Economia

Inflação ‘subiu muito’ para 71% dos consumidores, diz Ipespe

Publicados

em

source
Ipespe: 71% da população diz que inflação subiu muito nos últimos meses
Reprodução

Ipespe: 71% da população diz que inflação subiu muito nos últimos meses

A maior parte dos brasileiros está pessimista com os rumos da economia do país. Segundo uma pesquisa Ipese publicada nesta sexta-feira (27), 62% dos entrevistados consideram que a economia brasileira está no “caminho errado”. O mesmo levantamento identificou que 71% consideram que os preços dos produtos “aumentaram muito” nos últimos meses.

O estudo perguntou aos entrevistados se eles acham “que a economia no Brasil, no momento, está no caminho certo ou no caminho errado?”. 62% responderam que está no “caminho errado”, 32% consideram que está no “caminho certo” e 6% não responderam.

Entre no  canal do Brasil Econômico no Telegram e fique por dentro de todas as notícias do dia. Siga também o  perfil geral do Portal iG 

O Ipespe também perguntou sobre a percepção da população em relação à inflação e os preços dos produtos nos últimos meses. 71% responderam que os custos “aumentaram muito” e 24% que “aumentaram”. Apenas 3% consideram que os preços “ficaram iguais” e 1% que diminuíram.

Para 45% das pessoas ouvidas os preços vão “aumentar muito” nos próximos meses. 20% avaliam que a inflação “ficará igual” e 19% que vai “aumentar”. Apenas 10% acreditam que o custo de vida pode diminuir.

A pesquisa Ipespe foi feita entre os dias 23 a 25 de maio e ouviu 1000 pessoas de todas as regiões do país. A margem de erro é 3,2 pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95,5%.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda
Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

ANP muda regra de estoque de combustíveis para evitar falta de diesel

Publicados

em

ANP alterou regra sobre estoque para evitar falta de diesel nos postos
Marcello Casal Jr/ Agência Brasil

ANP alterou regra sobre estoque para evitar falta de diesel nos postos

A Agência Nacional do Petróleo (ANP) vai propor uma mudança na regulação para aumentar a segurança de abastecimento em meio aos riscos de falta de diesel no Brasil ao longo do segundo semestre deste ano. A decisão ocorreu na tarde desta quinta-feira em reunião da diretoria do órgão regulador.

Pela proposta, a agência quer manter o nível de estoques de diesel S10 em 1.650 metros cúbicos, volume determinado com base na média de maio deste ano. Para alcançar isso, as empresas terão de fazer nove dias de estoques por semana. Até então, a exigência era de três a cinco dias, a depender da região do país.

Hoje, as grandes companhias distribuidoras do país, como a Vibra e Ipiranga, já têm essa média de estoque, de cerca de 9 dias, segundo fontes. Para fontes do setor, a iniciativa é tímida, pois é o volume que já está ocorrendo na prática. Enquanto isso, segundo uma fonte, o setor de abastecimento está em “alerta”.

Leia Também:  Sebrae lança campanha de renegociação de dívidas

Segundo a ANP, vão precisar seguir essa nova regra produtores e distribuidores que tenham um market share acima de 8% com base nas informações relativas ao ano passado. Porém, segundo Valéria Amoroso Lima, diretora executiva de downstream do Instituto Brasileiro do Petróleo (IBP), a medida pode elevar os custos e onerar ainda mais os consumidores.

Pela regra, essa exigência será temporária, valendo apenas entre setembro e novembro.

Entre no  canal do Brasil Econômico no Telegram e fique por dentro de todas as notícias do dia. Siga também o  perfil geral do Portal iG

Estoques chegam a 45 dias

Segundo estimativa da ANP, a demanda total de diesel para o segundo semestre é de 104,7 mil metros cúbicos por dia. Desse total, a importação mínima deve ser de 35% (37 mil metros cúbicos por dia) para poder atender ao consumo, já que a produção nacional será de 67,7 mil metros cúbicos por dia.

Leia Também:  Receita paga hoje as restituições do 6º lote do Imposto de Renda

Segundo a ANP, se todas as importações forem suspensas, os estoques para suprir o déficit da demanda chegam a 45 dias.

A nova regulamentação precisa passar ainda por consulta e audiência públicas. Entre os novos pedidos, a ANP quer ainda ampliar as informações recebidas.

Desde março, quando declarou “sobreaviso” de abastecimento, a ANP vem acompanhando os estoques. O volume chegou ao máximo de 1.718 metros cúbicos no fim de maio. Na última semana de junho, os estoques estão em 1.523 metros cúbicos, o equivalente ao mês de abril.

Fonte: IG ECONOMIA

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

BLOG DO ILAURO

POLÍTICA

POLÍTICA NACIONAL

ECONOMIA

CIDADES

BLOG DO ILAURO

MAIS LIDAS DA SEMANA