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ES GANHA REDE EM APOIO ÀS POLÍTICAS PÚBLICAS

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O InspiraES é uma rede em apoio às políticas públicas no Espírito Santo

Por | 26.04.2019

Debate sobre a Reforma da Previdência marcará o lançamento do InspiraES com a presença de autoridades nacionais como a deputada federal Joyce Hasselmann e o Secretário da Previdência do Ministério da Fazenda, Leonardo Rolin

O InspiraES é uma rede em apoio às políticas públicas no Espírito Santo e tem como objetivo capitanear ações para a formação de lideranças com capacitação para propor ideias e projetos que possam melhorar a vida das pessoas nas cidades, nos estados e no país.

O InspiraES é uma iniciativa do Movimento Brasil 200 e do Instituto Fucape de Tecnologias Sociais, com a coordenação de Aridelmo Teixeira, fundador da Fucape e também responsável pelo Brasil 200 no Estado.

O movimento Brasil 200 existe no país há um ano e é coordenado nacionalmente pela deputada federal e líder do Governo no Congresso, Joyce Hasselmann, uma das convidadas para o lançamento do InspiraES.

O evento ocorrerá no dia 3 de maio, no auditório da faculdade Fucape, a partir das 8 horas. O lançamento será um debate com o tema “A Reforma da Previdência e a Reconstrução do Brasil”.

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Além da presença da deputada, participam do debate o coordenador Aridelmo Teixeira, o secretário de Previdência Social do Ministério da Economia, Leonardo Rolim, e o diretor de Programas do Ministério da Economia, Bruno Funchal.

“O InspiraES é suprapartidário e tem como único objetivo o bem comum das pessoas. Todos que têm ideias e querem desenvolver a cidade, o estado e o país, e que buscam o benefício das pessoas, são bem-vindos a trabalharem dentro da sua área de especialização. O InspiraES é composto por sete comitês, que buscam aprimorar e melhorar as áreas essenciais da população. Os comitês são formados por especialistas convidados e voluntários”, explica o professor e coordenador do InspiraES, Aridelmo Teixeira, que na oportunidade dará posse aos coordenadores dos setes comitês do InspiraES. 

A presidente do Brasil 200, Joyce Hasselmann, conduzirá parte do evento, onde oficializará a posse de Aridelmo como coordenador regional do Brasil 200 no Espírito Santo.

Brasil 200

Movimento criado em janeiro de 2018 em Nova York, nos Estados Unidos. É composto por empresários e integrantes da sociedade civil que buscam uma mudança no sistema econômico e social brasileiro. A deputada federal Joyce assumiu oficialmente a coordenação nacional do movimento em dezembro do ano passado, substituindo o empresário Flávio Rocha, presidente do grupo Riachuelo.

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O número 200 faz alusão aos duzentos anos de independência do Brasil, que serão comemorados em 2022. “Nós temos diversas mazelas que estão presentes desde antes da independência. A ideia é que possamos eliminá-las até 2022. Para isso, existem pilares a serem seguidos para a reconstrução do país, como reduzir o custo da máquina pública e ampliar o combate à corrupção”, afirma Aridelmo.

 

 

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Médicos cubanos de Cachoeiro serão substituídos até o início de 2017

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Em Cachoeiro de Itapemirim, o contrato de parte dos 19 médicos cubanos que atuam na cidade e seus distritos por conta do programa Mais Médicos se encerra entre o fim deste ano e março de 2017, e não será renovado. Já há previsão de reposição dos profissionais, segundo a Secretaria Municipal de Saúde, que também espera que o número de médicos do programa no município aumente para 24. Apesar disso, a situação causa incertezas, e os profissionais do país caribenho divergem quanto à vontade de permanecer e as consequências da substituição.

O caso de Cachoeiro reflete um movimento a nível nacional. O Governo Federal pretende reduzir progressivamente, nos próximos três anos, o número de médicos cubanos atuando no Brasil de 11.429 para 7.429 – no total, há 18.240 profissionais atuando pelo Mais Médicos no país atualmente. O objetivo da medida é aumentar a ocupação de vagas por brasileiros no programa, mas tudo dependerá de as vagas serem ou não atrativas para eles.

Além disso, até o fim do ano, cerca de 4 mil médicos cubanos que atuam no Brasil desde 2013 serão substituídos após o fim de seus contratos – uma demanda do próprio governo cubano, segundo informações do jornal Folha de São Paulo. Mesmo assim, a Secretaria Municipal de Saúde afirma em nota que “a substituição informada pelo governo federal é referente aos médicos do primeiro e do segundo ciclos do programa, e Cachoeiro foi contemplado no terceiro.”

Cubanos opinam

 

“Eu gostaria de ficar. Mas não tem jeito, não é uma decisão que cabe a mim”, afirma omédico cubano Alberto René Garcia Roque, que desde março de 2014 trabalha na Unidade Saúde da Família Jardim Itapemirim – a qual possui o maior número de profissionais do Mais Médicos no município, com três. Roque tem um filho que está se formando em medicina, e há grande possibilidade de ele vir atuar no Brasil.

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Marileleidys Navarro Gil, colega de Alberto Roque em Jardim Itapemirim e que, junto com o marido, também veio atuar no Brasil por conta do Mais Médicos em fevereiro de 2014, opina que a falta de continuidade do trabalho dos médicos é ruim para o país.

“A cada substituição, todo o ciclo de adaptação do profissional e da unidade de saúde tem que começar novamente”, diz ela. Apesar disso, Gil quer voltar ao seu país de origem por causa da filha de oito anos que ficou por lá. “O mais difícil para nós é ficar longe da família”, complementa.

Navarro avalia ainda que a estrutura de trabalho que recebeu foi, no geral, muito boa. Mas aponta um grande desafio da saúde pública não só de Cachoeiro, mas do Brasil: a dificuldade de marcar exames.

“Em Cuba, se precisamos fazer um ultrassom, por exemplo, conseguimos realizar na hora. Aqui há muita dificuldade em relação a isso, o que atrapalha no momento de dar o diagnóstico de alguma enfermidade”, diz ela.

Já Anaíris Nora Solís, médica que chegou de Cuba há menos de um mês para ficar três anos em Cachoeiro, se diz contente e entusiasmada com a experiência. “Estou muito feliz de estar aqui. A unidade de saúde aqui de Jardim Itapemirim tem uma estrutura muito boa”, afirma.

Idioma complica

Por parte dos pacientes brasileiros, a principal dificuldade em relação aos médicos cubanos é com a diferença de idioma. “Não acerto muito com o que eles falam, àsvezes até a letra da receita é difícil de entender. Mas são muito atenciosos, o atendimento é bom. E é melhor ter eles do que não ter nenhum”, afirma a aposentada Maria Candida Moura, moradora de Jardim Itapemirim.

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Noélia Motta da Silva, moradora do bairro Boa Esperança, afirmaque também já teve dificuldades com a fala dos cubanos, mas foi um problema superado. “Falando mais devagar a gente consegue entender”, complementa. Já o seu marido, Paulo Madeira da Silva aprova o atendimento dos médicos de Cuba e da estrutura da USF de Jardim Itapemirim. “Aqui é um dos melhores postos de Cachoeiro. Tem tudo o que a gente precisa aqui”, afirma.

Problemas

 

Apenas uma paciente ouvida pelo Aqui Notícias, e que preferiu não se identificar, relatou ter passado por uma situação ruim durante um atendimento de um médico de Cuba. “Eu não entendi o ele falou e pedi para repetir. Daí ele me perguntou irritado: ‘Você é surda?’”, afirma.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, 12 médicos cubanos deixaram de atuar no município por problemas diversos. Dois deles foram mandados embora por indisciplina. Mais dois pediram o encerramento do contrato antes do previsto. E oito abandonaram os postos de trabalho sem avisar previamente ou comunicar para onde iriam.

Bairros e distritos de Cachoeiro com unidades de saúde nos quais 19 médicos cubanos (dez homens e nove mulheres) atuam:

Abelardo Machado – 1

Aeroporto – 1

Amaral – 2

Burarama – 1

Conduru – 1

Coutinho – 1

Gironda – 1

Itaoca -1

Jardim Itapemirim – 3

Otton Marins – 1

Pacotuba – 1

Alto União -1

Valão -1

Village da Luz -1

Zumbi – 2

fonte http://www.aquinoticias.com/

 

 

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