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Firjan Senai abre cerca de 5 mil vagas gratuitas para cursos a distância

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Firjan Senai abre cerca de 5 mil vagas gratuitas para cursos a distância
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Firjan Senai abre cerca de 5 mil vagas gratuitas para cursos a distância

A Firjan Senai abriu 4.631 vagas gratuitas em cursos de qualificação profissional, todos feitos a distância. As oportunidades são destinadas ao público em geral, com uma renda familiar per capita de, no máximo, 1,5 salário mínimo federal. Os pré-requisitos de idade e escolaridade são de acordo com cada curso. Os interessados devem se inscrever até o dia 27 de setembro, no site da Firjan Senai.

O gerente de Educação Profissional da Firjan Senai , Edson Melo , afirmou que “com a pandemia, muitas restrições foram impostas a pessoas e instituições, destacando a suspensão das aulas presenciais. Nesse contexto e com o foco na formação do aluno com a qualidade da Firjan Senai, mergulhamos nos processos de aprendizagem e estruturamos oferta de cursos viáveis para desenvolvimento on-line, com a certeza de atender as necessidades da indústria e da sociedade em geral”.

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Há 20 opções de curso, para áreas como:

  • Eletricista Instalador Residencial;
  • Assistente de Marketing Digital;
  • Desenvolvedor de Aplicativo; Mecânico de Refrigeração e Climatização Residencial;
  • Auxiliar de Operações Logísticas;
  • Editor de Projeto Visual Gráfico.

A carga horária fica entre 160 e 276 horas, as aulas serão a partir do dia 28.

Não terá prova de seleção. As vagas serão preenchidas por ordem de inscrição. Após, a Firjan Senai realizará uma conferência da documentação e, caso esteja tudo certo, a matrícula do estudante será efetivada no curso pretendido.

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Fim da gratuidade: imposto sobre o PIX pode ser criado, afirma especialista

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Promessa de gratuidade do PIX pode ser quebrada; Banco Central quer desestimular o uso do dinheiro vivo, mas tributo pode gerar efeito contrário

No dia 16 de novembro passa a operar oficialmente o sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central (Bacen), o PIX A promessa é de uma ferramenta que permitirá transações imediatas, 24 horas por dia, todos os dias do ano e gratuitas para pessoas físicas. Entretanto, essa promessa pode não ser cumprida.

Isso porque está em discussão a criação de um imposto sobre transações digitais que poderá cobrar uma alíquota de aproximadamente 0,2% sobre as transações.


PIX x CPMF Digital

Conforme noticiou nesta terça-feira (27) no Estadão, a chamada “CPMF Digital” integra a proposta de reforma tributária do Ministro da Economia Paulo Guedes.

Assim, o novo imposto vai contra a proposta inicial do PIX: gratuidade.

Nesse sentido, para Fernanda Garibaldi, da área de Fintech e Meios de Pagamento do Felsberg Advogados, esses planos são conflitantes.

“É como se tivessem políticas antagonistas: de um lado tem o Banco Central querendo desestimular o uso do dinheiro em papel ou moeda, e de outro um tributo que pode resultar no efeito contrário.”

Vale ressaltar que o presidente do Bacen, Roberto Campos Neto, chegou a anunciar a criação de um Real Digital para 2022.

Tal ação evidencia ainda mais o antagonismo das políticas.

Tributo pode pesar para o consumidor

Garibaldi ainda comenta que esse eventual imposto pode desestimular o uso de serviços de transferências. Além disso, pode gerar assimetrias entre pessoas físicas e jurídicas.

Afinal, mesmo com o imposto, as pessoas físicas ainda pagarão menos com PIX do que com TED ou DOC.

Entretanto, para as pessoas jurídicas, o tributo seria mais pesado. Podendo, portanto, recair sobre o consumidor.

“Pensando em pessoa jurídica, essa taxação pode ter impacto sobre a comercialização de bens e serviços, já que o comum é que as empresas façam o repasse desses custos para o consumidor”, diz Garibaldi. “Estamos falando de compras feitas no comércio eletrônico, que já têm uma série de impostos. Para bens temos o ICMS e para serviços o ISS. Seria então mais um tributo em cima da própria transação.”


Por fim, Garibaldi comenta que esse eventual tributo pode afetar a classe que menos poderia pagar imposto, que é a de pessoas que estão começando agora a fazer as transações digitais.

“Temos discussões pouco robustas sobre tributar renda e patrimônio. Em vez disso, sempre acabamos onerando serviços que já são onerados”, observou.

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