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Golpe online: empresas são acusadas de venderem e não entregarem produtos

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Vendas online crescem na pandemia, assim como os golpes


Empresas são acusadas de venderem produtos que nunca chegam a ser entregues, causando prejuízo aos consumidores. Duas delas são a 123 Importados e a Star Magazine , de acordo com reportagem do programa Domingo Espetacular, da Record TV. 

O programa encontrou clientes que foram roubados pelas empresas. A história é a mesma: a pessoa faz a compra e realiza o pagamento, mas o produto nunca chega. 

No caso da 123 Importados, que vende eletroeletrônicos , sobretudo televisores, os clientes pagaram os produtos em boletos à vista. Já no caso da Star Magazine, havia outras opções de pagamento. 

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A reportagem do Domingo Espetacular apurou, ainda, que a 123 Importados emitia notas fiscais em desacordo com a legislação, colocando sempre o mesmo cliente, mas com endereços diferentes. 

O Procon-SP , que já recebeu denúncias contra a empresa, afirma que ela foi notificada pelo órgão. A 123 Importados terá que responder quantos televisores vendeu, quantos entregou e quantas notas fiscais emitiu das vendas feitas. A polícia civil já investiga o caso.

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No caso da Star Magazine, consumidores compraram eletrônicos como videogames e celulares, e nunca os receberam. Yan Vilela, um dos entrevistados pela reportagem, disse que reclamou da empresa nas redes sociais, alertando para que outros consumidores não comprassem no site, mas seu comentário foi deletado pela Star Magazine.

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Como evitar cair em um golpe

Com o crescimento do comércio digital durante a pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2), cresce também a oportunidade para que novos golpes surjam. De acordo com um levantamento realizado pela Loja Integrada, o número de pessoas que fizeram compras na internet pela primeira vez cresceu 51% entre março e abril, e isso torna o universo digital um terreno cada vez mais fértil para esse tipo de fraude. 

Para evitar cair em um golpe contra o consumidor , é importante seguir algumas dicas.

  • Desconfie de promoções boas demais. As duas empresas denunciadas tinham ofertas bastante atrativas;
  • Confira a reputação da empresa. Sites como Reclame Aqui e o próprio Procon são boas fontes para checar se já há reclamações contra a companhia;
  • Fique de olho nas formas de pagamento oferecidas. E-commerces que só vendem via boleto bancário costumam ser menos seguros.
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Economia

Fundador da rede Ricardo Eletro é preso em São Paulo por sonegação fiscal

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Ex-fundador da Ricardo Eletro e a filha foram detidos nesta quarta-feira (8) por sonegação fiscal

O fundador e ex-principal acionista da rede varejista Ricardo Eletro foi preso em São Paulo na manhã desta quarta-feira (8), em uma operação de combate à sonegação fiscal e lavagem de dinheiro no estado de Minas Gerais. Ricardo Nunes e a filha Laura Nunes foram presos em uma força-tarefa composta pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), pela Receita Estadual e Polícia Civil.

A prisão de Laura foi feita na Grande Belo Horizonte . Há um mandado de prisão em aberto para o diretor superintendente da Ricardo Eletro, Pedro Daniel Magalhães, em Santo André, região do ABC de paulista. Até às 8h, ele estava foragido. O irmão de Ricardo, Rodrigo Nunes, também é alvo de um mandado de busca e apreensão.

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Sonegação

A operação “Direto com o Dono” investiga a sonegação de aproximadamente R$ 400 milhões em impostos ao longo de cinco anos. O delegado Vitor ABdala, responsável pelo caso, disse ao G1 Minas Gerais que o patrimônio de Ricardo crescia enquanto ele “se apropriou indevidamente do tributo”.

Além dos três mandados de prisão, há 14 mandados de busca e apreensão em Minas e São Paulo. A Justiça determinou ainda o sequestro de bens imóveis de Ricardo Nunes , avaliados em cerca de R$ 60 milhões, para ressarcir danos causados ao estado de Minas Gerais.

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