Saúde

Fiocruz destaca queda da SRAG no Sul, Sudeste e Centro-Oeste

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A incidência da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) continuou a cair nos estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste, segundo o Boletim InfoGripe, divulgado hoje (28) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O estudo conta com dados que incluem até o dia 23 de julho, encerrando a 29ª semana epidemiológica do ano.

Segundo o boletim, a covid-19 responde por 79,4% dos casos virais de SRAG registrados entre 17 e 23 de julho.

O coordenador do grupo responsável pelo InfoGripe, Marcelo Gomes, destaca que o cenário finalmente é de redução nas internações por covid-19 nas três regiões. “A gente tem um sinal bastante positivo, finalmente, porque a gente tem a confirmação de que a metade sul do país já dá sinais muito claros de que vários estados estão com quedas”.

Os estados dessas regiões vivenciaram aumentos de casos que começaram a partir de abril, enquanto no Norte e no Nordeste o movimento teve início até 2 meses depois. Com isso, o Norte ainda passa por um aumento na incidência da síndrome, enquanto no Nordeste esse movimento já dá sinais de interrupção.

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Segundo a Fiocruz, a tendência de crescimento da SRAG se mantém no Amazonas, Amapá, Bahia, Maranhão, Pará, Piauí, Rondônia, Sergipe e Tocantins.

Apesar da queda na metade mais ao sul do país, os estados do Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina ainda apresentam patamar elevado de SRAG em crianças, o que exige cautela.

Ouça na Radioagência Nacional:

Edição: Fernando Fraga

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Em 2020, beneficiários de planos de saúde somavam 47,4 milhões 

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A sexta edição do Mapa de Utilização do Sistema Único de Saúde (SUS) por Beneficiários de Planos Privados de Assistência à Saúde, divulgada hoje (19) pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), revela que da população de 211.755.692 brasileiros, em 2020, os beneficiários de assistência médica somavam 47.439.571, ou o equivalente a 22,40%.

O estado de São Paulo liderava em termos de beneficiários de assistência médica, no primeiro ano da pandemia do novo coronavírus, com 17.143.922 (37,04% do total), seguido do Rio de Janeiro, com 5.356.050 (30,84%).

A taxa média de utilização do Sistema Único de Saúde (SUS) por grandes regiões atingiu, em 2020, 38,93 por mil beneficiários na Região Norte do país, caindo para 6,54 no Nordeste, 3,22 no Centro-Oeste, 2,15 no Sul e 2,10 no Sudeste.

O maior número de beneficiários por tipo de contratação foi encontrado, em 2020, nos planos coletivos empresariais, com 32.076.961, seguindo-se os planos individuais ou familiares (9.033.481) e os planos coletivos por adesão (6.269.322). Por cobertura assistencial, o maior número de beneficiários foi encontrado, naquele ano, nos setores hospitalar e ambulatorial (42.218.777).

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Cobertura

O Mapa da ANS mostra que, em 2020, a cobertura de assistência médica alcançou 16,06%, com proporção de 3,42 leitos de internação não SUS por mil beneficiários em plano hospitalar e uma proporção de 1,57 leito de internação SUS por mil habitantes. O número de leitos não SUS totalizou 134.766, em 2020, contra 313.038 leitos SUS.

No âmbito do Sistema Único de Saúde, foram efetuados, em 2020, 33.326.647 atendimentos, sendo 22.638.444 ambulatoriais e 10.688.203 internações. A maioria dos atendimentos foi registrada na Região Sudeste (14.557.508) e no Nordeste (8.969.601). O número de internações foi maior no Sudeste (4.281.684), seguindo-se de Nordeste (2.794.988), Sul (1.852.068), Norte (909.765) e Centro-Oeste (849.698).

Ainda de acordo com o Mapa de Utilização do SUS, a maior taxa de atendimentos por mil beneficiários, segundo idade e sexo, foi apurada em 20,27 para homens de 80 anos de idade ou mais e 18,09 para homens de 75 a 79 anos. Já para o sexo feminino, as taxas mais elevadas por mil beneficiárias foram registradas para as faixas etárias de 75 a 79 anos (13,23) e 70 a 74 anos (12,38).

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A análise da proporção de internações de beneficiários no SUS por especialidades médicas indicou 35,56% em clínica médica, 32% cirurgia, 18,75% obstetrícia, 8,68% pediatria, entre outras. O número de procedimentos identificados no Brasil atingiu 428.573, em 2020, com média de procedimentos mais caros, no país, da ordem de R$ 3.140,34. 

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Saúde

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