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Filha de Queiroz deixou repasse após suposto vazamento do esquema

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Nathalia Queiroz
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Filha de Fabrício Queiroz, Nathalia também teve movimentações bancárias atípicas, segundo o Coaf

A personal trainer Nathália Queiroz interrompeu os repasses financeiros que fazia para o pai, Fabrício Queiroz , momentos depois do suposto vazamento de informações da investigação ao senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ). As informações são da Folha de São Paulo.

O suposto vazamento sobre o inquérito que apurava o envolvimento do gabinete de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro aconteceu na época em que Queiroz atuava como chefe de gabinete. A personal Nathália recebia salários do então deputado federal, Jair Bolsonaro, na Câmara.

Extratos bancários indicaram que Nathália devolvia parte do salário para abastecer o suposto esquema de “rachadinha” que ficava sob a gestão de Queiroz. Durante 12 anos, ela recebia o salário e repassava parte dele. A última transferência ocorreu em 21 de setembro de 2018, segundo dados da quebra de sigilo bancário autorizada pela Justiça. 

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Justiça mantém obrigação para Flordelis usar tornozeleira eletrônica

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Agência Brasil

A
Fernando Frazão/Agência Brasil

A deputada é acusada e ter participado da morte de seu marido, pastor Anderson do Carmo


A Justiça do Rio de Janeiro manteve a obrigação da deputada federal Flordelis em usar tornozeleira eletrônica . A decisão, publicada na quinta-feira (24), pelo desembargador Celso Ferreira Filho, foi divulgada nesta sexta-feira (25).


A defesa de Flordelis pleiteava, através de habeas corpus, que ela não fosse obrigada a usar tornozeleira, alegando que a deputada estaria submetida a constrangimento ilegal , sendo ré primária e que, além disso, já havia sido decretado o seu recolhimento noturno. Também argumentaram que Flordelis já havia entregue o seu passaporte.

Os advogados pleitearam ainda, no mérito, que ela fosse liberada de todas as medidas cautelares impostas e que a questão fosse levada à apreciação da Câmara dos Deputados, que decidiria sobre a possibilidade de aplicação de medidas cautelares diversas da prisão. A deputada tem imunidade parlamentar e não pode ser presa, a não ser em flagrante delito.

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O desembargador, contudo, não acolheu as razões da defesa , e resolveu manter a obrigação da parlamentar utilizar tornozeleira eletrônica.

“Como discorrido neste aresto, o Poder Judiciário estadual é competente para decretar medidas cautelares diversas da prisão, tanto em substituição à prisão em flagrante delito quanto em graves e excepcionais circunstâncias, desde que não impossibilitem o pleno e regular exercício do mandato parlamentar, como no caso dos autos, não havendo sido expedido mandado de prisão em desfavor da ré . Portanto, ausentes os requisitos autorizadores da concessão do pleito liminar, tenho por indeferi-lo”, decidiu Ferreira Filho.

A deputada é  acusada de ter participado da morte de seu marido, pastor Anderson do Carmo, com a colaboração de outros filhos. O crime aconteceu no dia 16 de junho de 2019, quando ela e Anderson recém haviam chegado em casa, em Niterói.

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