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Gravação pode complicar campanha de José Guilherme em Alegre

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As coligações “Juntos para Alegre avançar” e “Alegre avante com moralização e trabalho” entraram com uma ação de representação eleitoral contra o candidato da coligação “União, paz e progresso”, José Guilherme Aguilar (PSDB). Junto com a ação, os advogados apresentaram uma gravação onde o candidato aparece conversando com outras pessoas, com as quais teria falado sobre emprego na prefeitura, caso ele seja eleito.

Na gravação que foi enviada para nossa redação, ele conversa com trabalhadores de uma firma que ele afirma ter pretensões de manter, caso consiga se eleger. Ele começa dizendo que sempre valorizou os funcionários, quando foi prefeito pela primeira vez. E coloca que, além dos servidores municipais, em um provável governo seu, ele pretende contar com os funcionários terceirizados, destacando que tem ouvido falar muito bem de cada um que estava na reunião.

E finalmente afirma que, “se eu assumir a Prefeitura de Alegre, eu vou manter o trabalho”. “E quem eu vou escolher pra trabalhar lá comigo? Aquelas pessoas que já estão trabalhando, aquelas pessoas que são funcionários de qualidade e vou ver isso com quem? Com meus amigos que estão lá na Prefeitura, que convivem no dia a dia com vocês”, afirma na gravação.

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José Guilherme, na gravação, também enfatiza que ele está bem numa pesquisa e que tem todas as chances de vencer a eleição em Alegre. E depois de citar que precisa do apoio de todos, volta a afirmar que, “estando na Prefeitura depois do dia 1º de janeiro, vocês serão recontratados e irão trabalhar comigo quatro anos”. “E neste período, se Deus quiser, vamos fazer um concurso público e vocês vão ser funcionários efetivados da Prefeitura e acabar com esse sufoco de que troca o prefeito manda embora”, completa.

Mas à frente, na gravação, ele também faz um compromisso de que não há cartas marcadas para cargos de chefia, dizendo que não fez compromisso com ninguém neste sentido. E explica aos presentes que a empresa que será contratada sempre pergunta quem a Prefeitura quer admitir. “Vamos dar os nomes de vocês (…) e vocês vão assumir os cargos durante os quatro anos”, afirma. Depois a conversa continua com os funcionários.

A reportagem tentou falar com o candidato José Guilherme, por telefone e por whatsapp, mas não obteve contanto e nem retorno quanto a uma resposta sobre o assunto.

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fonte http://www.aquinoticias.com/

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Proposta visa aumentar eficiência da Polícia Civil

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O governo do Estado encaminhou para a Assembleia Legislativa (Ales) o Projeto de Lei Complementar (PLC) 38/2022, que modifica três legislações com o intuito de aperfeiçoar o trabalho da Polícia Civil do Espírito Santo (PCES). As mudanças abordam o comando da Central de Teleflagrante (CTF), a gratificação paga aos delegados e a circunscrição de duas delegacias do interior.

O projeto iniciou sua tramitação nesta quarta-feira (17), com a leitura no Expediente da sessão ordinária, e será analisado pelas comissões de Justiça, Segurança e Finanças. 

As Leis Complementares (LCs) 4/1990 e 756/2013 receberam acréscimos de itens para permitir que a Superintendência da Tecnologia da Informação e Comunicação (Sutic) passe a realizar a gestão e a supervisão da CTF por intermédio de uma coordenadoria vinculada diretamente ao gabinete do superintendente. 

Criada em 2021, a Central de Teleflagrante funciona na Chefatura de Polícia, em Vitória. Por meio da utilização de videoconferência, digitalização e tramitação eletrônica de documentos, permite a lavratura de procedimentos, flagranciais ou não, de forma remota. Dessa maneira, delegados e escrivães localizados na capital podem prestar plantões em delegacias do interior, fazendo o atendimento das ocorrências fora do horário normal de expediente.

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Na mensagem governamental enviada à Casa, o governador Renato Casagrande (PSB) destaca que o uso da tecnologia na CTF faz parte de um trabalho de modernização das rotinas, aumenta a produtividade dos envolvidos, reduz gastos públicos e potencializa os recursos humanos.

“Permite o remanejamento do efetivo para outros municípios ou unidades policiais, conforme a demanda e prioridades da gestão da PCES, em consonância com o Plano e Programa Estadual de Segurança Pública”, argumenta.

Gratificação

Outra modificação feita pela proposta é na LC 892/2018 e versa sobre o pagamento da Gratificação por Acúmulo de Titularidade (GAT) de R$ 2,4 mil paga aos delegados.

Atualmente, esse benefício só pode ser concedido para os profissionais que respondem, cumulativamente, por delegacias dentro de uma mesma circunscrição e superintendência, e por um período mínimo de 15 dias. O PLC acaba com a restrição territorial e amplia, para pelo menos 30 dias, o prazo de acúmulo para receber a gratificação.

Delegacias

Por fim, a proposição altera a circunscrição das delegacias de Apiacá e Vila Valério. A primeira deixa a 6ª Regional de Alegre e vai para a 7ª, de Cachoeiro de Itapemirim; a segunda troca a 17ª Regional de Nova Venécia pela 18ª, de São Mateus.

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“As instituições policiais trabalham de forma integrada, por isso se faz necessário o reordernamento territorial das divisões administrativas a fim de prestar o serviço de segurança pública de forma mais eficiente à sociedade capixaba”, conclui o governador.

Se o projeto for aprovado e sancionado, as mudanças na legislação entram em vigor na data de sua publicação em diário oficial.

Fonte: Assembléia Legislativa do ES

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