Economia

Ibovespa atinge 101 mil pontos e dólar cai após Fed reajustar juros

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Alta dos juros nos EUA provocaram alta na Bolsa de Valores brasileira
Sophia Bernardes

Alta dos juros nos EUA provocaram alta na Bolsa de Valores brasileira

O Ibovespa fechou em forte alta nesta quarta-feira (27), acompanhando o movimento visto nas bolsas americanas. O movimento foi impulsionado após o Federal Reserve, BC americano, entregar o já esperado aumento de 0,75 ponto percentual e as falas do presidente da autoridade monetária, Jerome Powell, não sinalizarem para altas ainda maiores nas taxas daqui para frente.

O Ibovespa subiu 1,67%, aos 101.438 pontos. É a maior cotação de fechamento desde o pregão de 15 de junho, quando o índice terminou na faixa dos 102.806 pontos.

Já o dólar caiu 1,85%, negociado a R$ 5,2502 após atingir a mínima de R$ 5,2422. É a menor cotação de fechamento desde o pregão de 29 de junho , quando a divisa terminou cotada a R$ 5,1922.

A moeda já operava no campo negativo desde a parte da manhã, mas teve o movimento intensificado após o Fed aumentar a taxa de juros.

O índice DXY, que mede o comportamento do dólar contra uma cesta de moedas fortes caía 0,75%, aos 106,38 pontos.

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“A novidade que fez o mercado se animar e o dólar cair é que ele assumiu que está vendo evidências de que a faixa entre 2% e 2.50% é a faixa neutra de juros. O mercado tinha os juros neutros na faixa de 3.0%”, disse o fundador da Quantzed, Marcelo Oliveira. 

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Ações da Petrobras sobem, mesmo com anúncio de mudança na política de preços

As ações da Petrobras fecharam com alta, mesmo após o anúncio de mudanças na política de preços por parte da estatal. Petrobras ON subiu 0,65%, negociada a R$ 34,01. Já Petrobras PN avançou 1,10%, cotadas a R$ 31,35

Os ativos foram beneficiados pelo dia mais positivo nos mercados acionários e pelo avanço do petróleo no exterior

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Para o analista da Ativa Investimentos, Ilan Arbetman, o anúncio não representa uma mudança drástica em relação ao que já é praticado atualmente pela companhia, ainda que aumente a politização do processo de formulação de preços

“Seria uma mudança drástica se você trocasse a atribuição, se a formulação passasse da Diretoria para o Conselho, que tem um caráter mais político. Tivemos hoje a criação de uma etapa adicional. Você politiza o processo, mas não vejo mudança drástica”, disse.

Fonte: IG ECONOMIA

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Economia

STF forma maioria para reajustar salários em 18% do judiciário

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Suprema Corte aprovou reajuste salarial que poderá atingir R$ 46 mil
Luciano Rocha

Suprema Corte aprovou reajuste salarial que poderá atingir R$ 46 mil

O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para reajustar salários do Judiciário em 2023. O aumento, segundo texto, será de 18% de forma escalonada.

A recomposição salarial está prevista no Orçamento do judiciário para o próximo ano. Após a votação de todos os ministros, o texto será encaminhado ao Congresso Nacional, que dará a palavra final sobre o aumento.

Atualmente, o salário de ministros do STF é de R$ 39,2 mil. Com o aumento, o valor passará para R$ 46,3 mil.

Os ministros aprovaram o aumento dividido em quatro parcelas de 4,5% entre os anos de 2023 e 2024.

Confira como será o reajuste do judiciário

  • 9% em 2023: 4,5% em abril e 4,5% em agosto;
  • 9% em 2024: 4,5% em janeiro e 4,5% em julho.

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Além dos ministros do STF, os vencimentos de membros do STJ, juízes, servidores das cortes superiores também serão reajustados. O valor também é usado como teto para os salários de servidores, ou seja, nenhum funcionário público pode receber mais que um ministro do Supremo Tribunal Federal.

Os ministros ainda aprovaram o reajuste de 10% nos gastos do judiciário para o próximo ano. O valor do orçamento, que antes era de R$ 767 milhões, passará para R$ 850 milhões em 2023.

Até o momento, nove ministros votaram a favor do projeto. Outros dois ministros ainda devem votar

Os votos são mantidos em sigilo e sem acesso às informações ao público. A expectativa é que o texto seja aprovado por unanimidade.


Fonte: IG ECONOMIA

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