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Governo do Estado assina acordo de cooperação técnica com a Findes

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O Governo do Estado, por meio do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf) assinou, nesta sexta-feira (20), um acordo de cooperação técnica com a Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes). Com vigência de um ano, o acordo prevê a colaboração mútua na identificação e implementação de ações e projetos de fortalecimento e modernização das análises de processos, criando, assim, condições para que as indústrias capixabas tenham conhecimento e atendam às exigências legais e mercadológicas, com foco em meio ambiente, licenciamento ambiental e legislações pertinentes.

O governador do Estado, Renato Casagrande, que participou do encontro por vídeo, destacou a importância deste tipo de parceria. “Quando agregamos entidades da sociedade, que, junto com o Governo, conseguem fechar uma proposta previamente negociada, isso ajuda a melhorar esse ambiente de negócios. Agradeço à Findes pelo apoio visando à capacitação de servidores do Idaf, entre outras ações, e que se une às demais instituições para que possamos aperfeiçoar a legislação que trata do licenciamento ambiental de atividades agrossilvopastoris. Queremos desburocratizar, porém, mantendo e preservando os recursos naturais de nosso Estado”, disse Casagrande.

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Para o subsecretário de Estado de Agricultura, Pesca e Desenvolvimento Rural Sustentável, Michel Tesch, “por meio de processos de discussão de forma participativa e interativa entre a sociedade civil, o setor produtivo e o Governo, podemos estabelecer convergências e contribuir para o desenvolvimento sustentável do setor de agronegócio no Espírito Santo”.

Segundo o diretor-presidente do Idaf, Mário Louzada, o objetivo é conferir ainda mais agilidade e transparência nos encaminhamentos do setor. “A comissão técnica e o acordo de cooperação irão contribuir para que o arranjo produtivo do agronegócio possa atender às exigências legais e mercadológicas, com foco em meio ambiente, licenciamento ambiental e legislações pertinentes, e para a modernização da gestão ambiental no Idaf”, destacou Louzada.

De acordo com a presidente da Findes, Cris Samorini, esta ação faz parte de um programa macro da Federação, que envolve outros órgãos ambientais, como o Instituto de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema) e a Agência Estadual de Recursos Hídricos (Agerh), e pretende fortalecer o sistema de acompanhamento, controle e fiscalização ambiental no Estado. “Enquanto federação, sabemos da importância da manutenção de um meio ambiente equilibrado. Sustentabilidade Ambiental, por exemplo, é um dos eixos estratégicos do Sistema Findes. Por isso, o fortalecimento dos órgãos ambientais estaduais, incluindo o Idaf, se conecta diretamente a nossa estratégia”, afirmou.

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Na ocasião, também tomaram posse os membros da Comissão Técnica de Licenciamento de Atividade Agrossilvopastoril, que subsidiará as ações previstas no acordo.

A Comissão Técnica, cuja instituição foi publicada por meio da Instrução de Serviço Idaf nº 104-P/ 2020, tem caráter consultivo e propositivo, sendo formada pelas seguintes instituições: Idaf, Findes, Secretaria da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag), Comissão de Agricultura da Assembleia Legislativa do Espírito Santo, Centro de Desenvolvimento do Agronegócio (Cedagro), Federação da Agricultura e Pecuária do Espírito Santo (Faes), Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Espírito Santo (Fetaes), Centro de Reintrodução de Animais Selvagens (Cereias) e Organização Não Governamental “Caminhadas e Trilhas”.

 

Informações à Imprensa:
Assessoria de Comunicação do Governo
Giovani Pagotto
(27) 98895-0843

Assessoria de Comunicação do Idaf
Francine Castro/ Rafaely Lyra Walter
(27) 3636-3774 / (27) 99237-5308
[email protected]

 

Fonte: Governo ES

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Oficina de Turbante vira aula de história e cultura durante Novembro Negro da SEDH

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Como parte da programação do Novembro Negro da Secretaria de Direitos Humanos (SEDH), na tarde dessa quarta-feira (25), foi realizada uma Oficina de Turbante, no auditório do Palácio da Fonte Grande, em Vitória. Várias servidoras participaram, adquirindo um conhecimento muito além do estilo: tiveram uma verdadeira aula de história da influência da cultura negra no Brasil.

A ideia da Oficina de Turbante foi da gerente de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da SEDH, Edineia Conceição de Oliveira. Ela contou que sempre que se arrumava com o acessório para o trabalho, várias colegas mostravam interesse em aprender.

“Quando estávamos montando a programação do Novembro Negro, me lembrei desse interesse das colegas e resolvi convidar uma profissional para dar a oficina. Assim, além de aprender, todas poderiam entender toda a questão cultural por trás dos turbantes”, explicou Edineia de Oliveira.

A convidada para ministrar a oficina foi a trançadeira Elissangela Gonçalves Ferreira, que também é presidenta da Associação de Trançadeiras/Trancistas do Espírito Santo e do Projeto Multiplicação, além de empreendedora e educadora social.

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“Tudo que colocamos no nosso corpo significa alguma coisa. O turbante representa quem o utiliza, representa a sua identidade. Cada civilização vai utilizando no sentido da sua cultura ou religião. Eu, por exemplo, uso com o significado afro-brasileiro, mas existem também os turbantes de quem frequenta os terreiros de candomblé, que são os ojás. Existem ainda os turbantes da cultura islâmica. Cada amarração tem um significado”, disse Elissangela Ferreira.

A servidora pública Grace Kelly Araujo dos Reis, da Subsecretaria de Gestão Administrativa e Financeira da SEDH, também participou da oficina e compartilhou com os demais seus aprendizados. Ela contou que passou a tomar atitudes para se empoderar enquanto mulher negra, depois que se tornou mãe, e virou uma referência principalmente para a filha. A autoconfiança também melhorou.

“Participar da Oficina de Turbante foi ratificar que conhecimento é a ferramenta mais importante que temos e que nós negros estamos muito além da história assassina da escravização. Aprender que um turbante não se restringe a um acessório que nos deixa mais belas. Foi ressignificar um ‘adereço’, entendendo o quanto de força e reafirmação nele habita. Foi vivenciar a sabedoria transmitida pelas ancestrais”, comentou a servidora.

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A programação do Novembro Negro da SEDH continua até o dia 30 de novembro. Confira: https://bit.ly/2JccBR7

 

Informações à Imprensa:
Assessoria de Comunicação da SEDH
Juliana Borges
(27) 3636-1334 / (27) 99926-4669
[email protected]

Fonte: Governo ES

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