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Guedes rebate críticas sobre PEC Eleitoral: ‘Deixamos morrer de fome?’

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Guedes minimizou críticas passadas e defendeu a PEC das Bondades
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Guedes minimizou críticas passadas e defendeu a PEC das Bondades

O ministro da Economia, Paulo Guedes, voltou a defender a aprovação da PEC das Bondades e rebateu críticas de opositores sobre o texto da matéria. Segundo Guedes, a proposta visa reduzir o indicador de pobreza e recuperar a economia do país.

Em evento que marcou a posse do novo presidente do Comitê de Valores Mobiliários (CVM), João Pedro Nascimento, o ministro citou que o reajuste do Auxílio Brasil foi uma medida certeira para evitar a fome e a corrida por lenha em meio ao alto preço do gás de cozinha. Guedes ainda disse que o Brasil está “condenado a crescer”, ironizando a repercussão na imprensa sobre a aprovação da PEC e negou o perfil eleitoreiro do texto.

“Se fazemos a transferência de renda, é medida eleitoreira. Então deixamos morrer de fome?”, disse.

A proposta foi promulgada pelo Congresso Nacional na última sexta-feira (15) e prevê o reajuste do Auxílio Brasil para R$ 600 até dezembro deste ano. O texto foi chamado de Pacote Eleitoreiro ou do Desespero, pois foi colocado em votação às vésperas das eleições e com o presidente Jair Bolsonaro (PL) na segunda colocação nas pesquisas de intenções de votos.

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Além do Auxílio Brasil, a medida ainda mexe no vale-gás e cria um voucher para caminhoneiros e taxistas.

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Paulo Guedes, no entanto, nem sempre foi a favor da PEC. Em fevereiro, a equipe econômica criticou o texto apresentado pelo senador Carlos Fávaro (PSD-MT) e passou a chamar a proposta de Kamikaze, pelo gasto elevado.

As críticas sobre o aumento de gastos fez crescer a pressão sobre o ministro. A ala política aliada ao Bolsonaro e o presidente da Câmara, Arthur Lira (Progressistas-AL), tentar contornar Guedes e mostrá-lo a necessidade de aumentar os custos para demandas políticas.

Crescimento do país

Guedes ainda afirmou que o país voltou a crescer e ressaltou o trabalho feito pela equipe econômica para revisar o Produto Interno Bruto (PIB) deste ano, reajustado para 2% na última semana.

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“Não acreditem nas histórias que colocam o Brasil para baixo. As pessoas, por política, sabotam o Brasil”, disse o ministro. 

“O Brasil teve um desempenho surpreendente para quem não acreditava no Brasil”, concluiu.

O ministro reafirmou que o Brasil irá crescer mais que as grandes economias do mundo. Guedes lembrou dos investimentos de US$ 800 bilhões junto ao setor privado.

Fonte: IG ECONOMIA

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Economia

STF forma maioria para reajustar salários em 18% do judiciário

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Suprema Corte aprovou reajuste salarial que poderá atingir R$ 46 mil
Luciano Rocha

Suprema Corte aprovou reajuste salarial que poderá atingir R$ 46 mil

O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para reajustar salários do Judiciário em 2023. O aumento, segundo texto, será de 18% de forma escalonada.

A recomposição salarial está prevista no Orçamento do judiciário para o próximo ano. Após a votação de todos os ministros, o texto será encaminhado ao Congresso Nacional, que dará a palavra final sobre o aumento.

Atualmente, o salário de ministros do STF é de R$ 39,2 mil. Com o aumento, o valor passará para R$ 46,3 mil.

Os ministros aprovaram o aumento dividido em quatro parcelas de 4,5% entre os anos de 2023 e 2024.

Confira como será o reajuste do judiciário

  • 9% em 2023: 4,5% em abril e 4,5% em agosto;
  • 9% em 2024: 4,5% em janeiro e 4,5% em julho.

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Além dos ministros do STF, os vencimentos de membros do STJ, juízes, servidores das cortes superiores também serão reajustados. O valor também é usado como teto para os salários de servidores, ou seja, nenhum funcionário público pode receber mais que um ministro do Supremo Tribunal Federal.

Os ministros ainda aprovaram o reajuste de 10% nos gastos do judiciário para o próximo ano. O valor do orçamento, que antes era de R$ 767 milhões, passará para R$ 850 milhões em 2023.

Até o momento, nove ministros votaram a favor do projeto. Outros dois ministros ainda devem votar

Os votos são mantidos em sigilo e sem acesso às informações ao público. A expectativa é que o texto seja aprovado por unanimidade.


Fonte: IG ECONOMIA

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