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Golpe do Rappi e iFood: veja como se proteger ao pedir delivery

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Divulgação/iFood

iFood é um dos meios de aplicar o golpe


O Procon-SP emitiu um alerta, nesta sexta-feira (31), para um golpe geralmente aplicado por entregadores de aplicativos de delivery, como Rappi e iFood . De acordo com o órgão de proteção ao consumidor, 125 denúncias foram registradas desde o início da pandemia, o que gerou prejuízo de cerca de R$600 mil aos consumidores. 


O golpe funciona quando os usuários realizam o pagamento no ato da entrega do produtos. Os criminosos entregam uma maquininha de cartão com o visor danificado, não dando para ler o que está escrito. O valor é muito mais alto do que o que realmente deveria ser pago, fazendo com que o consumidor tenha um prejuízo. 

Para se proteger, o Procon-SP orienta que as pessoas olhem o valor escrito na maquininha antes de digitarem a senha – e não a digitem caso o visor esteja danificado e não mostre o preço. Na hora de colocar a senha , vale lembrar que é necessário que apenas asteriscos apareçam, e não o número. Confira o vídeo preparado pelo Procon-SP para explicar o golpe:

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De acordo com o Procon-SP, mesmo que o golpe seja aplicado por entregadores, as empresas parceiras (como Rappi e iFood ) também precisam se responsabilizar. 

“Em abril, quando teve conhecimento das denúncias, o Procon-SP notificou os apps de entrega iFood e Rappi questionando a situação e buscando uma solução para os consumidores que foram vítimas. Apesar de as empresas alegarem que os entregadores são profissionais independentes sem vínculo jurídico-trabalhista, o Código de Defesa do Consumidor estabelece que o fornecedor tem responsabilidade solidária pelos atos de seus representantes autônomos”, diz o órgão.

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Caso TikTok: Apple, Disney e outras gigantes pedem para Trump não banir WeChat

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WeChat é um aplicativo chinês que deve ser banido dos EUA junto com o Tiktok


Grandes empresas americanas mostraram sua preocupação com a decisão de Donald Trump de banir o aplicativo chinês WeChat dos Estados Unidos. Em uma ligação com a Casa Branca, Apple , Disney , Ford , Walmart e outras companhias detalharam os efeitos negativos que a medida pode ter em seus negócios.

A ordem executiva de proibição foi assinada na última quinta-feira  (6) e bloqueia explicitamente “qualquer transação relacionada ao WeChat”. A medida está programada para entrar em vigor dentro de algumas semanas.

No entanto, as empresas afirmam que, por conta da linguagem ampla, há confusão sobre o alcance pretendido com a medida. A conversa das empresas com a Casa Branca , que aconteceu na terça-feira (11), teve, entre outras finalidades, obter mais clareza a esse respeito.

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O WeChat é essencialmente um aplicativo de mensagens operado pela Tencent , mas, na China, é muito mais do que isso. No seu país de origem, ele é usado extensivamente para pagamentos, comércio eletrônico, marketing, notícias e muitas outras coisas.

Qualquer smartphone sem acesso a ele perderia espaço no maior mercado móvel do mundo, afetando profundamente a Apple , por exemplo. O impacto seria mais significante para a empresa do que a ausência dos serviços do  Google para a Huawei .

O impacto também seria grande às empresas que não estão diretamente na indústria de smartphones. Não ser capaz de comercializar produtos ou receber transações por meio do WeChat prejudicaria de forma significativa as operações na China. Agora, após a reunião, as empresas esperam que o alcance da ordem executiva seja esclarecido e reduzido nas próximas semanas. Apenas depois disso que elas terão total noção do quanto serão afetadas.

Banimento do TikTok

Todo o imbróglio entre o WeChat e os Estados Unidos começou, na verdade, com o TikTok . Depois de afirmar diversas vezes que baniria o aplicativo de vídeos no país, o presidente Donald Trump finalmente cumpriu sua promessa na noite de 6 de agosto. A empresa tem até 45 dias para ser comprada por uma companhia americana para continuar seus funcionamento no país.

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A medida, porém, vale também para o serviço de mensagens chinês WeChat. A ordem do executivo é que nenhuma empresa ou cidadão americano realize transações com os aplicativos passado o prazo de 45 dias. Baixá-los nas lojas do Google e da Apple , negociar publicidade com seus desenvolvedores e, sobretudo, comprar suas operações são exemplos de transação.

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