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Frota muda foto para símbolo do anarquismo e chama PSL, CUT e Boulos às ruas

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Frota anarquista
Reprodução/Twitter

Frota mudou sua foto de perfil no Twitter nesta quinta (28)

O deputado federal Alexandre Frota (PSDB-SP) mudou sua foto de perfil no Twitter na tarde desta quinta-feira (28) para o símbolo da anarquismo.

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Frota também fez uma publicação concordando com o ex-presidente Lula (PT) e chamou o movimento de esquerda Central Única dos Trabalhadores ( CUT ), o partido de direita PSL, o político de esquerda Guilherme Boulos e a torcida organizada Gaviões da Fiel para ir às ruas.

“É hora de unificar e encarar”, afirmou Frota , que é famoso por gerar polêmicas nas redes sociais. “Acho que diante das ameaças vamos ter que ir para ruas e vamos p guerra”.

Ele havia compartilhado uma publicação em que está escrito ” Lula dá o recado: ‘se não houver reação, os golpistas arrombarão a nossa porta'”.

Ele também publicou um vídeo em seu Twitter nesta quinta. Nele afirmava que “liberdade de expressão para Bolsonaro é um cabo, um soldado e um gipe. São as manifestações antidemocráticas pedindo volta do AI-5 , o fechamento do Congresso e a invasão do STF. É usar e abusar do poder”.

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“Se o STF não reagir, podem esperar o pior”, disse Frota, com o simbolo da anarquismo  em sua foto de perfil. Ele também chamou o presidente Jair  Bolsonaro (sem partido) de frouxo, covarde e mentiroso e defendeu que ele “ameaça dar um golpe para esconder seus crimes”.

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Veja as publicações de Frota :

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Gabinete de Bolsonaro tinha vaivem suspeito de dinheiro e cargos, revela jornal

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Bolsonaro
Isac Nóbrega/PR

Movimentações analisadas são do tempo em que o presidente era deputado federal

Uma intensa e incomum rotatividade salarial de assessores e exonerações “de fachada”. Assim pode ser explicada a análise realizada em documentos relativos aos anos em que o  presidente Jair Bolsonaro era deputado federal e tinha grande movimentação, tanto de pessoal quanto de dinheiro, dentro de seu gabinete.

Segundo denúncia da Folha de S.Paulo, as movimentações atingem cerca de um terço das mais de 100 pessoas que passaram pelo gabinete de Bolsonaro entre os anos de 1991 e 2018. Tal modelo de gestão incluiu ainda a exoneração de auxiliares que eram recontratados no mesmo dia, prática que acabou proibida pela Câmara dos Deputados sob o argumento de ser lesiva aos cofres públicos.

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Entre os exemplos de movimentações, estão inclusive alguns assessores que deixaram o gabinete do pai Jair para assumir função ao lado de Flávio Bolsonaro , atualmente senador pelo Republicanos-RJ, quando ele ocupava cargo na Alerj e que hoje são investigados pelo s uposto esquema de rachadinha .

A reportagem aponta ainda que a filha de Fabrício Queiroz , ex-assessor do Flávio que foi preso no último mês em uma casa na cidade de Atibaia, Nathália Queiroz , também consta na lista de movimentações suspeitas, tendo diversas “oscilações salariais” até ser demitida em 2018, mesmo dia em que o pai foi exonerado.

Sobre as “demissões de fachada”, o levantamento mostra que o gabinete de Bolsonaro registrou nada menos do que 18 exonerações de assessores nos 12 meses anteriores ao ato da Câmara que proibiu tal ação, sendo que todos foram recontratados sempre no mesmo dia da demissão.

Vale ressaltar que a Câmara dos Deputados tem uma grande verba para gastos dos parlamentares. Atualmente, cada um dos deputados recebe uma conta de mais de R$ 111 mil para contratações, que devem ser de um mínimo de 5 e um máximo de 25. As remunerações também variam, indo de R$ 1.025 para as funções mais simples até R$ 15.698 para os chefes de gabinete.

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