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Fruticultura cresce no Espírito Santo

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Por | 19.01.2012

 

O ano de 2011 foi positivo para a fruticultura do Estado, a atividade vem ganhando força como opção para quem precisa diversificar a produção agrícola e gerar nova fonte de renda no campo. O investimento feito pela Secretaria de Estado da Agricultura (Seag) neste setor, em 2011, foi de R$1,2 milhão.

O recurso financiou a compra de mudas frutíferas, caixas plásticas para o transporte das frutas, além da criação e implementação de Comitês Gestores para a organização dos 12 Polos de Frutas ? Abacaxi, Acerola, Goiaba, Manga, Maracujá, Uva, Morango, Mamão, Coco, Tangerina, Banana e Laranja. A grande novidade para a fruticultura em 2012 será o lançamento do Polo de Caju, localizado nos municípios de Pedro Canário e Conceição da Barra.

Segundo o secretário estadual de Agricultura, Enio Bergoli, o Espírito Santo possui uma localização privilegiada e clima propício ao cultivo de várias frutas consumidas dentro e fora do Brasil. ?Os investimentos tecnológicos e a criação de parques industriais, voltados à produção de polpa de fruta e suco, têm gerado bons efeitos na economia do Estado, como por exemplo, novos empregos e oportunidades para os pequenos produtores rurais?, afirma Bergoli.

 


No total, são mais de 80 mil ha de área em produção no Estado, com produção anual de 1,3 milhões de toneladas, gerando cerca de 60 mil empregos diretos e um lucro de R$ 600 milhões, em 2011. Foram adquiridas 425 mil mudas frutíferas, para dar continuidade ao fomento da fruticultura, para a consolidação dos 12 polos existentes, sempre obedecendo a critérios preestabelecidos pelo Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper). Para a distribuição dessas mudas, a Seag adquiriu caixas plásticas do tipo ?hortifruti? facilitando o escoamento da produção para outros mercados consumidores sem que haja perda do produto durante o transporte.

?A ampliação e consolidação dos Polos de Fruticultura é uma estratégia para a diversificação da produção e da renda no interior capixaba. O Governo do Estado investe na fruticultura porque é uma atividade que gera renda e emprego em pequenos espaços, e essa é a realidade para 80% de nossos agricultores, que são de base familiar e dispõem de pequenas glebas de terra para produzir?, afirma Enio Bergoli.

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A produção frutífera é destinada ao mercado ?in natura? e ao industrial, uma vez que o Estado possui os elos da cadeia produtiva de frutas. Vale destacar que uma grande parte dos produtores já está vendendo as frutas produzidas para os programas de compra da produção da agricultura familiar, como o Programa de Aquisição de Alimentos do Governo Federal (PAA) e o da Merenda escolar (PMA), por meio da Sedu, Conab e das prefeituras municipais, respectivamente.

Segundo o gerente de Fruticultura da Seag, Dalmo Nogueira, a produção de frutas cresceu muito no Espírito Santo e tem gerado renda, agregado valores aos produtos e estimulado a economia. ?Nos polos há um controle da produção, com técnicos especializados, dando as orientações necessárias ao plantio e alertando para o uso de agrotóxicos. Além disso, há capacitação dos agricultores familiares, por meio de profissionais do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf) e do Incaper, que são órgãos vinculados à Seag e parceiros nos polos?, ressaltou. Nogueira destacou também a atuação importante de diversos parceiros como, por exemplo: OCB, Sebrae, Faes/Senas, Fetaes, indústrias, prefeituras, e outros segmentos da iniciativa privada.

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Destaques – Até o ano de 2007, praticamente toda a manga produzida no Estado, era vendida a preços irrisórios para intermediários que revendiam a produção para o comercio varejista e algumas pequenas indústrias da região. Com a inauguração da fábrica de polpa em Linhares (Trop Frutas do Brasil), e com todo o arranjo construído em torno da indústria, por meio do Comitê Gestor do Polo de Manga, coordenado pela Seag, a fruta passou a ser valorizada, e hoje se tornou um negócio importante para os produtores do Noroeste capixaba. O valor acordado com a indústria para a atual safra (2011/12) foi de R$ 12,00/caixa/24kg =.

Lançado em 2010 com o propósito de diversificar a produção da região do Vale do Orobó, o Polo de Acerola atendia inicialmente a demanda da cooperativa Pulp Fruit, localizada em Piúma. A Seag então, após os estudos de viabilidade técnica e econômica, iniciou a cultura na região por meio do Incaper, com o apoio da Coopervidas, da indústria Pulp Fruit, além da OCB. O plantio foi um sucesso e a demanda tem crescido diante da participação de outras indústrias, municípios e estados.

Em 2011 foram produzidas 150 toneladas de acerola, das quais 120 foram absorvidas pela indústria Pulp fruit. Além disso, foram comercializadas 180 toneladas de outras frutas na região, totalizando 300 toneladas. Dessas, 150 foram destinamos para a alimentação escolar de sete municípios do Estado: Serra, Cariacica, Viana, Piúma, Itapemirim, Marataízes e Cachoeiro de Itapemirim, onde aproximadamente 140 mil alunos da rede de ensino capixaba consumiram as polpas de frutas da cooperativa durante o último ano letivo.

 

 

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Economia forte faz Ford lançar no Brasil primeiro carro global

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Por | 05.01.2012

 

BRASÍLIA – AGÊNCIA CONGRESSO – O ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, falou da força da economia brasileira durante o lançamento do novo Ford EcoSport, o primeiro carro da Ford produzido no Brasil, que será exportado para mais de 100 países.

“Esse é um momento especial, vivemos um momento de crise mundial e ao mesmo tempo os investimentos no Brasil crescem. Isso mostra a força do nosso país que hoje é fundamental para a sustentação da economia global”, disse Mercadante, que representou a presidenta Dilma no evento.

 

Criado em Camaçari, na Bahia, o EcoSport de nova geração faz hoje sua pré-estreia mundial também na capital da Índia. Os eventos em Brasília e Nova Déli simbolizam a popularidade que a Ford espera alcançar nos grandes mercados emergentes globais e também o crescente papel que a área de desenvolvimento do produto da América do Sul.

Os investimentos do novo Ecosport fazem parte de um total de R$ 2,8 bilhões que a companhia pretende investir no Nordeste, até 2015

“O lançamento no Brasil e na Índia, dois países da BRICS, mostra a nossa força e importância na economia mundial. Em um momento de crise global continuamos crescendo e vamos investir cada vez mais em pesquisa, engenharia, crédito e incentivo fiscal”, acrescentou o ministro.

O governador da Bahia, Jaques Wagner, também participou do lançamento e falou da importância do investimento para a economia da país e do seu estado.

“O Brasil começou na Bahia e o primeiro carro global da Ford também foi criado lá. A criatividade do nosso povo está nesse projeto que foi liderado por mais de mil engenheiros brasileiros na Bahia. É um orgulho ter um carro vendido em todo mundo com o carimbo do Brasil”, disse o governador.

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Com mais de 700.000 unidades produzidas desde o lançamento em 2003, o EcoSport é um caso de sucesso da indústria automobilística latino-americana. Desde então, tem sido o modelo mais vendido da categoria na região. O Centro de Desenvolvimento do Produto da Ford América do Sul fica localizado no Complexo Industrial Ford Nordeste, em Camaçari, na Bahia. Único do gênero na região, ele conta com mais de 1.200 engenheiros e designers que utilizam o estado da arte da tecnologia, incluindo avançadas ferramentas de design e engenharia baseadas em computação (CAD/CAE), para o desenvolvimento de veículos.


Ele é um dos oito centros de excelência da Ford no mundo e opera conectado em tempo real com outros centros nos Estados Unidos, Europa e Ásia.O complexo foi inaugurado em 2001 e trabalha junto com o Campo de Provas de Tatuí, em São Paulo, onde os novos veículos são testados e certificados. Ele é um dos dois únicos campos de provas existentes na América do Sul e um dos mais modernos do mundo.

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