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Governo deve endurecer regras para beneficiários idosos e com deficiência

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Agência Brasil

Objetivo do governo é economizar até R$ 10 bi

O governo Bolsonaro busca uma economia de quase R$ 10 bi por ano a partir do congelamento do endurecimento de regras dos benefícios destinados a idosos e pessoas carentes com deficiência. De acordo com relatos apurados pela Folha de São Paulo, a iniciativa está sendo preparada em conjunto pelos Ministérios da Cidadania e da Economia.

O objetivo do governo, ainda segundo fontes do jornal, são reavaliações dos beneficiários ainda em 2020, seguindo até o segundo semestre de 2021. O auxílio de R$ 1.045 é pago a idosos acima de 65 anos e portadores de deficiência que devem estar dentro de um limite de renda familiar per capita de até um quarto de salário mínimo. Segundo o governo, há pessoas que não teriam direito ao auxílio e ainda o recebem.

Entre as mudanças do decreto, estará o fato de que a rede do INSS poderá acessar um sistema integrado de dados com informações de usuários de regimes previdenciários e beneficiários de programas sociais. Quem omitir informação ou prestar informação falsa fica sujeito a penas previstas em lei.

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Além disso, o governo espera diminuir – por meio da identificação de irregularidades – os benefícios concedidos pela Justiça, assim como reavaliar a deficiência dos beneficiários para determinar quem já está apto a voltar ao trabalho ou não. As perícias devem ser feitas após o funcionamento pleno das agências do INSS.

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Auxílio de mil dólares: Bolsonaro diz que arredondou o valor no discurso na ONU

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Reprodução YouTube/Jair Bolsonaro

Presidente chamou de ‘esquerdalha’ a imprensa e a população que questionou o valor citado na conferência das Nações Unidas

Durante live nas redes sociais nesta quinta-feira (24), o presidente Jair Bolsonaro admitiu ter arredondado o valor do  auxílio emergencial em seu discurso durante conferência da Organização das Nações Unidas na última terça-feira (22).

Bolsonaro afirmou que o valor correto seria 960 dólares, mas, no discurso oficial, ele disse mil dólares. Nesta quinta (24), o presidente chamou de “esquerdalha” a imprensa e a população que questionou o valor citado na ONU.

“Eu disse no meu discurso da ONU que o total do auxílio emergencial será próximo de mil dólares, mas na verdade, dá 960 dólares. Mas foi o suficiente para baterem em mim. Agora, se você dividir simplesmente o volume, pela quantidade, você tem um número. Das 65 milhões de pessoas que receberam o auxílio emergencial de R$ 600, nas cinco primeiras parcelas, tínhamos ali 12 milhões de senhoras com filhos, e elas receberam o dobro, o que leva a média para em torno de 970, 960 dólares. Então, eu fiz a aproximação e foi o suficiente para a esquerdalha me acusar de mentiroso”, disse Bolsonaro na live de hoje.

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O iG checou as contas. No total, o  auxílio emergencial pagará aos beneficiários cinco parcelas de R$ 600 e quatro de R$ 300. Juntas, elas somam R$ 4,2 mil. 

Na cotação do dia,  mil doláres  equivaliam a mais de R$ 5,4 mil, o que significa que o arredondamento do presidente ignorou cerca de R$1,2 mil – ou duas parcelas de R$ 600 do auxílio emergencial. 

Além disso,  nem todos os benefíciários receberão as nove parcelas, que devem ser pagas até dezembro. Por outro lado, alguns grupos receberam um benefício maior, como  mães chefes de família, cuja parcela foi de R$ 1,2 mil.

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