Economia

Estudo aponta inflação de até 76% em frutas da estação

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Frutas da estação registram aumento de até 76%, aponta estudo
Divulgação/Pixabay

Frutas da estação registram aumento de até 76%, aponta estudo

Com a chegada do inverno, às frutas da estação costumam ser mais baratas por conta do período de safra. Entretanto, com o aumento do Índice de Preços no Consumidor (IPCA-15), que ficou em 0,69% em junho, após alta de 0,59% em maio, muitos alimentos estão pesando no bolso das famílias brasileiras — inclusive as frutas da época, como banana, tangerina, maçã, laranja, uva, coco, kiwi e caqui.

Um estudo de preços realizado pelo economista Leandro Rosadas, baseado nos encartes de quatro das maiores redes supermercadistas do Rio de Janeiro, que somam 278 lojas pelo estado, confirma o que os consumidores já constataram na prática: o preço das frutas disparou.

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Entre as frutas da estação, a banana teve a maior alta, de 76% em relação ao mesmo período do ano anterior, com o quilo vendido a R$ 6,69. Em seguida, vem a tangerina, que sai a R$ 6,99, aumento de 43%. A terceira fruta mais cara neste inverno é a maçã, que subiu 29% em um ano. Ela é comercializada a R$ 9,99kg. Os menores aumentos registrados foram do caqui — 8%, com o quilo vendido a R$ 12,69kg — , e do Kiwi, com preço de R$ 5,40 por unidade, alta de 13%.

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“Um dos motivos desse aumento é o valor do combustível, usado para o transporte dessas frutas. No Brasil, tudo relacionado a hortifruti é carregado via caminhão. Se aumenta o custo da logística, isso é repassado para o consumidor final. Era para essas frutas estarem mais baratas por causa da safra, mas o diesel está cada vez mais caro e isso esta faz com que os preços das frutas aumentem”, explica o economista.

Para Rosadas, não existe “projeção de diminuição”. “Nesse momento eu ainda não vejo apontamento de projeção para redução dos preços das frutas. Elas elas ainda estão com tendência de alta”, ressalta.

Segundo ele, apenas com a redução no valor do diesel é possível projetar uma diminuição dos preços. “O combustível tem impacto direto sobre o preço dos produtos do hortifruti, como as frutas. Havendo realmente uma queda no valor do diesel, existe um tendencia que esses preços caiam”.

Para a especialista em educação financeira Aline Soaper, diante o aumento no preço das frutas, o consumidor deve “buscar promoções”.

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“Para fugir dessas altas o consumidor deve buscar promoções no comércio, aproveitar os dias de feira e ter mais cuidado na armazenagem e consumo para não perder o alimento. Pior do que pagar caro é comprar e não usar. Ter que jogar fora porque a fruta estragou é um péssimo negócio. Para fazer sucos e receitas, o consumidor pode aproveitar o horário da ‘xepa’ na feira, quando ficam as frutas com algum tipo de avaria ou as menores e os feirantes cobram preços mais baratos. Essas frutas estão em perfeito estado de consumo para sucos, sobremesa e podem ser higienizadas e congeladas para se consumir posteriormente”, explica.

O consumidor pode aproveitar, entre as frutas da estação, aquelas têm preços mais em conta. Nas grandes redes de supermercados, o cacho de uva sai em média a R$ 2,50. A laranja está sendo comercializada a R$ 0,74 a unidade. Já o coco custa R$ 3,99 a unidade.

Fonte: IG ECONOMIA

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Economia

Petrobras reduz em R$ 0,22 o preço do diesel nas refinarias

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Petrobras reduz preço de venda do diesel para as distribuidoras
Agência Brasil

Petrobras reduz preço de venda do diesel para as distribuidoras

A Petrobras anunciou que a partir de amanhã (12), o preço médio de venda de diesel para as distribuidoras passará de R$ 5,41 para R$ 5,19 por litro, uma redução de R$ 0,22 por litro.

A redução acontece  sete dias pós a última queda anunciada nos preços pela estatal. 

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Considerando a mistura obrigatória de 90% de diesel A e 10% de biodiesel para a composição do diesel comercializado nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passará de R$ 4,87, em média, para R$ 4,67 a cada litro vendido na bomba.

“Essa redução acompanha a evolução dos preços de referência, que se estabilizaram em patamar inferior para o diesel, e é coerente com a prática de preços da Petrobras, que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado global, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio”, informou a companhia. 

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Fonte: IG ECONOMIA

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