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Fazer um cruzeiro ainda em 2020? Grupo de brasileiros vive dilema

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A pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2) atrapalhou os planos de viagem de muita gente. Para conseguir um preço mais barato e se planejar com antecedência, turistas já tinham pago viagens de férias para o segundo semestre de 2020 e agora não sabem se devem continuar com os planos ou adiá-los por um tempo.

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cruzeiro
Arquivo pessoal

Miguel e a esposa Adriana têm cruzeiro marcado com os amigos para outubro de 2020

Esse é o drama de Miguel Elias Branco, militar da Força Aérea Brasileira, que comprou um cruzeiro pela Europa com amigos, que está previsto para zarpar em outubro. “O cruzeiro sairá de Savona, na Itália, e fará uma volta no Mediterrâneo passando por França e Espanha. Ainda está mantido, vamos em três casais, dois do Brasil e um que mora nos Estados Unidos”, explica Branco.

A viagem está mantida, mas não 100% confirmada. Segundo ele, os parentes nos EUA estão receosos com a aventura. “Nós aqui do Brasil estamos mais otimistas, mas com receio, já meus primos que moram nos EUA acho já deixaram claro em algumas conversas que irão desistir. O medo maior é do cruzeiro em si, mais como temos essa possibilidade de alterar a data ficou acordado de esperar até setembro”, complementa.

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Desde que a pandemia do novo coronavírus começou, alguns casos de navio de cruzeiro  ficaram atracados em portos sem poder desembarcar os tripulantes, fato que assustou Branco e os amigos. Mas o grupo já tem um plano B.

“Temos duas possibilidades: a primeira é ver se a situação interna da Europa estará estabilizada. Se for o caso, podemos fazer a viagem só a parte terrestre sem o navio, adiando só o cruzeiro, ou adiar toda a viagem, mas não queremos cancelar”, diz o militar.

Apesar da indecisão, todos estão confiantes em poder reaver os investimentos financeiros. Tanto a empresa do navio, a Costa Cruzeiros, como a companhia aérea escolhida, Latam, flexibilizaram os prazos de cancelamento ou remarcação de passagens. 

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Quando viajar será seguro?

As operadoras de cruzeiro no Brasil suspenderam suas atividades durante a pandemia e devem retomar em julho. Muitos especialistas indicam que as  viagens com aglomerações sejam evitadas nos próximos meses, mas com a rígida limpeza dos navios e um novo protocolo de segurança a temporada 2020/21 está assegurada.

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Além disso, se você também tem uma viagem marcada, a recomendação é consultar a operadora ou empresa aérea para se certificar de prazos de  remarcação de passagens e reembolsos. 

Fonte: IG Turismo

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Ator de “Malhação” largou vida de galã e vive há dois anos em um barco

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Max Fercondini
Reprodução Instagram

Max Fercondini

Max Fercondini  resolveu pausar a carreira artística para se dedicar inteiramente a expedições pelo mundo. Atualmente, ele está em sua terceira – a primeria pela água. Já são dois anos e meio nesta aventura.

Antes de arrumar as malas e seguir o sonho de desbravar o mundo, Max Fercondini fez muito sucesso na TV. O paulista de São Vicente, litoral de São Paulo, atuou em várias novelas, como ” Malhação “, “Laços de Família” (2000), “Começar de Novo” (2004), ” Páginas da Vida ” (2006), “Ciranda de Pedra” (2008) e entre outras. 

“Um dia pretendo voltar a atuar, mas por ora estou mais realizado fazendo as expedições”, comentou ele sobre a pausa na carreira. 

Antes de se lançar no oceano , Max cruzou os ares em um avião monomotor e, depois, terras distantes em um motorhome. Ele conheceu geleiras, sítios de Machu Picchu e viu as estrelas do Atacama. 

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“Viajei pelo Pantanal , Amazônia, pampas, cerrado. Pousei em tribos indígenas, ribeirinhos, comunidades quilombolas. Escalei um vulcão ativo e ajudei paleontólogos a escavarem um dinossauro de 90 milhões de anos” relatou.

“Estudei para tirar todas as carteiras necessárias e, no período de preparação de apenas um ano, comprei meu veleiro em Barcelona . Nessa primeira fase do novo projeto, vou me manter pela Europa , velejando de Lisboa até Istambul, na Turquia”, disse ele, que completou. “Pretendo preparar o barco para dar a volta ao mundo”.

Todavia, engana-se que a vida no mar é fácil. “Viver a bordo é se forçar a levar uma vida mais simples, sem a necessidade de consumir e acumular coisas. Na bagagem ficam as experiências que eu vivo”, pontuou.

Questionado de onde tirou a ideia de velejar pelo mundo, ele cita um nome: Amyr Klink , um navegador conhecido por viajar ao redor do mundo com a família. “Tive o prazer dele [Amyr Klink] e sua família escreverem o prefácio do meu primeiro livro. Ele é um velejador solitário, assim como eu”, revelou. 

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Fonte: IG Turismo

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