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Famílias de baixa renda podem pedir troca gratuita de antenas

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A troca dos aparelhos será efetuada pelo programa Siga Antenado
Pedro Knoth

A troca dos aparelhos será efetuada pelo programa Siga Antenado

Pessoas de baixa renda que dependem do uso de antenas parabólicas tradiciais e que fazem parte de programas sociais do governo agora podem pedir a troca sem custos do aparelho. A ação faz parte da adaptação da rede para o 5G.

Com a nova tecnologia, a transmissão de imagens pode ser prejudicada com congelamentos e falhas, podendo chegar até a interrupção definitiva do sinal. As antigas antenas utilizam a Banda 3,5 GH, mesma frequência de sinais de TV, e que agora precisa ser adaptada para a nova tecnologia disponível. 

A instituição Siga Antenado, criada pela Anatel, pretende facilitar a migração da rede de sinais para a população. Para solicitar a troca do aparelho é necessário entrar em contato pelos canais de atendimento do programa disponíveis pelo  site e informar o CPF ou o Número de Identificação Social (NIS). Além do kit, a entidade disponibiliza também a instalação gratuita do receptor.

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Fonte: IG TECNOLOGIA

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Moderadores do TikTok são obrigados a verem vídeos de abuso infantil

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TikTok estaria cometendo crime
Unsplash/Kon Karampelas

TikTok estaria cometendo crime

Moderadores de conteúdo do TikTok são expostos a conteúdos de abuso infantil, de acordo com uma reportagem da Forbes. Ex-funcionários da Teleperformance, uma empresa terceirizada da plataforma, afirmaram à revista que eram obrigados a verem vídeos de crianças serem exploradas sexualmente em seus treinamentos.

“Eu tenho uma filha e não acho certo um monte de estranhos assistindo isso. Eu não acho que eles deveriam usar algo assim para treinar”, disse um dos ex-funcionários à Forbes.

Os trabalhadores relatam a existência de um documento chamado DRR, sigla em inglês para “leitura obrigatória diária”. Nele, estavam vídeos que feriram as diretrizes do TikTok e foram deletados, sendo grande parte deles de crianças sendo abusadas.

Funcionários que deixaram a Teleperformance recentemente, ainda em julho deste ano, relatam que o documento segue circulando entre moderadores de conteúdo e que contém imagens coletadas em vários períodos. Estima-se que centenas de pessoas tanto da Teleperformance quanto do TikTok têm acesso ao documento.

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“Eu estava moderando e pensando: Este é o filho de alguém. Esta é a filha de alguém. E esses pais não sabem que temos essa foto, esse vídeo, esse trauma, esse crime salvo”, disse outra ex-moderadora à Forbes. “Se os pais soubessem disso, tenho certeza de que queimariam o TikTok”.

Os ex-funcionários relatam à Forbes que ficaram traumatizados por serem tão expostos às imagens. Uma delas afirma que ainda luta para se recuperar e que adquiriu comportamentos raivosos e pensamentos relacionados ao suicídio. Outro afirma: “Eu sei o que vimos, e foi muito fodido. Nós não deveríamos ter que ver nada disso”.

Crime

Além de causar transtornos para os funcionários, a exposição dos vídeos pode ser configurada como crime nos Estados Unidos, afirmaram especialistas à Forbes.

No país, a regra é retirar o conteúdo do ar e denunciá-lo ao Centro Nacional para Crianças Desaparecidas e Exploradas. Depois disso, é necessário que as empresas minimizem o acesso aos conteúdos e só os mantenham salvos a fim de ajudar a Justiça em suas investigações.

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O que o TikTok faz seria considerado crime. Isso porque após excluir o conteúdo da plataforma, ela o mantém circulando entre seus funcionários, ao invés de minimizar seu acesso.

À Forbes, o porta-voz do TikTok, Jamie Favazza, disse que “materiais de treinamento da empresa têm controles de acesso rígidos e não incluem exemplos visuais de abuso infantil”. A empresa admitiu, porém, que trabalha com terceirizadas que podem ter seus próprios processos.

Favazza ainda disse que o objetivo do TikTok “é minimizar a exposição dos moderadores de acordo com as melhores práticas do setor”.

O presidente global de confiança e segurança da Teleperformance, Akash Pugalia, disse à Forbes que a companhia não usa vídeos com conteúdo explícito de abuso infantil em treinamento.


Fonte: IG TECNOLOGIA

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