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Governador da Bahia alerta sobre pandemia: “Nunca tivemos uma situação igual”

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Governador da Bahia Rui Costa (PT-BA)
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Governador da Bahia Rui Costa (PT-BA)

O governador da Bahia, Rui Costa (PT) fez nesta quinta-feira (25) uma análise pessimista em relação ao avanço da pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2).

O petista prevê que “a saúde vai colapsar e o Brasil mergulhará no caos em duas semanas”. A Bahia na próxima sexta (26) entrará em lockdown, com restrição de todas as atividades não-essenciais no estado, incluindo na capital Salvador.

“Já estamos vendo o problema se agravar no país todo. No Rio Grande do Sul, na Bahia, no Ceará. Nunca tivemos uma situação igual”,diz Rui.

Nesta quinta (25), o país registrou pelo 35º dia seguido média móvel de mortes acima de 1000 em decorrência da Covid-19. 

“Temos hoje, ainda, um menor número de infectados, mas uma explosão de internações e de mortes muito mais grave do que em julho de 2020”, afirma. “Antes, a quase totalidade das mortes era de pessoas de mais de 60 anos. Agora, jovens, de 30 a 50, também estão sendo vítimas fatais”, completa o governador”.

Preocupado com as novas cepas do vírus, ele afirma que o número de óbitos diários na Bahia supera os vistos no auge da primeira onda, em julho do ano passado. “A pressão nunca foi tão grande”, alerta.

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Defesa de Lula pede para STF trancar três ações penais contra ex-presidente

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Ex-presidente Lula
O Antagonista

Ex-presidente Lula

Os advogados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediram ao ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determine o trancamento de três ações penais em que o petista é réu. Caso o pedido não seja aceito, a defesa de Lula pede ao menos que as provas obtidas no acordo de leniência da Odebrecht não sejam utilizadas, porque os advogados alegam que não tiveram acesso a todos os dados do acordo.

As ações que a defesa do ex-presidente quer que sejam interrompidas tratam do sítio de Atibaia, do prédio do Instituto Lula e de doações feitas ao mesmo instituto. Nos três casos Lula é acusado pelo Ministério Público de ter recebido vantagens indevidas da Odebrecht. O ex-presidente nega as acusações.

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No mês passado, o ministro Edson Fachin, do STF, determinou o envio destes processos, junto a uma quarta ação, para a Justiça do Distrito Federal. Na mesma decisão, Fachin anulou duas condenações de Lula : uma justamente no caso do sítio de Atibaia, e outra no do triplex do Guarujá.

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O novo pedido, apresentado na segunda-feira ao STF , foi endereçado a Lewandowski porque ele é o relator de uma ação que trata sobre o tema. Os advogados do ex-presidente afirmam que decisões do ministro garantindo acesso a elementos do acordo da Odebrecht não foram cumpridas.

A defesa alega que “não há desfecho legítimo a uma persecução penal sem ampla defesa, e não há ampla defesa sem o pleno exercício da Defesa Técnica, o que inclui, logicamente, acesso a quaisquer provas que se relacionem ao imputado assistido, faz necessário que seja declara a inutilização dos elementos oriundos do acordo de leniência da Odebrecht”.

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