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Filha de Roberto Jefferson desiste de candidatura ao Senado

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Filha de Roberto Jefferson, Cristiane Brasil desiste de disputar o Senado
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Filha de Roberto Jefferson, Cristiane Brasil desiste de disputar o Senado

Neste sábado (6), o PTB confirmou a retirada da candidatura de Cristiane Brasil, filha de Roberto Jefferson, ao Senado por São Paulo. O partido apoiará o ex-ministro Marcos Pontes, que faz parte da coligação que tem Tarcísio de Freitas concorrendo ao governo do estado e Jair Bolsonaro na luta pela reeleição à Presidência.

Cristiane se colocou à disposição para disputar o cargo por conta da indefinição bolsonarista para escolher um nome, principalmente após a  desistência do apresentador José Luiz Datena (PSC). Com Pontes na busca por um cargo de senador, o PTB entendeu que o melhor caminho era apoiá-lo para impedir a vitória de Márcio França (PSB), líder das pesquisas.

“Quero agradecer pessoalmente ao presidente estadual do nosso partido, Otávio Fakhoury, que conduziu toda a questão de forma profissional, amistosa e muito respeitosa comigo. Grata também pelo apoio de toda a executiva. Decidi declinar para unir forças e ajudar nosso Estado de São Paulo e o Brasil. Estamos juntos com Tarcísio de Freitas e Marcos Pontes”, afirmou a ex-deputada em comunicado oficial divulgado pelo seu partido.

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Agora a disputa de Marcos Pontes será contra Janaína Paschoal. A eleição para Senado ocorre apenas no primeiro turno e o ex-ministro e a deputada estadual possuem um eleitorado muito parecido, que é de direita e conservador. Como a parlamentar se recusa a deixar a corrida eleitoral, França vem se beneficiando, liderando com folga as pesquisas de intenções de votos .

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Fonte: IG Política

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Política Nacional

Lula sobre baixa entre evangélicos: ‘Não sou candidato de uma facção’

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Lula usa a pauta religiosa para criticar Bolsonaro
Reprodução/Twitter – 16.08.2022

Lula usa a pauta religiosa para criticar Bolsonaro

O candidato do PT à Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva, disse que não é “candidato de uma facção religiosa”. A declaração foi feita em entrevista à Rádio Super, de Minas Gerais, nesta quarta-feira. Ele havia sido questionado sobre a baixa intenção de voto dos evangélicos nele.

“Eu não sou candidato de uma facção religiosa. Eu sou candidato do povo brasileiro. Eu quero tratar evangélico igual católico, islâmico, judaicos. Quero tratar todas as religiões, inclusive a religião de matriz africana, com o respeito que todas as religiões devem ser tratadas. Não quero uma guerra santa no país. Eu não quero estabelecer rivalidade entre as religiões.”

Lula disse que a religião não deve ser usada “para fazer política”.

O petista também disse que as urnas eletrônicas e a Justiça Eleitoral “saíram fortalecidas” depois do evento de posse do ministro Alexandre de Moraes como presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na terça-feira.

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Lula avaliou que o presidente Jair Bolsonaro (PL) ficou “incomodado” no evento por causa das falas em defesa à democracia. Bolsonaro é contra as urnas eletrônicas e acusa, sem provas, de haver fraude no processo eleitoral — declaração apontada como falsa pela Justiça Eleitoral.

“Ontem foi um ato de fortalecimento do processo do Estado Democrático de Direito. Bolsonaro estava muito incomodado porque ele não gosta de democracia”, disse Lula.

O ex-presidente também disse que fará uma “política de boa convivência” com os outros partidos caso seja eleito, mesmo com aqueles da base bolsonarista, como o PL, partido do presidente. Também disse ser contra “criminalizar” políticos que foram investigados ou condenados no passado:

“Essas pessoas cometeram erros, foram julgadas, foram condenadas, mas estão livres e estão fazendo política. Essas pessoas são presidentes de partido e são dirigentes partidárias, essas pessoas têm mandato.”

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Fonte: IG Política

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