Agronegócio

Guia interativo do Senar ajuda a melhorar gestão da propriedade rural

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Brasília (05/03/2021) Na gestão de uma atividade agropecuária é importante que o produtor mantenha sempre o ambiente de trabalho organizado e limpo. Assim, é possível otimizar o tempo e melhorar a gestão em busca de resultados financeiros.

O produtor de tomates Múcio Borges, do Distrito Federal, por exemplo, percebeu que sua atividade não estava rentável e decidiu repensar a parte administrativa e a infraestrutura da fazenda.

“A redução de custos é bem expressiva porque a partir do momento que não temos organização, não sabemos o que está sendo utilizado, de que maneira e a quantidade. Então a organização e o gerenciamento financeiro foram fundamentais para alcançar resultados”, disse Múcio.

O técnico de campo da ATeG do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) do DF, Leandro da Silva, auxiliou o produtor nesse processo de transformação. “São muitos os benefícios obtidos quando a propriedade está organizada. Entre eles, o equilíbrio no tempo de trabalho e da vida pessoal, bem-estar dos colaboradores, saúde física e mental e rentabilidade da atividade”.

Para facilitar a orientação dos produtores na adoção dessas boas práticas, o Senar disponibiliza um guia interativo de organização da propriedade rural gratuito e online.

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O conteúdo foi desenvolvido com informações de fácil acesso que indicam o passo a passo para o produtor iniciar o processo de organização e de melhoria da atividade rural.

Em 12 capítulos, o guia mostra detalhes sobre a gestão de recursos humanos, saneamento rural, organização de ferramentas, equipamentos, maquinários, farmácia veterinária, insumos, arrumação de ambientes para trato dos animais e manipulação dos alimentos, metodologia 5S de organização e lista de verificação.

Segundo o técnico de campo Leandro Silva, o produtor Múcio segue todos os passos à risca com excelentes resultados. “Tudo isso vai gerar lucro automático para o produtor. Porque quando ele passa a ter um ambiente organizado, o funcionário vai ter mais rendimento e facilidade para trabalhar. E com o gerenciamento financeiro, ele vai entender onde estão seus custos e onde pode economizar”.

O passo a passo do guia é ilustrado com fotos e elementos que vão ajudar o produtor a identificar e corrigir possíveis falhas. Além disso, esse guia é o primeiro material do Senar com conteúdo totalmente interativo. Caso o leitor tenha interesse em aprofundar o conhecimento sobre alguns assuntos, o guia permite o acesso, por meio de QR Code, para cartilhas virtuais da instituição e legislações.

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“É um material muito rico. A partir do momento que você baixa ou salva o guia na estante virtual é possível compartilhar com outros usuários, fazer anotações, marcar páginas favoritas e buscar palavras-chave”, destacou a coordenadora de Produção de Materiais Institucionais do Senar, Fabíola Bomtempo.

Para baixar gratuitamente a cartilha, acesse: https://www.cnabrasil.org.br/senar/colecao-senar

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Fonte: CNA Brasil

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Agronegócio

CNA e Federações debatem ferramentas de gestão de risco à cafeicultura

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Brasília (12/04/2021) A Comissão Nacional do Café da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) se reuniu, na segunda (12), para debater o desenvolvimento de ferramentas de gestão de risco à cafeicultura, que podem ser operacionalizadas com os recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé).

O presidente da Comissão Nacional do Café, Breno Mesquita, citou a proposta apresentada pela CNA ao Conselho Deliberativo de Política do Café (CDPC) para a contratação de uma consultoria para a reestruturação do Funcafé e o desenvolvimento de instrumentos que beneficiem o setor produtivo, principalmente os de gestão de riscos de preços ao produtor.

“Essas ferramentas são fundamentais para o equilíbrio em todos os elos da cafeicultura e serão desenvolvidas para garantir que os recursos sejam empregados sem o comprometimento da remuneração do Funcafé. O objetivo da consultoria é modernizar o Fundo para torná-lo um instrumento ainda mais efetivo no amparo à cafeicultura”, disse Mesquita.

O Funcafé terá orçamento recorde de R$ 5,9 bilhões para a safra 2021/2022. Os montantes aprovados pelo CDPC para as linhas de custeio e comercialização foram de R$ 1,6 bilhão e R$ 2,2 bilhões, respectivamente. O setor produtivo contará ainda com R$ 160 milhões para recuperação de cafezais danificados, recursos que podem ser demandados por produtores que tiveram sua produção comprometida por eventos climáticos adversos, como seca e granizo.

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Outros segmentos da cafeicultura vão contar com os valores de R$ 1,3 bilhão para a linha de Financiamento para Aquisição de Café (FAC) e R$ 630,5 milhões para capital de giro. Os recursos do Funcafé serão liberados de forma antecipada em relação ao Plano Safra.

Durante a reunião virtual, o presidente Breno Mesquita também destacou a importância das Federações reforçarem os cuidados necessários que os produtores e colaboradores devem ter durante a colheita do café para evitar o contágio de Covid-19. Junto a essa ação, foi enfatizada a necessidade de promoção do trabalho decente na atividade, que deve ter especial atenção no período de colheita.

“O objetivo é preservar a saúde dos cafeicultores e colaboradores, além de ressaltar o compromisso do setor com o comprometimento da legislação trabalhista”, disse.

Ainda no encontro, a coordenadora de Promoção Comercial da CNA, Camila Sande, apresentou um estudo sobre o mercado chinês de café, elaborado pelo escritório internacional da CNA em Xangai, em parceria com a InvestSP.

Segundo o documento, o café solúvel é o principal tipo do produto consumido pelo asiático, mas o estudo aponta que há espaço para outros tipos de preparo, além de excelente oportunidade para maior representatividade do café brasileiro. “Estima-se que o café torrado e moído possa se tornar um mercado incremental ao solúvel quando a percepção do café na China sofrer uma transição de “produto de luxo” para bebida de hábito diário”, diz a publicação.

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Clique aqui para ler o estudo.

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Fonte: CNA Brasil

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