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Feirão Serasa Limpa Nome prorroga renegociações em 4 capitais até sábado

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Serasa Limpa Nome

As renegociações por canais digitais do 26º Feirão Serasa Limpa Nome terminam nesta segunda-feira (30), mas consumidores de São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza e Recife ainda poderão renegociar as dívidas presencialmente até o próximo sábado (5).

O feirão começou no dia 3 de novembro por meio dos canais virtuais oferecendo descontos de até 99% para quem se comprometer a quitar seus débitos. A Serasa ainda liberou 10 milhões de dívidas que poderão ser quitadas por apenas R$ 50 reais.

Vale lembrar

Idosos, gestantes e pessoas com deficiência ou criança de colo vão ter prioridade nos atendimentos presenciais. Os locais, segundo a Serasa, seguem todos os protocolos de segurança contra a Covid-19.

Veja os endereços presenciais na sequência:

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São Paulo 

  • Endereço: Largo da Batata, Avenida Faria Lima Horário: segunda à quinta, das 8h às 19h; e sexta e sábado, das 8h às 22h.

Fortaleza 

  • Endereço: Praça do Ferreira Setor 07 – R. Floriano Peixoto Horários: segunda à quinta, das 8h às 19h, e sexta e sábado, das 8h às 22h.

Rio de Janeiro 

  • Endereço: Arcos da Lapa x Praça Cardeal Câmara Horários: segunda à quinta, das 8h às 19h, e sexta e sábado, das 8h às 22h.

Recife

  • Endereço: Praça Nossa Senhora do Carmo Horário: segunda à quinta, das 8h às 19h, e sexta e sábado, das 8h às 22h.


Outras maneiras

Para quem optar pelo atendimento online, outros canais da empresa continuam disponíveis:

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Com pandemia, arrecadação do governo tem o pior resultado em 10 anos

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Arrecadação do governo cai em 2020
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Arrecadação do governo cai em 2020

A pandemia de Covid-19 fez a arrecadação de impostos federais despencar em 2020. A receita do governo caiu 6,91%, na comparação com 2019, já descontada a inflação. No ano passado, a arrecadação foi R$ 1,479 trilhão, de acordo com dados divulgados pela Receita Federal nesta segunda-feira (25). O resultado foi o pior registrado desde 2010.

A queda é decorrente do tombo na atividade econômica e das medidas que o governo tomou para combater o novo coronavírus (Sars-Cov-2) e seus efeitos econômicos. Com menos atividade, há menos arrecadação para o governo. Para 2020, a previsão de analistas do mercado é de uma retração de 4,32% no PIB.

O governo também reduziu tributos como o Imposto sobre Operações Financeiras para fazer frente à crise , levando a uma renúncia de R$ 26 bilhões.

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Outra medida tomada pelo governo foi atrasar o pagamento de impostos das empresas no auge da crise, em meados do ano. Essa é uma forma de aliviar os caixas da companhia. Mas nem todos os impostos atrasados pelo órgão foram pagos pelos contribuintes.

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No ano passado, a expectativa era de que fossem pagos R$ 85,1 bilhões, mas somente R$ 64,3 bilhões entraram nos cofres públicos . Desse total, R$ 9,9 bilhões foram compensados pelas empresas, R$ 1,1 bilhão ingressará em 2021 e R$ 9,115 bilhões representam “outras situações”.

Além disso, os empresários também lançaram mão de compensações tributárias a que tinham direito por conta de tributos pagos a mais no passado — o que também ajudou a derrubar os valores arrecadados. Em 2020, as compensações de impostos somaram R$ 167,6 bilhões, contra R$ 105,5 bilhões no ano anterior. Um aumento de R$ 62,1 bilhões.

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