Saúde

Granjas avícolas de Cachoeiro estão livres da salmonela

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Por | 30.12.2014

As três granjas avícolas que recebem assistência técnica gratuita da prefeitura de Cachoeiro de Itapemirim estão livres da salmonela, bactéria que pode causar infecção alimentar nos humanos. É o que apontam exames laboratoriais feitos no mês passado.

Para combater a bactéria, a Secretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento orienta os produtores sobre a alimentação das aves, aplicação de vacinas, entre outros cuidados para a preservação da sanidade dos animais. Também instrui sobre como devem ser mantidas as instalações nas granjas, do ponto de vista zootécnico e sanitário.

Os estabelecimentos avícolas de Cachoeiro estão entre os considerados de maior suscetibilidade à introdução e disseminação de doenças, por isso integram o programa de gestão de risco implementado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em parceria com o Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf).

Esses locais devem colher amostras, a cada quatro meses, para a realização de testes para o diagnóstico de salmonelas. Quando há registro de casos positivos, as aves infectadas precisam ser retiradas de circulação e abatidas.

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“Felizmente, as granjas que contam com nosso acompanhamento técnico não detectaram a salmonela. É um trabalho importante para evitar perdas para os produtores e que os produtos infectados, como ovos e frangos abatidos, cheguem até os consumidores”, ressalta o secretário de Agricultura e Abastecimento de Cachoeiro, José Arcanjo Nunes.

O apoio ao setor avícola de Cachoeiro se estende à ampliação de canais de comercialização, como as feiras livres, o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e a Compra Direta do Produtor Rural para a Alimentação Escolar. Em novembro, o município patrocinou o 1º Encontro Capixaba de Avicultura Caipira, realizado no distrito de Jacu, em Burarama.

 

 

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Saúde

Rio inaugura primeiras unidades do Espaço Maternidade

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As duas primeiras unidades do Espaço Maternidade, projeto concebido pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Diretos Humanos para incentivar o aleitamento materno e promover saúde e bem-estar de mães trabalhadoras e de seus bebês, foram inauguradas hoje (13) no campus de laboratórios do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) em Xerém, Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.

O Espaço Maternidade conta com estrutura própria para amamentação e retirada de leite materno para consumo posterior das crianças. Para a adequação do local, foram investidos R$ 40 mil pela Secretaria Nacional de Políticas para Mulheres com a aquisição de poltronas de amamentação, cadeira de alimentação, cômoda com trocador de fraldas, geladeira, entre outros itens.

Segundo a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, o Espaço Maternidade é uma prática que a pasta quer levar para todos os órgãos da esfera federal. Ela destacou ser muito importante que as empresas tenham um espaço para que a mãe amamente seu bebê.

“Aí tem gente dizendo ‘mas precisa mesmo disso?’. Precisa, gente. Claro que precisa. Todos nós um dia mamamos no peito da mãe. Que bom que a mãe estava lá para nós”, disse a ministra, que participou da inauguração.

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O presidente do Inmetro, Marcos Heleno Guerson, ressaltou que o instituto tem que fazer o possível para a apoiar a maternidade das servidoras, colaboradoras, bolsistas, pesquisadoras e alunas de pós-graduação.

“Nesse projeto-piloto que vai funcionar no Inmetro, nós temos a expertise para poder avaliar, contribuir, verificar o que pode melhorar. Isso é muito importante: dar infraestrutura de qualidade que uma política pública precisa para ser implementada no país”, afirmou Guerson.

De acordo com o Ministério da Saúde, o aleitamento materno reduz a mortalidade infantil em 13%. Além de estimular a amamentação e reduzir o desmame precoce após o período da licença maternidade, o projeto também visa a contribuir para o equilíbrio entre trabalho e família.

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Saúde

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