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Golpes contra gamers podem roubar dados bancários; veja como se proteger

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Hackers podem invadir computadores das vítimas

Usuários de plataformas de jogos online estão sendo atacados por criminosos que roubam suas contas para revender os itens de jogo no mercado paralelo. A descoberta foi feita pela empresa de cibersegurança Kaspersky, que indentificou quatro tipos diferentes de vírus capazes de coletar as credenciais dos jogadores.

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Os malware atuam de forma silenciosa, o que impede que as vítimas percebam que estão sendo atacadas. Conhecidos como stealers (ladrões, em português), os vírus não emitem alertas nem solicitações para a vítima. Os especialistas da Kaspersky ressaltam que os malware não exploram vulnerabilidades nas plataformas de games , mas se concentram em coletar dados depois de infectar dispositivos.

Os dados roubados fornecem aos criminosos informações salvas nos aparelhos. Login e senhas de sessões de jogos, por exemplo, são vendidos para obter dinheiro através de itens de games. Além disso, senhas de bancos digitais também estão na mira desses criminosos.

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Como se proteger

Se a ação dos cibercriminosos é tão silenciona, como os jogadores podem se proteger para não terem prejuízo financeiro? Os especialistas da Kaspersky dão algumas dicas.

“Existem inúmeras ameaças focadas em games, de arquivos falsos a jogos piratas para poder usá-los sem pagar, e muitos ataques de phishing. Entretanto, para proteger os dados, o usuário precisa estar ciente de que está sendo atacado – o que não é o caso dos stealers, que são muito difíceis de ser identificados. É por isso que os games precisam se precaver contra esses ataques. Além de tomar medidas seguras, é indicado também usar sempre uma solução de cibersegurança confiável, que impeça o computador de ser infectado”, aconselha Santiago Pontiroli, analista de segurança da Kaspersky na América Latina. Confira as principais dicas:

  • Configure a autenticação de dois fatores nas plataformas de jogos. Assim, mesmo com login e senha, os criminosos não conseguem acessar sua conta;
  • Baixe atualizações de jogos apenas em lojas e sites oficiais;
  • Tenha uma solução de cibersegurança confiável instalada no seu dispositivo, principalmente uma capaz de identificar stealers;
  • Enquanto estiver jogando, não desligue o programa de segurança do seu antivírus.
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Presidente da Activision Blizzard deixa empresa em meio a processo por assédio

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J. Allen Brack
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J. Allen Brack

J. Allen Brack, presidente da Blizzard Entertainment, está deixando o cargo menos de duas semanas depois que uma investigação tornou pública diversas alegações explosivas de assédio moral, sexual e discriminação dentro da empresa . Jen Oneal e Mike Ybarra assumirão, em conjunto, o comando do estúdio.

“Ambos os novos líderes estão profundamente comprometidos com todos os nossos funcionários; para o trabalho à frente; para garantir que a Blizzard seja o local de trabalho mais seguro e acolhedor possível para mulheres e pessoas de qualquer gênero, etnia, orientação sexual ou histórico; para defender e reforçar nossos valores; e para reconstruir sua confiança. Com muitos anos de experiência no setor e profundo compromisso com a integridade e inclusão, Jen e Mike conduzirão a Blizzard com cuidado, compaixão e dedicação à excelência”, destacou o anúncio oficial da empresa, ainda apontando que os dois novos presidentes se pronunciarão ao público em breve.

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À imprensa, Brack enviou nota oficial afirmando que a nova liderança fornecerá à desenvolvedora de games o necessário para “realizar todo o trabalho em potencial e acelerar o ritmo das mudanças”. “Prevejo que eles farão isso com paixão e entusiasmo, e que serão confiáveis para liderar com os mais altos níveis de integridade e compromisso com os componentes de nossa cultura que tornam a Blizzard tão especial”, disse, sem citar em nenhum momento as polêmicas e o processo de assédio.

Em uma declaração separada, enviada aos investidores da Activision, Brack diz que está saindo para “buscar novas oportunidades”. Ele era presidente desde 2018, e está na empresa desde 2006, tendo trabalhado em empresas como Origin e SOE .

Vale lembrar que a saída do ex-presidente ocorre em meio a um período bastante crítico da Blizzard. A empresa, atualmente, está sendo processada pelo governo da Califórnia por denúncias de assédio e abuso sexual, e está sob investigação pelos próprios acionistas, que procuram por evidências de que tenha escondido informações sobre a ação legal.

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