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Google Earth mostra mudanças na Terra nos últimos 37 anos; veja os vídeos

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Imagens noturnas da Terra
Reprodução/YouTube/Nasa

Imagens noturnas da Terra

O recurso Timelapse do Google Earth , que estava oculto no desktop e nos celulares Android, foi anunciado oficialmente pela empresa nesta quinta-feira (15). Na ferramenta, é possível comparar imagens registradas por satélites entre 1984 e 2020 graças a dados da Nasa e da ESA (European Space Agency), em parceria com universidades americanas.

De acordo com o Google , foram mais de 2 milhões de horas de processamento para tecer 20 petabytes de imagens de satélite em um único mosaico em vídeo de 4,4 terapixels, o que equivale a 530.000 vídeos com resolução 4K.

“Nesta página, você encontrará uma seleção de vídeos que destacam diferentes tipos de mudança planetária, incluindo expansão urbana, impactos de mineração, meandros de rios, o crescimento das megacidades, o desmatamento e a expansão agrícola. O objetivo é educar, informar e inspirar as pessoas para a reflexão sobre os cuidados com a casa de toda a humanidade”, informa o site do recurso Timelapse do Google Earth.

É possível selecionar o tour através de temas como expansão urbana, mudança florestal, água, infraestrutura e agricultura, além de poder navegar por regiões como Antártica, América Latina, América do Norte, EMEA (Europa, Oriente Médio e África) e APAC (Ásia-Pacífico).

É possível navegar pelo g.co/Timelapse , acessando o Google Earth ou assistindo aos vídeos em 2D e 3D, no formato MP4, pelo g.co/TimelapseVideos .

Você viu?

Assista ao vídeo que mostra as mudanças na Floresta Amazônica de 1984 a 2020:

Veja também as mudanças na Antártica:

E em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos:


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Apple demite executivo após dois mil funcionários enviarem carta sobre machismo

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Apple contratou polêmico executivo do Vale do Silício
Unsplash/zhang kaiyv

Apple contratou polêmico executivo do Vale do Silício



A Apple demitiu o funcionário  Antonio García Martínez depois de mais de dois mil funcionários da empresa assinarem uma carta pedindo uma investigação sobre sua contratação. As informações são do site The Verge.

Na quarta-feira (12), os funcionários enviaram a petição à Apple após a contratação de García Martínez. O ex-gerente de produtos do Facebook é conhecido por sua autobiografia Chaos Monkeys, livro no qual relata experiências no Vale do Silício e expressa comentários misóginos e racistas. Horas depois da petição circular, a empresa decidiu desligar o executivo.

“Estamos profundamente preocupados com a recente contratação de Antonio García Martínez. Suas declarações misóginas em sua autobiografia […] opõe-se diretamente ao compromisso da Apple com a inclusão e diversidade. Estamos profundamente consternados com o que esta contratação significa para o compromisso da Apple com seus objetivos de inclusão, bem como seu impacto real e imediato sobre aqueles que trabalham perto do Sr. García Martínez. Isso questiona partes de nosso sistema de inclusão na Apple, incluindo painéis de contratação, verificação de antecedentes e nosso processo para garantir que nossa cultura existente de inclusão seja forte o suficiente para resistir a indivíduos que não compartilham nossos valores inclusivos”, diz a carta, assinada por mais de dois mil funcionários.

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O extenso documento exige a investigação da contratação de García Martínez e cita diversos trechos de seu livro. Em um deles, que repercutiu bastante nas redes sociais , o executivo afirma que “a maoria das mulheres na Bay Area [região em São Francisco, na Califórnia] é mole e fraca, mimada e ingênua, apesar de suas reivindicações de mundanismo, e geralmente cheia de merda”.

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“É tão cansativo ser uma mulher em tecnologia ; sentada em frente a homens que pensam que, por causa do meu gênero, sou mole e fraca e geralmente cheia de merda”, escreveu uma das funcionárias da Apple em sua conta no Twitter.

Após receber a carta dos funcionários, a equipe de plataformas de anúncios da Apple, para a qual García Martínez havia sido contratado, foi convocada para uma reunião de emergência, como informa o The Verge. Nela, foi confirmado que o executivo havia sido desligado da empresa.

“Na Apple, sempre nos esforçamos para criar um local de trabalho inclusivo e acolhedor, onde todos são respeitados e aceitos. Comportamento que rebaixa ou discrimina as pessoas pelo que elas são não tem lugar aqui”, disse um porta-voz da empresa ao The Verge.

De acordo com o último relatório de diversidade da Apple , as mulheres representam 40% da força de trabalho, mas são apenas 23% das equipes de pesquisa e desenvolvimento. Metade dos funcionários são brancos, enquanto 27% são asiáticos.

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