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G7 promete reforçar pressão econômica sobre a Rússia

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Ministros de Relações Exteriores do G7 se reuniram neste sábado
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Ministros de Relações Exteriores do G7 se reuniram neste sábado

Os ministros das Relações Exteriores do G7 prometeram neste sábado (14) que vão reforçar o isolamento econômico e político da Rússia. O grupo, que reúne as maiores economias mundiais, ainda afirmou que vai continuar fornecendo armas para a Ucrânia e trabalhando para conter a escassez mundial de alimentos causada pela guerra. As informações são da Reuters.

Reunidos na Alemanha, ministros da Grã-Bretanha, Canadá, Alemanha, França, Itália, Japão, Estados Unidos e União Europeia se comprometeram a continuar auxiliando a Ucrânia militarmente pelo “tempo que for necessário”. 

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Em comunicado, o G7 ainda insistiu para que a China interrompa qualquer tipo de ajuda à Rússia e tentativas de justificar a guerra.

O próximo passo para aumentar a pressão contra Moscou deve ser proibir gradualmente a compra de petróleo russo por estados membros de União Europeia. Um acordo deve ser estabelecido na próxima semana.

“Vamos acelerar nossos esforços para reduzir e acabar com a dependência do fornecimento de energia russo e o mais rápido possível, com base nos compromissos do G7 de eliminar ou proibir as importações de carvão e petróleo russos”, disse o grupo, em comunicado.

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Economia

Dólar cai pelo terceiro dia seguido e fecha a R$ 4,80

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Dólar cai pelo terceiro dia seguido e fecha a R$ 4,80
Ivonete Dainese

Dólar cai pelo terceiro dia seguido e fecha a R$ 4,80

Após ter fechado o pregão da última sexta-feira (20) com queda de 0,98%, o dólar continuou a recuar frente ao real nesta segunda (23), e fechou o dia cotado a R$ 4,8075 – queda de 1,31% e bem abaixo da média móvel linear dos últimos 50 dias.

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No acumulado do mês de maio, a moeda norte-americana já recuou 2,79%. Com o desempenho, o dólar acumula queda de 13,7% em 2022. Depois de disparar no primeiro trimestre, o real perdeu fôlego a partir de abril, e se mantinha abaixo das máximas do ano, oscilando praticamente em sincronia com a performance do dólar no mercado internacional.

Na Bolsa de Valores, o Ibovespa fechou o dia no maior patamar em quase um mês, diante de ganhos em Nova York e impulso de ações de commodities locais.

Grandes bancos e a Petrobras foram as empresas que impulsionaram a alta. Segundo a agência de notícias internacionais Reuters, o Ibovespa subiu 1,93%, a 110.582,52 pontos, terceira alta seguida e maior fechamento desde 25 de abril. O volume financeiro foi de 23,3 bilhões de reais.

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