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Governador do Pará é alvo de pedido de cassação por uso de fake news

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Helder Barbalho, governador do Pará
Bruno Cetim/Agência Pará

Helder Barbalho, governador do Pará

O Ministério Público Eleitoral (MPE) do Pará entrou com um pedido no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de cassação da chapa do governo do estado, formada por  Helder Barbalho (MDB) e oo seu vice Lúcio Vale (PL). Segundo o MPE, o governador teria abusado de poder econômico e disseminado fake news durante a campanha do 2018. 

O governador teria se utilizado de meios de comunicação social para exercer as transgressões . O MP pediu a inelegibilidade da chapa por 8 anos, por conta das suspeitas. Proprietários e dirigentes da Rede Brasil Amazônia de Comunicação também seriam atingidos pela impossibilidade de se eleger, dentre eles o senador Jader Barbalho (MDB-PA), pai de Helder.

A Rede Brasil Amazônica teria atuado na campanha de 2018 para prejudicar o adversário de Helder na disputa pelo governo do estado, o candidato do DEM Márcio Miranda. Além disso, Helder Barbalho teria feito uso ilegal da Justiça Eleitoral por pedir a instauração, nas vésperas da eleição, de um inquérito para investigar um ” bunker ” clandestino da campanha de Márcio Miranda, onde estariam lavando dinheiro e armazenando caixa dois.

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Comissão de Educação da Câmara pode ficar com deputados bolsonaristas

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Deputada federal Aline Sleutjes (PSL-PR)
Gustavo Sales/Câmara dos Deputados

Deputada federal Aline Sleutjes (PSL-PR)

Com o adiamento das definições dos presidentes das comissões da Câmara para a semana que vem , deputados bolsonaristas começaram a negociar para que eles sejam os escolhidos para o comando da comissão de Educação da Casa. A informação é do jornal Folha de S.Paulo

Os nomes mais fortes para assumir o órgão colegiado são os dos deputados Carlos Jordy (RJ) e Aline Sleutjes (PR). Os dois são da ala bolsonarista do PSL e têm forte apelo nos posicionamentos ideológicas de apreço do governo Jair Bolsonaro (sem partido), sendo alguns dos principais aliados do presidente na Câmara .

Sleutjes ainda é investigada no inquérito que apura financiamento a atos antidemocráticos, que é conduzido sob relatoria do ministro Alexandre de Moares, do Supremo Tribunal Federal (STF). A definição é prevista para os próximos dias.

Desde o início das negociações, o grupo bolsonarista da legenda manteve como alvo principal a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), considerada a mais importante da Câmara. Já é quase certo que a CCJ fica com a deputada bolsonarista Bia Kicis  (PSL-DF), também investigada no inquérito que apura atos antidemocráticos e ​​no das fake news.

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No caso da Comissão de Educação, no entanto, ela também é considerada estratégica para o grupo. Assim como Bolsonaro, seus apoiadores veem o tema como o campo de batalha para pautas ideológicas no governo, que guarda pouca conexão com os problemas reais do Brasil.

O objetivo da conquista do comando da comissão seria a suposta proeminência da esquerda no setor e o fortalecimento de pautas de fundo religioso.

Nas últimas semanas, a comissão de Educação chegou a ser prometida para o DEM durante negociações tocadas pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). A legenda ainda mantém articulação para ficar com o colegiado.

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