Economia

Gasolina zera defasagem, mas diesel tem margem para cair R$ 0,14

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Diesel tem margem para cair R$ 0,14 nas refinarias
Agência Brasil

Diesel tem margem para cair R$ 0,14 nas refinarias

A Petrobras anunciou nesta terça-feira (19) que r eduziu em R$ 0,20 a gasolina nas refinarias a partir desta quarta-feira (20), com isso, a defasagem com relação ao preço internacional foi zerada . O preço do diesel, no entanto, não sofreu reajuste da estatal, mesmo tendo margem para cair R$ 0,14, segundo a Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom). 

A defasagem do diesel está em 3%, segundo  nota técnica da Abicom, sendo assim, o preço do combustível pode cair entre R$0,08/L a R$0,19/L, a depender do porto de operação.

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A Petrobras estava a 33 dias sem reajuste nos combustíveis, quando  aumentou em 14,25% o diesel e 5,18% a gasolina.

O preço de paridade de importação (ppi) foi calculado usando como referência os valores para gasolina, óleo diesel, câmbio, RVO e frete marítimo no fechamento do mercado no dia 19/07/2022.

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Petróleo tem queda

Os preços para os contratos futuros do petróleo operam com queda na manhã desta quarta-feira (20), em meio às expectativas pelo aumento nos estoques de petróleo dos Estados Unidos.

Por volta de 09h10, no horário de Brasília, o preço do contrato para setembro do petróleo tipo Brent caía 1,31%, negociado a US$ 105,94, o barril.

Já o preço do contrato para agosto do tipo WTI cedia 1,39%, cotado a US$ 102,77, o barril.

Fonte: IG ECONOMIA

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Economia

Justiça do Rio reconhece vínculo empregatício entre entregador e iFood

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Entregador disse que realizou serviços de forma subordinada
Roberto Parizotti/Fotos Públicas

Entregador disse que realizou serviços de forma subordinada

A Justiça do Trabalho reconheceu o vínculo empregatício de um entregador da Baixada Fluminense com a empresa Ifood. No entendimento do juiz do Trabalho Paulo Guilherme Santos Périssé, titular da 2ª Vara do Trabalho de São João de Meriti, foi configurada a existência dos critérios que ensejam o vínculo, que são: subordinação, pessoalidade, onerosidade e não eventualidade.

Segundo o magistrado, a empresa criou obrigações no âmbito da liberdade contratual e conferiu contornos próprios ao contrato de trabalho pactuado com o autor.

O motociclista pleiteou o reconhecimento do vínculo empregatício com a empresa Ifood, alegando que prestou os serviços de forma subordinada. Além disso, alegou que estava submetido a controles contínuos e rígidos por parte da empresa.

Em sua defesa, o iFood argumentou que o entregador não prestou serviços a ela, atuando de forma autônoma como “parceiro de entrega”. Disse estarem ausentes os requisitos que caracterizam o vínculo de emprego. Ainda cabe recurso.

Dados do usuário

O magistrado disse, em sua sentença, que a relação trabalhista em questão partiu da existência de um novo modelo de negócios, no qual a empresa utiliza a tecnologia para, além de produzir bens e serviços, extrair dados dos usuários.

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“O contrato de trabalho nos moldes ajustados pela reclamada contém obrigações que estão muito além do escopo tradicional da relação jurídico laboral, cominando não apenas a prestação de serviços como a extração de dados”, frisou ele.

Além disso, o juiz não acolheu a argumentação da empresa de que ela apenas intermediava a relação entre o usuário e os entregadores.

“Vale ressaltar que a mera intermediação de mão de obra, fora das hipóteses admitidas em lei, é prática refutada pela jurisprudência”.

A subordinação foi caracterizada pelo “controle por meio do aplicativo e das obrigações impostas ao autor, como através da fixação do valor percebido por entrega (…), as rotas e o seu rastreio”.

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De acordo com o magistrado, a prestação de serviços não se dava de forma gratuita; a pessoalidade, já que o cadastro do entregador na plataforma era requisito indispensável para o início do vínculo entre as partes; e a não eventualidade da prestação de serviços, devido à natureza da atividade econômica desenvolvida pela empresa.

O iFood não comentou a decisão.

Fonte: IG ECONOMIA

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