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Governador assina Ordem de Serviço para conclusão das obras do Centro de Formação Camponês

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O governador do Estado, Renato Casagrande, assinou, nesta quinta-feira (21), em evento virtual, a Ordem de Serviço para conclusão das obras do Centro de Formação Camponês, situado no município de São Gabriel da Palha. A obra é de responsabilidade da Secretaria da Ciência, Tecnologia, Inovação e Educação Profissional (Secti), com investimento de R$ 1.520.000,00. A administração do Centro ficará por conta da Associação de Pequenos Agricultores do Estado do Espírito Santo (APAGEES).

Em sua fala, o governador Casagrande destacou que essa é a primeira solenidade de assinatura de Ordem de Serviço feita de forma virtual, em decorrência da pandemia do novo Coronavírus (Covid-19). “Gostaria muito de estar presente em São Gabriel da Palha, mas como o momento não permite, estarei no município, se Deus permitir, para entregar essa obra. É uma alegria poder estar junto do movimento dos agricultores. É um projeto que iniciamos lá atrás, em nosso primeiro mandato e vamos concluí-lo”, disse.

A obra foi paralisada em 2016 em decorrência de inconformidades do projeto – feito inicialmente por profissional da comunidade –, em relação às normas de acessibilidade, bem como às normas técnicas do Corpo de Bombeiros. O projeto foi refeito pela Secretaria em 2019 e aprovado pela Prefeitura de São Gabriel da Palha e pelo Corpo de Bombeiros. A expectativa é de que o Centro de Formação Camponês seja concluído até janeiro de 2021.

“É muito bom podermos dar sequência. Tomei uma decisão ao assumir o Governo, que foi de não paralisar nenhuma obra que estava em andamento. É uma hora difícil para nós. Tivemos hoje uma reunião com o presidente da República [Jair Bolsonaro], em que pedimos a sanção do Projeto de Lei que ajuda os Estados e municípios. É preciso que a gente se reprograme, mas estou fazendo um esforço gigantesco para dar continuidade às obras que estavam em andamento”, garantiu Casagrande.

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A secretária de Estado de Ciência, Tecnologia, Inovação e Educação Profissional, Cristina Engel, destacou a importância da obra e lembrou que o Centro vai ser erguido no local onde existia a sede da Associação, que foi demolida para construção da nova sede. “Com isso, eles ficaram durante todo esse tempo sem um local próprio, sem a antiga e sem a nova sede. Por isso, retomar essa obra, que será um local onde a Associação pretende oferecer cursos, promover eventos e trazer a comunidade que trabalha na agricultura para possibilitar a qualificação delas, para nós é uma grande honra. Estamos felizes em poder fazer essa contribuição”, afirmou.

Cristina Engel também comentou sobre o trabalho de cooperação executado entre a Secti e a APAGEES para retomada da obra: “Também deve ser destacado o esforço da APAGEES. A Associação lutou muito para que essa obra fosse retomada. Os associados foram extremamente colaborativos em tudo que nós precisamos. E essa cooperação mútua tornou possível a assinatura da Ordem de Serviço”, pontuou a secretária.

Participaram da solenidade, realizada por meio de videoconferência, a prefeita de São Gabriel da Palha, Céia Ferreira, além do deputado federal Josias Da Vitória e dos deputados estaduais Renzo Vasconcelos e Raquel Lessa.

Centro de Formação Camponês

O espaço vai abrigar as atividades da Associação de Pequenos Agricultores do Estado do Espírito Santo (APAGEES) e é um projeto que visa a fortalecer a população de todo o Estado, por meio da disponibilização de uma estrutura adequada para receber estes cidadãos e que permita resgatar e valorizar a identidade local, bem como oferecer cursos de capacitação/formação, principalmente para mulheres e juventude.

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Os cursos serão voltados especialmente para as áreas de meio ambiente, água, agroecologia, sementes crioulas, comercialização/agroindústria, além de eventos relacionados à cultura.

Além disso, o objetivo do Centro de Formação Camponês, que será administrado pela própria APAGEES, é de proporcionar um ambiente adequado à integração da comunidade por meio da cultura e do esporte. 

O espaço será composto por áreas para atividades sociais, alojamento, área externa para prática de esportes, além de área de convívio.

A APAGEES

A Associação de Pequenos Agricultores do Estado do Espírito Santo desenvolve várias atividades com o objetivo de apoiar e ajudar os camponeses de todo o Estado. A Associação realiza diversas formações e capacitações para as famílias camponesas em diversas áreas profissionais ligadas ao campo.

A APAGEES apoia e fortalece as feiras livres e atividade culturais, além de fomentar parcerias com outras organizações, relação com os trabalhadores da cidade, entre outras atividades. A Associação trabalha para incentivar a produção e comercialização de alimentos saudáveis, a relação campo/cidade e o fortalecimento e permanência das famílias camponesas no campo com dignidade e qualidade de vida.

Informações à Imprensa:
Assessoria de Comunicação do Governo
Giovani Pagotto
(27) 98895-0843

ssessoria de Comunicação da Secti
Samantha Nepomuceno
(27) 3636-1822 / (27) 3636-1819
[email protected]

 

Fonte: Governo ES

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Parque Estadual Cachoeira da Fumaça restaura trilhas danificadas

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O Parque Estadual Cachoeira da Fumaça (PECF), localizado no município de Alegre, vem realizando ações de restauração das trilhas. Em tempos de distanciamento social, com as unidades de conservação do Estado fechadas para visitas, o Parque aproveita a baixa de atividades com o público externo para realizar trabalhos de conservação.

A histórica enchente do final de janeiro deste ano destruiu algumas estruturas do PECF. A força da água fez escavações na área de banho, situada em frente à cachoeira, fazendo a encosta existente recuar cerca de cinco metros.

“Várias pedras que formavam o piso das trilhas naturais foram arrancadas. Outro local bastante danificado foi o ponto final da trilha adaptada para pessoas com dificuldade de locomoção. Esse trecho faz parte do projeto Trilha Cidadã. Ali, trechos da trilha foram erodidos e diversas árvores que sombreavam esse espaço foram derrubadas”, relata o gestor do PECF, Leoni Soares Contaifer.

A enchente também danificou a interseção das trilhas das pedras com a trilha beira-rio, que faz a ligação da área de banho com o espaço de vivência. A força da água arrancou trechos inteiros dessa trilha, fazendo solapar dois pontos da encosta, provocando sua interdição.

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Conservação

“Com o fechamento do Parque pelo Decreto 4604-R, de 19 de março de 2020, a equipe da unidade de conservação vem se ocupando no restabelecimento dos locais danificados na enchente, inclusive com melhorias em relação a condição anterior. Os pisos das trilhas afetadas estão sendo restabelecidos e refeito o nivelamento. Novos corrimãos estão sendo instalados também”, revela o gestor.

Assim, novas pedras foram acomodadas na trilha da área de banho e nos seus acessos. A equipe do Parque construiu muros de contenção nas encostas que desmoronaram, preenchendo os espaços com rocha, terra e outros materiais disponíveis, como troncos de árvores. Outros trechos e acessos danificados também foram reconstruídos, utilizando como material pequenas rochas e terra.

“É importante destacar que quase a totalidade do material utilizado como matéria-prima nessa reforma foi aproveitada de dentro da unidade, buscando produzir no ambiente o aspecto mais natural possível, evitando características artificiais”, destaca.

A intenção é que as trilhas estejam em plenas condições de receber os visitantes assim que o Parque for reaberto e que novas trilhas sejam estruturadas e sinalizadas o mais breve possível para que também sejam oferecidas como atrativos ao público que frequenta o Parque. Segundo o gestor, essa última ação já está prevista no Plano Emergencial de Uso Público do PECF.

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Saiba mais:

O que foi a histórica enchente ocorrida no final de janeiro deste ano?

No período, segundo dados do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), a estação pluviométrica de Ibitirama, cidade localizada acima do PECF, registrou 211 mm em um intervalo de 30 dias entre os meses de janeiro e fevereiro.

Essa precipitação, somada às chuvas das cabeceiras do rio Braço Norte Direito, fez seu nível subir 8 metros acima do normal. Esse evento de grandes proporções atingiu toda a bacia hidrográfica do rio Itapemirim e causou a queda de várias barreiras e pontes, interdição de estradas e incontáveis prejuízos às propriedades rurais.

Na época, o Governo do Estado realizou uma série de medidas emergenciais para reestruturação dos municípios afetados pelas chuvas na região sul do Espírito Santo, com um repasse de R$ 214 milhões. Todo o recurso foi proveniente dos cofres do Estado. 

 

Informação à Imprensa
Assessoria de Comunicação Seama/Iema
Flávia Fernandes / Paulo Sena
(27) 3636-2592 – 99977-1012 / (27) 99956-0609
[email protected]

Fonte: Governo ES

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