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Inflação desacelera para todas as faixas de renda em abril; confira

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Inflação desacelera para todas as faixas de renda em abril; confira
Lorena Amaro

Inflação desacelera para todas as faixas de renda em abril; confira

O Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda registrou, em abril, uma desaceleração para todas as faixas de renda, interrompendo a tendência de crescimento sentida em dois meses consecutivos.

O estudo foi divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), nesta sexta-feira (14), e revelou que as taxas de inflação das famílias de renda média alta e alta, que possuem renda domiciliar entre R$ 8.254,83 e 16.509,66 e acima desse valor, passaram de 1,08% e 1,0% em março para 0,20% e 0,23%, respectivamente, em abril. Já as famílias de renda muito baixa, com renda domiciliar inferior a R﹩ 1.650,50, tiveram um menor alívio inflacionário, com uma variação dos preços passando de 0,71% para 0,45%

Diferente do ocorrido em janeiro e março, o segmento com a maior contribuição inflacionária deixou de ser o de Transportes e passou a ser o grupo de Saúde e Cuidados Pessoais. Esse impacto veio pelos 2,7% de aumento dos preços dos produtos farmacêuticos.

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Para as famílias de renda mais baixa, além do preço dos remédios, o grupo alimentos e bebidas foi o segundo com maior foco inflacionário para essa classe, principalmente por conta do aumento do preço das carnes (1,0%), das aves e ovos (1,5%) e dos leites e derivados (1,5%).

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As famílias mais pobres tiveram um alívio, por outro lado, nas quedas das tarifas de energia elétrica (-0,04%) e dos ônibus intermunicipais (-0,11%), e com a redução do preço do botijão de gás (de 5,0% em março para 1,1% em abril).

Inflação

Além de terem menor impacto com o aumento dos medicamentos e alimentos, as famílias mais ricas contaram com a deflação de 0,9% dos combustíveis e de 11,3% dos transportes por aplicativo e também com a desaceleração dos preços dos serviços pessoais. Esse alívio só não foi maior para esses domicílios por causa do aumento de 6,4% do preço das passagens aéreas.

A variação acumulada do ano, já com os resultados de abril incorporados, revela que a inflação sofrida pela classe de renda mais baixa está menor do que o segmento mais rico da população, com taxas de 2,1% e 2,5%, respectivamente.

Essa diferença é explicada pela desaceleração dos alimentos e pela alta dos combustíveis registradas no primeiro trimestre de 2021. Já a variação acumulada em doze meses revela que a taxa de inflação das famílias mais pobres (7,7%) segue em um patamar bem acima que a observada no segmento mais rico da população (5,2%).

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Rede Madero pode fechar após dono minimizar pandemia

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A rede de restaurantes Madero do bolsonarista Junior Durski disse, em suas demonstrações financeiras do primeiro trimestre de 2021, que o dinheiro em caixa da empresa não seria suficiente para pagar as dívidas de curto prazo na data de vencimento sem financiamento adicional. 

“Foram dois materiais de resultados publicados pela empresa desde o início da pandemia e auditores da rede levantaram, em ambos, a existência de ‘incerteza relevante’ e ‘significativa’ relacionada com a continuidade da operação”, informa o jornal Valor Econômico.

O informe entregue nesta quinta-feira (24) indica que as lanchonetes podem fechar.


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Em março de 2020, no início da pandemia de Covid-19 , o empresário Junior Durski minimizou o potencial letal do coronavírus . Segundo ele, o Estado não deveria parar a economia para frear a disseminação da doença porque “5 ou 7 mil pessoas vão morrer”. 

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Veja:


Nesta quinta-feira, o Brasil registrou mais de 507 mil mortes pela Covid-19

No ano passado, a Controladoria Geral da União (CGU)  multou o restaurante em R$ 442 mil por pagar propina em dinheiro e alimentos a funcionários do Ministério da Agricultura. Os funcionários da pasta eram designados para, supostamente, fiscalizar lojas da rede nas cidades de Balsa Nova e Ponta Grossa, no Paraná.

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