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Helisul adquire novos helicópteros por conta da alta demanda de operações especiais

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Luis Neves

Helisul adquire novos helicópteros por conta da alta demanda de operações especiais

Com aumento da demanda de helicópteros para operações especiais, a empresa de taxi aéreo Helisul adquiriu duas novas aeronaves. Serão utilizadas para prestar atendimentos em levantamentos geofísicos, inspeção e construção de linhas de transmissão e combate a incêndio.

O primeiro é o Airbus AS350B3+ Esquilo “Viking”. Que está equipado com o Maximum Pilot Visibility Kit, uma modificação projetada na Suíça, para operações de carga externa de precisão usando long line . O segundo helicóptero adquirido Airbus AS350B3 Esquilo está com configuração VIP, podendo ser modificado rapidamente para utilitário. Ao todo a Helisul conta com uma frota de cinquenta aeronaves.

“Desde março, com o início da pandemia, estamos com falta de helicópteros. Primeiro por causa dos resgates que precisamos fazer no Norte, onde a remoção de pacientes tinha que ser feita pelo ar, pois não havia estradas para o transporte terrestre”, disse o Comandante Robinson Bordin, diretor de Operações da Helisul. Logo depois, os contratos que haviam sido paralisados com a pandemia, começaram a ser retomados, com grandes operações especiais, segundo o executivo, e, na sequência, vieram os combates a incêndio. 

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“Não conseguimos atender nem a metade da demanda de combate a incêndios por falta de helicópteros”, disse o diretor de Operações. Para 2021, a empresa estuda fazer novas aquisições, inclusive um helicóptero de maior porte, biturbina, pode ser comprado.

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Dória diz reconhecer dificuldades, mas lembra que mortes prejudica economia

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João Dória afirmou que restrições dependem das ações da população
Reprodução: iG Minas Gerais

João Dória afirmou que restrições dependem das ações da população

O governador de São Paulo, João Dória (PSDB) , disse entender os desafios de empresários em manter os estabelecimentos , mas lembrou que a economia também é afetada com o alto número de mortes em decorrência da Covid-19 . Na semana passada, o governo estadual aumentou as restrições e estabeleceu a fase vermelha em todas as cidades aos fins de semana e após às 20h em dias úteis.

Em entrevista à Band News FM, Dória afirmou que “mortos não consomem” e defendeu as medidas de restrição no estado.

“Sei que é difícil, complexo, sei que é muito duro para um comerciante, dono de bar, dono de restaurante, de um pequeno comércio suportar isso. Mas quero lembrar que mortos não consomem, mortos não vão a bares, mortos não vão a restaurantes, mortos não compram pão e mortos não consomem sapatos. Temos que preservar vidas para depois recuperar a economia”, disse.

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O governador evitou responder sobre as  “cartas na manga” para aumentar as restrições. Ele se limitou a dizer que a redução das duras medidas para evitar a proliferação da Covid-19 dependem das ações da população.

“Governo tem na manga a vida. Cada pessoa é responsável pela sua própria vida. A responsabilidade por viver ou não em uma circunstância de pandemia é de cada pessoa, que entende que usar máscara protege a sua vida, de seus familiares e amigos, que o distanciamento social e a não participação de eventos protegem vidas”, afirmou.

“Considero incompreensível uma pessoa querer morrer, facilitar as circunstâncias para morrer. Você tem de exaltar a vida, proteger a vida e compreender que isso vai passar”, completou Dória. 

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