Tecnologia

Google Meet terá reuniões ilimitadas na versão grátis até 2021

Publicados

em


source

Tecnoblog

Google Meet
Unsplash/Harry Cunningham

Google Meet amplia prazo para limitar tempo das chamadas de vídeo

O Google Meet continuará a oferecer um recurso premium de graça até março de 2021: usuários do Gmail poderão realizar chamadas em vídeo com duração praticamente ilimitada (máximo de 24 horas). Anteriormente, a  empresa planejava restringir as reuniões em até 60 minutos nas contas gratuitas. No entanto, o cancelamento de ruído e a gravação no Google Drive ficarão exclusivos para clientes G Suite.

“Queremos continuar ajudando aqueles que dependem do Meet para manter contato nos próximos meses”, diz o Google em comunicado. “Como um sinal de nosso compromisso, hoje continuamos com chamadas ilimitadas do Meet (até 24 horas) na versão gratuita até 31 de março de 2021 para contas do Gmail.”

Leia Também:  Qual é melhor? Amazon Prime Video cresce mais que Netflix no Brasil

Em abril, o Google havia anunciado que iria limitar as videochamadas gratuitas do Meet em 60 minutos a partir de 30 de setembro de 2020. A empresa mudou de ideia dias antes desse prazo.

Além disso, todos os usuários ainda poderão usar o desfoque de fundo , o layout com até 50 pessoas ao mesmo tempo (incluindo você), a transmissão via Chromecast e a integração ao Gmail na web e nos aplicativos de celular.

Recursos premium do Google Meet deixarão de ser grátis

Vale notar, no entanto, que outros recursos premium do Google Meet ficarão indisponíveis em contas gratuitas: ou seja, não será possível realizar gravação de reuniões no Google Drive, nem fazer transmissões ao vivo no domínio para até 100 mil pessoas. Além disso, o limite de participantes por chamada cairá de 250 para 100 (o que deve ser bastante para a maioria dos usuários).

Há outra perda importante: o cancelamento de ruído ficará restrito a clientes do G Suite Enterprise e G Suite Enterprise for Education . O recurso foi liberado esta semana para Android e iPhone; ele já estava disponível na web há alguns meses.

Leia Também:  Criar figurinhas de WhatsApp ficou mais fácil com robô brasileiro; saiba usar

COMENTE ABAIXO:
Propaganda
Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Tecnologia

Patentes e invenções: conheça os países que mudaram o curso da história do mundo

Publicados

em


source

Tecnoblog

O ranking dos países mais criativos do mundo
Betway insider

O ranking dos países com mais patentes do mundo


Se você nunca parou para pensar sobre o ranking de países com mais invenções e registro de patentes no mundo, com certeza agora você teve essa curiosidade. O tema gera interesse, a gente sabe. E foi por isso que resolvemos ir atrás dessa informação no WIPO, fórum global para serviços, políticas, informações e cooperação de propriedade intelectual (PI). 


O WIPO é uma agência das Nações Unidas, com 193 estados membros, cuja missão é liderar o desenvolvimento de um sistema internacional de PI equilibrado e eficaz, que possibilite inovação e criatividade para o benefício de todos. Vale dizer que a patente é o único recurso legal que permite proteger invenções, graças à segurança governamental oferecida a quem dá vida a um produto.

Na história do mundo, há muitos exemplos de grandes inventores que revolucionaram seus mercados graças a invenções incríveis, tanto funcionais quanto estéticas. A questão é que, sem a devida proteção judicial, outras companhias podem se apropriar dessas ideias. Ou seja: sem a patente, fica difícil ser único e inovador.

Pensando nisso, nosso time de cassino online fez um levantamento detalhado para descobrir quais são os países que mais possuem patentes em vigor no mundo. Destrinchamos e analisamos os relatórios e chegamos em um TOP 10 que traz algumas surpresas e outras nem tanto assim.

Se estamos falando de patentes, estamos falando de invenções. Invenções essas, que muitas vezes, mudaram o curso da história da humanidade. A Suíça, 10ª colocada, possui aproximadamente 245 mil patentes registradas; os Estados Unidos, 1º do ranking, passa das 3 milhões. 

Ranking de invenções patenteadas

  • 10º lugar – Suíça: 244.581
  • 9º lugar – Rússia: 256.419
  • 8º lugar – Itália: 306.768
  • 7º lugar – Reino Unido: 572.063
  • 6º lugar – França: 602.084
  • 5º lugar – Alemanhã: 703.606
  • 4º lugar – Coreia do Sul: 1.001.163
  • 3º lugar – Japão: 2.054.276
  • 2º lugar – China: 2.366.314
  • 1º lugar – Estados Unidos: 3.063.494

Dentre essa amostragem gigantesca, há aquelas patentes que se destacam. Te contamos aqui algumas delas:

Na Suíça, a primeira invenção que vem à cabeça é a do canivete suíço, mas o país também foi responsável por patentear algumas coisinhas que estão bem presentes no nosso dia a dia, como o papel alumínio, o papel celofane, o velcro e o zíper.

Na Rússia, são os campos de transporte e guerra que marcam os registros das maiores patentes. Dentre elas, podemos citar os vagões ferroviários de energia elétrica, a reinvenção do arsenal bélico, o helicóptero e o rifle.

A Itália mudou o mundo com a música: criou a ópera, o ballet, o piano, a bateria. Mas foi além disso e registrou patentes no campo da balística, o papel carbono, os óculos e a anatomia microscópica.

O Reino Unido foi o responsável por talvez o principal meio de comunicação do Século XX: a televisão. Só que não podemos deixar de fora patentes registradas para o primeiro motor elétrico, o telégrafo, a prensa hidráulica e o aço inoxidável. 

A França é a terra do perfume. Não tem por onde ir. É marca registrada. Mas o país tem invenções que vão muito além e surpreendem, tais quais o sistema braille, o sistema métrico, a arte gótica e o cinema.

A Alemanha, embora seja massivamente conhecida por suas cervejas, mudou de fato o mundo com a descoberta da fissão nuclear. E se o país é o país da cerveja, nada como patentear a aspirina, para combater aquela dor de cabeça pós-bebedeira. Outras invenções que também merecem destaque são o automóvel e a pasta de dente.

Leia Também:  Huawei lança buscador e mapa para concorrer com Google; conheça

Se dissemos que o Reino Unido talvez tenha sido responsável pela criação do principal meio de comunicação do Século XX, a Coreia do Sul não fica atrás: a república foi responsável pela criação do jornal. Entre outras patentes memoráveis, destacamos o grafeno, o observatório astronômico, a tela touchscreen e o MP3 portátil.

O Japão é o responsável pelas patentes do novo mundo. A mais marcante foi a câmera digital, mas também merecem destaque a tela plana, o cartão de memória, o vídeo game e a fibra ótica.

A China, com uma história milenar, foi precursora de invenções que mudaram o curso da humanidade. A maior delas talvez tenha sido a pólvora, mas é impossível deixar fora dessa lista o papel, a bússola, o álcool e o dinheiro de papel (as cédulas).

Por fim, os Estados Unidos, o país que mais registra patentes no mundo, foi o responsável pela invenção que marca a entrada no novo milênio: a Internet. Com ela, vem uma série de outras, tais quais o cartão de crédito, o computador pessoal e o smartphone.

Mas e o Brasil ? Nesse ranking dos países que mais registraram patentes, onde ele fica?

O caminho do Brasil para o top 10 é longo?

  • 34º é a posição do Brasil no ranking dos países que mais patenteiam inovações no mundo;
  • 31.977 patentes brasileiras registradas em 2018, segundo o relatório do WIPO;
  • 212.604 patentes de distância até o top 10;

O caminho do Brasil rumo ao TOP 10 é definitivamente longo, mas isso não significa que não tenhamos invenções marcantes na nossa história. 

As mais antigas medidas para concessão de patentes são do início do século XIX. A primeira resolução foi tomada em 1809, um ano depois de a família real portuguesa ter transferido a Corte para o Brasil. Até então, um alvará da rainha Dona Maria I, de 1785, proibia fábricas, manufaturas e indústrias na distante Colônia. Essa era, na verdade, uma forma de ter Monopólios comerciais que transferiam as riquezas das colônias para a metrópole.

Mas, a partir da instalação do governo português no Brasil, foi necessário criar meios para o desenvolvimento industrial – entre eles, a concessão de privilégios aos inventores e introdutores de novas máquinas, que teriam o direito exclusivo de explorar a invenção por 14 anos. Um outro alvará permitiu a liberação de recursos para incentivar invenções e dar prêmios. Essas e outras ações culminaram com o pedido de privilégio industrial para uma máquina de descascar e brunir (polir) café, em julho de 1822.

Foi a primeira patente brasileira, pedida por Luiz Louvain e Simão Clothe, com base no alvará de 1809, de acordo com o livro “Propriedade Industrial no Brasil – 50 Anos de História”, da Associação Brasileira dos Agentes da Propriedade Industrial (Abapi). 

Louvain e Clothe pediram o privilégio de cinco anos para o invento, uma “máquina para descascar café, a qual, além de ser inteiramente própria da invenção dos suplicantes, produz todo o bom resultado pela perfeição com que descasca o café sem lhe quebrar o grão, ou seja, pela brevidade, e economia, e simplicidade do trabalho”.

A Constituição de 1824 trazia o princípio da “propriedade do inventor” e já falava em remuneração, “em caso de vulgarização do invento”. A primeira lei de patentes surgiu em 1830 e, além de ter uma política mais ampla de fomento à indústria, protegia os inventores, assegurando-lhes o uso exclusivo da descoberta por períodos de cinco a 20 anos. 

desenhi
Reprodução/Betway insider

Brasil está na 34º posição


Hoje, segundo o que é proposto pelo Instituto de Propriedade Intelectual (INPI) do governo brasileiro, é que as patentes de invenções continuarão a durar 20 anos e as de modelo de utilidade passarão a ter a duração de 15 anos. 

Leia Também:  Xbox Series X e S finalmente têm data no Brasil confirmada pela Microsoft; veja

Desde 2019, o INPI tem passado por um processo de modernização. É o chamado “Projeto de Combate ao Backlog”, que visa reduzir, em um período de dois anos, o processo de concessão de patentes para 8 anos, o que ainda é muito oneroso. É difícil ter uma patente aqui no país.

Mas nesses anos de história, e do jeito que o brasileiro é, tinha que surgir alguma coisa curiosa e interessante. Na Copa do Mundo de Futebol de 2010 a Skol realizou uma campanha publicitária que chamou bastante atenção. 

Lançou as latinhas falantes e misturou cerca de 3 milhões delas às latas normais de cerveja. A campanha da cervejaria possibilitava que pessoas comuns criassem mensagens e frases diferentes que seriam repetidas pelas latas falantes.

A campanha publicitária foi muito bem-sucedida – muitas latas foram vendidas no Mercado Livre posteriormente, por exemplo. Entretanto, o importante é a invenção da “latinha falante”.

A ideia foi originalmente criada pelo analista de suporte Israel Dias, que já havia contado sua ideia para várias pessoas diferentes antes de depositar a patente. Um publicitário ouviu e vendeu o projeto para Skol. No caso de Dias, para sua sorte, a Skol não patenteou a lata e ele tinha meios de provar que era o inventor.

Se no primeiro recorte temos os países que mais patentearam invenções na história e no segundo descobrimos como o Brasil se encaixa nesse ranking, também nos despertou curiosidade descobrir qual a posição das mulheres nas maiores invenções da humanidade.

Mulheres inventoras para além do que você imagina

Em 1809, nos Estados Unidos, que pela primeira vez uma patente foi concedida a uma mulher. Mary Dixon Kies, natural de Connecticut, inventou um processo para tecer palha com seda ou linha. 

A primeira-dama Dolley Madison a elogiou por impulsionar a indústria de chapéus do país. Infelizmente, o arquivo de patente foi destruído no grande incêndio do Escritório de Patentes em 1836. Até cerca de 1840, 20 outras patentes foram emitidas para mulheres. As invenções eram relacionadas a roupas, ferramentas, fogões e lareiras.

Foi só o começo para uma série de invenções subsequentes, especialmente no campo da ciência. 

Entre as principais invenções desenvolvidas por mulheres estão: 

  • O caminho para a Lua: que contou com a participação de Katherine Johnson; 
  • A descoberta da dupla hélice do DNA: que teve a atuação de Rosalind Franklin; 
  • A divisão de átomos: cuja descoberta passou pelas mãos de Lise Meitner;
Katherin Johnson
Reprodução/Betway insider

As principais mulheres inventoras


Katherine Johnson trabalhou na NASA por 35 anos devido às suas extraordinárias habilidades matemáticas, chegando a ganhar uma vaga na equipe que trabalhou na primeira nave espacial lançada em 1961 e no primeiro pouso em solo lunar em 1969 (com a missão Apollo 11).

Rosalind Franklin
Reprodução/Betway insider

As principais mulheres inventoras


Durante suas pesquisas no King’s College, em 1951, Rosalind Franklin começou a tirar raio-X de estruturas de DNA. A ideia da dupla hélice sempre foi uma teoria de James Watson e seu parceiro Cricks, mas que somente foi confirmada com a pesquisa da biofísica britânica.

Lise Meitner
Reprodução/Betway insider

As principais mulheres inventoras


Lise Meitner, física de origem sueca e austríaca, conduzia pesquisas sobre urânio com o seu parceiro de laboratório Otto Hahn. Na década de 1940, a dupla descobriu que a divisão dos núcleos atômicos durante uma fissão liberava grandes quantidades de energia, e Meitner escreveu a sua primeira explicação teórica sobre o processo. No entanto, Hahn ficou com o crédito exclusivo da descoberta, recebendo o Prêmio Nobel de Química em 1944.

fonte:  Betway insider

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

BLOG DO ILAURO

POLÍTICA

POLÍTICA NACIONAL

ECONOMIA

CIDADES

BLOG DO ILAURO

MAIS LIDAS DA SEMANA