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Influencer faz alerta após descobrir que ‘espinha’ que não cicatrizava era tumor

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A influencer Valentina Ferragni, de 28 anos, descobriu que espinha na verdade era tumor
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A influencer Valentina Ferragni, de 28 anos, descobriu que espinha na verdade era tumor


Uma influenciadora italiana foi diagnosticada com um câncer de pele raro após passar cerca de um ano achando que tinha uma ‘espinha’ que nunca cicatrizava em seu rosto. Valentina Ferragni, de 28 anos, compartilhou em suas redes sociais e fez um alerta para seus seguidores a procurar ajuda médica assim que encontrarem qualquer anormalidade em seus corpos.

“Tenho 28 anos e esse câncer maligno é raro em gente da minha idade, felizmente percebi a tempo”, escreveu na postagem.

Valentina publicou uma sequência de fotos em seu instagram revelando que havia passado por um procedimento cirúrgico, no último dia 12, para retirar o que achava ser uma “acne” em sua testa. Segundo ela, a primeira hipótese dos médicos era que a “espinha” seria um cisto, mas depois foi confirmado o tumor maligno.


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“O dia chegou e demorei um pouco a perceber. Infelizmente não era um cisto, mas um carcinoma basocelular, um tumor maligno localizado em uma área específica, não o mais perigoso para a saúde, mas para a pele”, revelou em uma postagem.

Para os médicos da influencer, esse tipo de câncer é considerado raro em pessoas de 28 anos. Segundo eles, o tumor é mais comum entre 50 e 60 anos ou mais. Por isso seu diagnóstico foi tão difícil.

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“Nesse ano o carcinoma mudou muito de ‘cara’ por alguns meses parecia sumir, depois voltou aos poucos, mas começou a piorar e ulcerar por volta de setembro de 2021, depois fingiu estar curado em outubro. Então esse carcinoma é assim, fica em silêncio por meses, depois começa a sangrar por dois dias, depois volta ao normal, mas está crescendo e crescendo todos os dias sob a pele”, relatou no post em seu Instagram.

Valentina segue em recuperação e finaliza outro post dizendo: “cada cicatriz é uma batalha que vencemos”.

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Fonte: IG Mulher

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99 registra aumento de 42% em corridas para as Delegacias de Mulheres

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O app possui vouchers de descontos para quem denuncia violência doméstica
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O app possui vouchers de descontos para quem denuncia violência doméstica

As mulheres procuraram mais as delegacias especializadas para fazer denúncias de agressões domésticas em 2021 em relação a 2020. Em um levantamento realizado pela 99, empresa de tecnologia ligada à mobilidade urbana, feito a partir das viagens com destino a endereços próximos às 180 Delegacias de Mulheres de todo o país, houve aumento de 42% no volume de corridas.

Entre as capitais, Rio de Janeiro, seguida de São Paulo, Recife, Macapá e Salvador se destacam como as cinco com maior número de viagens. Das 78 cidades brasileiras que registraram pelo menos uma solicitação com destino à delegacia de mulheres, 18 são capitais, seis são da região Nordeste e quatro da região Sudeste. Norte e Centro-Oeste registram três capitais cada uma e o Sul aparece com duas.

“Independentemente de onde tenha ocorrido a violência, seja em casa, no trabalho ou em uma corrida por aplicativo, a mulher pode e deve solicitar apoio usando o aplicativo da 99 e nós entendemos que é nosso papel apoiar ações para acolher as vítimas e dar um basta neste ciclo de dor e agressão”, explica Livia Pozzi, diretora de Operações e Produtos da 99.

Desde o ano passado, quando começaram a crescer os números de agressões a mulheres por conta do isolamento social provocado pela Covid-19, a 99 estimula a denúncia e o combate à violência sofrida, seja em casa, no trabalho, no deslocamento. O subsídio de viagens para Delegacias de Mulheres é uma das ações da 99 focadas no público feminino.

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Em 2019 a plataforma lançou o programa Mais Mulheres na Direção que marcou o compromisso da companhia em melhorar a mobilidade urbana e estabelecer um engajamento com a luta feminina. Atualmente, a empresa transformou a campanha em um programa que inclui diversas iniciativas, uma delas, a parceria com o projeto Justiceiras, destinado a acolher e encaminhar vítimas de violência doméstica a equipes especializadas. Desde março a plataforma disponibiliza um canal direto no aplicativo, o que estimulou, uma média de três mulheres por dia procurarem as voluntárias do grupo para denunciar abusos e agressões.

Perfil das mulheres vítimas de agressões

Desde março deste ano, por meio de um botão de denúncia no aplicativo da 99, mulheres em situação de vulnerabilidade podem contar com o acolhimento das voluntárias do projeto Justiceiras (de forma online e gratuita), assim que o aplicativo é iniciado.

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Segundo dados do projeto Justiceiras, há um perfil de mulheres que procuraram o grupo neste ano, via aplicativo da 99 e fora da plataforma. Sete entre 10 mulheres são pardas, indígenas ou negras. Das que possuem emprego, 90% recebem um salário mínimo, mas 50% sequer possuem trabalho, o que dificulta a busca por ajuda, uma vez que são financeiramente dependentes dos companheiros.

A parceria registrou até o mês de setembro de 2021 mil pedidos de apoio via aplicativo da 99. Em 84% dos casos, os agressores são maridos ou ex-maridos. Neste cenário, sem privacidade, 45% moram com o agressor e 24% são vigiadas pelo celular. Sem acesso, muitas sequer fazem denúncias. Das que procuraram as voluntárias este ano, 48% foi para o primeiro pedido de ajuda.

Investimento em tecnologias

Para oferecer segurança para as usuárias antes, durante e depois das corridas, a 99 investe continuamente em um ecossistema de segurança com alta tecnologia. Dentre as funcionalidades, estão inteligências artificiais que identificam passageiras que estão em situações de maior risco e direciona a chamada para um motorista parceiro melhor avaliado ou motorista mulher; rastreador de comentários que analisam palavras e contextos relacionados a assédio para banir agressores e direcionar as vítimas para acolhimento e suporte; opção de compartilhar a rota para contatos de confiança; monitoramento de corrida em tempo real via GPS; câmeras de segurança; gravação de áudio; botão de ligação para a polícia e uma Central de Segurança disponível 24 horas, 7 dias por semana, que realiza atendimento humanizado.

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Para as motoristas parceiras, que hoje representam 5% da base de condutores da plataforma, a empresa lançou o 99Mulher, uma ferramenta que permite receber chamadas apenas de passageiras, que são cerca de 60% da base de usuários da empresa, incentivando a atividade entre as mulheres.

Além de ferramentas de segurança, a 99 também investe em educação e conscientização e, em parceria com o Instituto Ethos, a 99 criou o Guia da Comunidade 99 que promove respeito e diversidade a mais de 20 milhões de passageiras, passageiros e motoristas parceiros do app. O documento conta com capítulos sobre o combate ao assédio e discriminação a mulheres.

O Guia fomenta direitos, deveres e comportamentos esperados na comunidade, dá dicas específicas sobre o que fazer e o que não fazer, além de quais são as medidas aplicadas pela companhia em caso de ocorrência, como bloqueio imediato do agressor e apoio às autoridades. Além disso, explica como denunciar e quais são os canais. Segundo a companhia, a meta é criar um círculo virtuoso de gentileza para uma plataforma e sociedade melhores – diminuindo, assim, casos de desrespeito durante corridas. O Guia da Comunidade 99 está disponível online em 99app.com/guiadacomunidade.

Fonte: IG Mulher

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