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Influenza: resultado parcial mostra Espírito Santo em segundo lugar na meta de vacinação

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Faltando duas semanas para finalizar a 22ª Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza, os resultados parciais apontam o Espírito Santo em segundo lugar no Brasil na meta total, com a imunização de 78,2% do público-alvo.

Dados do Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI), desta quinta-feira (21), informam que 938.687 doses foram aplicadas no público-alvo no Estado, que tem como população a ser vacinada 1.438.975 pessoas, entre grupos com e sem meta. A Campanha encerra em todo território brasileiro no próximo dia 05 de junho.

No Espírito Santo, a meta de cobertura vacinal de 90% foi superada para os grupos prioritários convocados na 1ª fase desta Campanha, com 131,76% dos idosos vacinados e 98,19% dos trabalhadores da saúde imunizados.

Porém, a coordenadora do Programa Estadual de Imunizações e Vigilância das Doenças Imunopreveníveis, Danielle Grillo, ressalta que ainda há metas importantes a serem alcançadas, em especial aos grupos de crianças e gestantes. “As crianças e gestantes são grupos de risco para infecções pelo vírus influenza, pois são vulneráveis a complicações graves que podem levar à morte, por isso é importante uma boa adesão desse público à vacinação”, disse.

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Dados no Espírito Santo

Dos grupos em que há meta de vacinação de 90% da cobertura vacinal, até a manhã desta quinta-feira (21), no Espírito Santo, o público idoso e dos trabalhadores da saúde superaram a meta preconizada pelo Ministério da Saúde, com 131,76% (488.542 vacinados) e 98,19% (97.754), respectivamente.

Nos demais grupos, a meta ainda precisa ser alcançada, como as crianças com 35,7% (99.904 vacinadas), gestantes 31,38% (12.613 vacinadas), puérperas 39,44% (2.597 vacinadas), indígenas 81,54% (3.777 vacinados) e adultos de 55 a 59 anos com 30,42% (49.649 vacinados).

 

Informações à imprensa:
Assessoria de Comunicação da Sesa
Syria Luppi / Kárita Iana / Paula Lima / Luciana Almeida / Thaísa Côrtes
[email protected].es.gov.br

Fonte: Governo ES

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Parque Paulo Cezar Vinha recebe ouriço e tatu reabilitados

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O Parque Estadual Paulo Cesar Vinha (PEPCV), em Guarapari, recebeu dois animais reabilitados que tiveram a chance de voltar à natureza: um ouriço e um tatu. Antes, os bichinhos passaram por um período de cuidados no Instituto de Pesquisa e Reabilitação de Animais Marinhos (Ipram), instituição que operacionaliza o Centro de Triagem e Reabilitação de Animais Silvestres (Cetras), do Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema), em Jardim América, Cariacica.

O ouriço é uma fêmea da espécie Coendou prehensilis. Ela foi resgatada, ainda filhote, depois que a mãe morreu ao ser atacada por um cachorro. “Como ela era muito filhote, chegou com 200 gramas e ainda não tinha espinhos para proteção, então ela foi cuidada pela nossa equipe do Ipram”, explica a médica veterinária Renata Hurtado, Coordenadora de Medicina e Reabilitação do Ipram.

Primeiro, a “ouricinha”, como é carinhosamente chamada pela equipe que cuidou dela, recebeu leite na mamadeira. Conforme foi crescendo, foram adicionadas frutas ao leite e depois ofertados diversos alimentos em pedaços, como frutas, legumes e brotos. “Toda a criação dela foi feita de forma especial para que não ficasse acostumada com as pessoas. Quando ela cresceu e foi aprovada para soltura, fizemos contato com o PEPCV para nos auxiliar no que chamamos de soltura branda ou soft release”, ressalta Renata Hurtado. 

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Na soltura branda, o animal vai sendo aclimatado ao novo ambiente aos poucos. “Por ser um filhote de uma espécie tradicionalmente não agressiva, este tipo de soltura é importante para auxiliar na adaptação gradativa do animal ao seu ambiente natural”, lembra a médica veterinária. 

E é exatamente assim que tem sido a adaptação do ouriço. A gestora do PEPCV, Joseany Trarbach, conta que a princípio o animal ficou num viveiro com água, abrigo e alimentos. Após alguns dias de ambientação, a porta do espaço foi aberta e a “ouricinha” saiu para explorar a área. “Ela tem a oportunidade de voltar caso não encontre abrigo ou não se sinta segura. Às vezes ela volta para o viveiro apenas para se alimentar”, conta.

A médica veterinária Renata Hurtado explica que esse comportamento é normal. “A ideia é manter os alimentos no recinto para que o animal entenda que lá é seu local seguro, e só precisa abandoná-lo quando encontrar um lugar melhor ou mais adequado. Como é ainda muito jovem, é normal que volte”, destaca.

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Outro animal resgatado que foi solto no Parque Paulo Cesar Vinha foi um tatu. Ele foi encontrado em uma rua, em Guarapari, aparentemente perdido e sofrendo com o calor excessivo. “Cuidamos dele para aliviar os efeitos das altas temperaturas que enfrentou. Mas, apesar da situação em que foi encontrado, ele estava bem e apto para retornar logo para a natureza”, afirma a médica veterinária.

  

 

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Fonte: Governo ES

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