataforma. Desativado no ano passado, o sistema utilizava reconhecimento facial para digitalizar fotos e sugerir quem estava presente nas imagens, sem consentimento prévio.

O valor pago pelo Facebook será distribuído entre os usuários da rede social que vivem em Illinois e “cujas fotos estão no site a partir de 2011”. Cada pessoa envolvida no processo pode receber até US$ 400 (quase R$ 2,2 mil). A expectativa é de que o acordo seja aprovado pela justiça norte-americana ainda neste ano.

Reconhecimento facial em discussão

Os dois episódios acontecem em meio a um movimento de autoridades dos Estados Unidos para limitar o reconhecimento facial em equipamentos públicos. As cidades de Boston, São Francisco, Oakland, Califórnia e Massachusetts proibiram órgãos governamentais a empregarem a tecnologia para identificar cidadãos por câmeras.

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Em Boston, no entanto, foram impostas algumas exceções, como a permissão para funcionários utilizaram o reconhecimento para fins de autenticação – desbloquear seus próprios dispositivos, por exemplo. Autoridades da cidade também podem usar a tecnologia para editar automaticamente rostos em imagens. Mas elas não podem usá-la para identificar pessoas.

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Assinar streaming ou alugar filmes? Descubra o que compensa para o seu perfil

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Unsplash/Glenn Carstens-Peters

Confira o que compensa para o seu perfil

Diante de tantas opções de serviços de streaming , pode ser até difícil escolher qual assinar. Na hora da decisão, muita gente acaba se esquecendo de uma outra possibilidade: alugar filmes. 

Se passar horas nos corredores das locadoras escolhendo o filme do final de semana já virou coisa do passado, o aluguel em si ainda é uma prática recorrente, mesmo que de forma digital. Algumas plataformas como Looke , Google Play Store e Now oferecem a compra ou locação de títulos e fazem bastante sucesso. A dúvida que fica é: compensa? 

Precinho camarada? 

Na escolha entre assinar um serviço de streaming e pagar uma taxa mensal ou pagar apenas pelo conteúdo que consumir, o comportamento de cada usuário pesa bastante.

Se você é o tipo de pessoa que maratona séries e assiste a vários filmes, pagar um valor fixo pode ser mais vantajoso. Por outro lado, se você passa pouco tempo em frente a televisão e gosta de acompanhar filmes recém-lançados, a locação ou compra pode ser a decisão ideal. 

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No Looke , por exemplo, filmes podem ser alugados por a partir de R$1,89. O valor mínimo de assinatura mensal do streaming da mesma plataforma fica por R$16,90. Se o usuário assistir menos de nove filmes por mês, portanto, vale mais a penas alugar um a um do que manter um gasto mensal fixo.

Nem todos os títulos, porém, tem o preço tão atraente. No próprio Looke, é possível encontrar títulos com aluguel a R$16,99, por exemplo. Em outras plataformas, o preço alto se mantém.

Na Google Play Store (a mesma loja dos aplicativos para Android), por exemplo, o aluguel dos filmes costuma ficar na faixa entre R$11,90 e R$19,90, preço parecido com o valor praticado pelo Now.

Do lado do streaming , algumas plataformas trazem preços que agradam mais. É o caso, por exemplo, do Amazon Prime Video e do Apple TV+ , ambos com assinatura mensal de apenas R$9,90.

Não é só o preço

Fazer as contas, porém, não é a única forma de definir qual tipo de serviço melhor se encaixa para você. É preciso avaliar, também, o padrão de consumo. 

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Os filmes alugados ficam disponíveis, geralmente, por 48 horas. Portanto, se você gostar de ver e rever o mesmo título várias vezes, a locação pode não ser a melhor opção. 

Os mesmo serviços citados oferecem também a compra de títulos, deixando-os disponíveis para sempre. Nesse caso, porém, o preço é mais salgado. A compra de filmes pode facilmente ultrapassar os R$40, preço parecido com o cobrado pela assinatura mensal de plataformas como Netflix e Telecine Play

Outra análise que deve ser feita é a respeito do tipo de filme que o usuário costuma assistir. Títulos mais recentes costumam chegar primeiro em plataformas de locação do que em serviços apenas de streaming . Nesses casos, pode compensar pagar um pouco mais caro para ter acesso a filmes mais atraentes.

A dica para tomar a decisão é sempre comparar os catálogos, e o  site JustWatch  pode ser uma boa opção. A plataforma compara os preços e conteúdos disponíveis em todos os serviços de streaming e locação de filmes disponíveis no Brasil.

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